Total de visualizações de página


domingo, 11 de outubro de 2009

CALCE SUA BANDA PREFERIDA

Agora você pode calçar sua banda preferida, e dependendo pode até escolher entre um estiloso tênis All Star ou uma confortável sandália Havaiana
HAVAIANAS KISS


HAVAIANAS METALLICA



HAVAIANAS GUNS N'ROSES


HAVAIANAS MOTORHEAD












ALL STAR AC/DC

















ALL STAR BLACK SABBATH
















ALL STAR BEATLES















ALL STAR PINK FLOYD

















ALL STAR THE WHO










ALL STAR IRON MAIDEN
























ALL STAR METALLICA












ALL STAR THE DOORS













ALL STAR KURT COBAIN












ALL STAR ROLLING STONES








ALL STAR OZZY OUSBOURNE


ALL STAR E CUECA DO KISS

ALL STAR GREATFUL DEAD

sábado, 10 de outubro de 2009

22 de Agosto de 2009 - SHOW DOS PARALAMAS DO SUCESSO - CITIBANK HAL


Depois de lançar o excelente "Brasil Afora", e de estrear a temporada carioca no Canecão, os Paralamas chegam ao palco do Citibank Hall, pra mostrar que continuam sendo uma das melhores bandas da América Latina.
Com um belo e pano de fundo que evocam as cores vivas do artesanato nordestino, e um trabalho bacana de iluminação, a banda e seus músicos de apoio João Fera (teclados e violão), Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro Jr. (sax), desfilam seu caminhão de hits e as boas músicas do disco novo (tocando cinco novas, sendo que 3 já estão nas rádios: "A Lhe Esperar", "Meu Sonho", "Quanto ao Tempo ).
E já na abertura rolou uma delas, "Sem Mais Adeus" (de Carlinhos Brown e Alain Tavares). O show tem o clima de uma verdadeira festa, e a sequêmcia "Dos Margaritas", "Pólvora", "O Beco" e "Ela Disse Adeus" colocou a galera pra dançar.
Depois vieram as duas belas baladas "Cuide Bem do Seu Amor" e "Romance Ideal".
Em “Perplexo” Herbert abriu os braços e gritou: “Mas eu ainda estou vivo”, a reação da platéia foi de apalausos a esse verdadeiro guerreiro. É emocionante e impressionante ver a sua garra, e constatar que ainda possui a pegada que o fez um dos melhores guitarristas do país.
Antes de tocar "Selvagem" ele anuncia: "Essa que vamos tocar a muito de vocês não eram nascidos". A frase é verdadeira, e mostra que a banda vem conseguindo renovar e aumentar seu público.
Um set acústico, com mudança de clima e de cenário, Herbert e Fera no violão, Bi no baixolão, Barone na caixa e com um pequeno bumbo, Monteiro e Bidu na percussão. Com Com duas canções que remete, ao Nordeste, “Mormaço", do disco novo e “Rio Severino,” do CD “Severino" e duas românticas "Uns Dias" e "Caleidoscópio". Acho que essa música deveria ser tocada no arranjo normal, pois sempre foi um dos pontos altos de todo shows ouvir os solos bluseiros inspirados de Hebert.
João Barone, com simplicidade, mostra porque é considerado um dos melhores no seu instrumento; é sempre uma aula vê-lo tocar. E para a surpresa de todos, Barone assume os vocais de "O Vencedor", música da banda Los Hermanos.
Antes de cantar, porém ele faz piada com um dos absurdos que às vezes acontece no CitiBank Hall: colocar a pista com o público em pé, atrás de um mar de mesas em shows de Rock. Já presencie isso com Deep Purple, Barão Vermelho, Ira! e no show do G3 (com Joe Satriani, Steve Vai e Robert Fripp). Além do fato de ser ridículo, porque ninguém vai a um show de rock pra ficar sentado, acaba esfriando o show e desanimando a banda, porque a galera que dança e está mais animada acaba ficando longe dos músicos. João soltou a seguinte pérola: "O pessoal das mesas aqui da frente mandou avisar pra galera que está em pé aí atrás, que o risole tá uma delícia. Já o pessoal lá de trás mandou falar pra galera das mesas, que viemos aqui pra dançar e não comer."
A galera foi ao êxtase com as 3 últimas antes do Bis: "Lourinha Bombril", "Alagados" e "Uma Brasileira", que surgiu com o novo arranjo, com a mais rápido, reflexo provavelmente das parcerias com a Banda Calypso (urgh!).
Em Lanternas dos Afogados, o já esperado belíssimo solo de guitarra. Mandaram "Sonífera Ilha" dos Titãs, parceiros de estrada da última turnê conjunta com os Paralamas.
O encerramento foi com "Ska" e "Vital e sua Moto", e todo mundo foi embora feliz da vida. O show foi tão bom, que nem a ausência de algumas das minhas favoritas ("Óculos", "Quase Um Segundo" e "Tendo a Lua") decepcionou.
Longa Vida aos Paralamas!

Setlist:
Sem Mais Adeus
Dos Margaritas
Pólvora
O Beco
Ela Disse Adeus
Cuide Bem do Seu Amor
Romance Ideal
Bora-Bora
Perplexo
Meu Sonho
A Lhe Esperar
Selvagem
O Calibre
Meu Erro
Mormaço
O Rio Severino
Caleidoscópio
Uns Dias
O Vencedor (Los Hermanos)
A Novidade
Quanto ao Tempo
Lourinha Bombril
Alagados
Uma Brasileira
Lanterna dos Afogados
Sonífera Ilha
Ska
Vital e sua Moto

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

DUAS DAS MAIORES BANDAS DA DÉCADA DE 90 TOCARÃO NO BRASIL

Living Colour e Faith No More, duas das maiores e mais criativas bandas da década de 90, farão shows no Brasil, respectivamente em Outubro e Novembro.

Agora, em outubro de 2009, o Living Colour aterrissa por aqui com a turnê “The Chair In The Doorway”, seu novo e aguardado álbum de estúdio após uma lacuna de cinco anos. O lançamento mundial acontece nos Estados Unidos no dia 15 de setembro e em seguida eles vêm para brindar o público brasileiro com seis apresentações.
O primeiro show da turnê será no dia 09 de outubro no Music Hall, em Belo Horizonte. Também já estão confirmados: dia 15 de outubro no Via Funchal, em São Paulo, e dia 16 de outubro no Circo Voador, Rio de Janeiro. Outras cidades e datas serão anunciadas em breve.

Faith No More ressurge após 11 anos de sua dissolução e colocou as cidades brasileiras de Porto Alegre (03/11), do Rio de Janeiro (05/11) e de Belo Horizonte (08/11) no roteiro da turnê "The Second Coming".
A banda anunciou seu retorno em fevereiro de 2009 e uma turnê pela Europa. A formação atual tem Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclados), Bill Gould (baixo), Jon Hudson (guitarra) e Mike Patton (vocais). O primeiro show da nova turnê ocorreu no dia 10 de junho na Brixton Academy, localizada na cidade de (Inglaterra).

LIVING COLOUR
CIRCO VOADOR - Rio de Janeiro
16 de Outubro 2009 (Sexta-feira)
22h - abertura dos portões
Antecipados: R$100,00 / R$ 50 Estudante | 1kg de Alimento ou 1 Livro
No Dia: R$ 120,00 / R$ 60 Estudante | 1kg de Alimento ou 1 Livro
Classificação: 18 anos (12 a 17 anos somente acompanhado dos pais).

FAITH NO MORE
CITIBANK HALL - Rio de Janeiro
05 de Novembro 2009 (Quinta-feira)
21:30h
Camarote: R$300,00
Pista: R$150,00
Pista Vip: R$300,00
Poltrona: R$250,00
Todos os setores terão meia entrada
Classificação etária indicativa: 12 e 13 anos acompanhados dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.

PEPEU GOMES NO MEGADETH E LIVING COLOUR

A notícia já é velha, mas só fiquei sabendo hoje:
Em um bate papo realizado há alguns anos com o falecido Arthur Franquini (Forgotten Boys), Pepeu Gomes diz que foi chamado para tocar no Megadeth mas que não aceitou por motivos pessoais e também por preferir ficar no Brasil, e de quebra ainda diz que foi convidado para integrar o Living Colour.
O convite do Living Colour foi feito pelo baterista Will Calhoun, e seria pra substituir o guitarrista Vernon Reid.
Veja o vídeo da entrevista:




Abaixo, a reacão de Dave Mustaine do Megadeth com a recusa de Pepeu:

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

09 de Agosto de 2009 - SHOW DO PEPEU GOMES NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ


Eu havia tocada na Lona Cultural Jacob do Bandolim (em Jacarepaguá) com minha banda, a Crossroads, no dia 6 de Agosto, aí fiquei sabendo que dois dias depois haveria show do grande Pepeu Gomes no mesmo local. É claro que não podia perder, afinal Pepeu é um dos melhores guitarristas do mundo, e sua apresentação, ao lado de Armandinho na Tenda Brasil do Rock In Rio III, foi um dos melhores shows que vi na vida.

Levando o projeto "Pepeu Gomes canta Novos Baianos" para as Lonas Culturais, a de Jacarepaguá foi a terceira e úlltima parada. O público era de pouco mais de 200 pessoa; sem dúvida, uma atração de peso como essa merecia casa lotada.
Acompanhado por uma banda só formada por monstros sagrados como Repolho(Percussão), seu irmão Jorginho Gomes (Bateria) e seu sobrinho André Gomes(Baixo) - completava o time um novo e talentoso guitarrista que infelizmente não gravei o nome - Pepeu abriu com "Dê um Rolê", grande sucesso dos Novos Baianos que a galera cantou com vontade o refrão: "Eu sou, eu sou, eu sou Amor da Cabeça aos Pés". Na sequência ele presta a tributo a Jimi Hendrix com "Fire", e a Chico Science com "A Cidade" . Impressionante o peso e a pegada do show, Rock and Roll de verdade.
Ele anuncia "Um Bilhete Pra Didi" (de autoria de Jorginho Gomes), a primeira instrumental da noite; ele explica que esssa música foi composta como uma carta para convidar seu irmão Didi Gomes para substituir Dadi nos Novos Baianos.
No meio da apresentação houve uma parte acústica aonde Pepeu mostra no violão a mesma desenvoltura e pegada que tem na guitarra. Foi aí que rolaram "Garota Dourada" (Wander Taffo/Nelson Motta), "Preta Pretinha" (Luiz Galvão / Moraes Moreira) e "Alma" sua parceria com Arnaldo Antunes e que fez muito sucesso na gravação de Zélia Duncan.

É claro que foram tocados sucessos da sua carreira solo: "Eu Também Quero Beijar", "Deusa do Amor", "Mil e Uma Noites de Amor", "Fazendo Música Jogando Bola", mas a platéia foi ao delírio mesmo no hino dos Novos Baianos "Mistério do Planeta" .
Em "Brasileirinho", chamou ao palco seu filho mais novo pra dar uma canja na guitarra, e como não podia deixa de ser o moleque leva jeito.
Encerramdo com chave de ouro, Pepeu tocou "Malacaxeta", a sua música intrumental mais conhecida.
O Baixista André Gomes

Por mais que eu já tenha o visto várias vezes ao vivo, sempre fico impressionado e fico extasiado com tanta habilidade na guitarra, presença de palco, e energia desse cara. Além disso, os músicos de sua banda são de primeiríssima qualidade. Jorginho e Repolho arrebentando, formando uma dupla infernal, com viradas perfeitas, passeando por inúmeros ritmos: do maracatu ao heavy metal, dos ritmos caribenhos ao samba, sempre com muito peso. André simplesmente destruiu no contra-baixo: solos belíssimos, slaps swingados, tudo com muita elegância e precisão.
Foi sem dúvida o melhor show que vi na Lona esse ano.
Pepeu é Foda!!!

Destaque para as belas fotos feitas pela Mell.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

01 de Agosto de 2009 - SHOW DO JORGE VERCILO NA FUNDIÇÃO PROGRESSO


Foi em 2002 a primeira vez que fui a um show de Jorge Vercilo, a apresentação aconteceu no Teatro SESC Tijuca. Ainda não contava com essa coleção de Hits, mas fiquei impressionado com sua perfomance ao vivo e com seu grande talento. Naquela noite presenciei um músico completo: violonista de mão-cheia, cantor afinadíssimo, compositor de talento, domínio absoluto no palco e muito carisma com a platéia.A banda que o acompanhava na época era excelente, formada pelo baixista Alexandre Cavallo, baterista Christiano Galvão e o guitarrista Zeppa.
Dessa vez Jorge Vercilo se apresentou em outro palco carioca: a Fundição Progresso. O show contou com uma abertura especial com o encontro de quatro amigos de Vercillo: os parceiros Dudu Falcão e Jota Maranhão, além dos cantores Bena Lobo e Max Viana.
Infelizmente quando cheguei na Lapa, o show de abertura já tinha encerrado, mas os quatro cantores voltatam ao palco durante a apresentação de Vercillo, para participações especiais. Cada um cantou uma música diferente, como Jota Maranhão que fez dueto com Jorge em "Encontro das Águas", e Max Vianna que dividiu os vocais com o anfitrião da noite em "Final Feliz" (originalmente gravada pelo seu pai, Djavan).
Pisando no palco da Fundição pela primeira vez pra divulgar o CD e o DVD ao vivo "Trem da Minha Vida", lançados no início deste ano, ele é acompanhado por uma nova superbanda formada por Marcelo Costa (percussão), André Neiva (baixo), Claudio Infante (bateria), Jessé Sadoc (sopros), Glauton Campello (teclados), Bernardo Bosisio (guitarra) e Glauco Fernandes (violino).
A apresentação contou ainda com algumas surpresas no roteiro. Além das participações já citadas, e de músicas que não fazem parte do DVD como "Cartilha" e "Deve Ser", Vercillo também preparou uma homenagem a Michael Jackson: uma versão de "Rock With You", que virou "Quero Ser Feliz". Ele explicou que já cantava essa música no início da carreira e agora voltou a cantá-la pra esse tributo.
A maior parte do roteiro do show "Trem da Minha Vida" está calcado em músicas recentes da sua carreira, como a canção que dá nome ao show, além de "Devaneio", "Vôo Cego" e o samba-salsa "Toda Espera", todas essas três do disco "Todos Nós Somos Um". O projeto "Coisa de Jorge" (2007), que uniu Vercillo aos Jorges Benjor, Aragão e Mautner também é relembrado com "São Jorges" e "Líder dos Templários".
Os antigos sucessos também foram bem reperesentados, mas com novos arranjos: "Homem-Aranha" ganhou uma versão jazzística, em um estilo Glenn Miller. Já "Monalisa", que era um pop latino, foi transformada em uma salsa.
Outro momento de destaque foi a revelação feita por Vercilo sobre a inspiração para compor a letra de Fênix, parceria com Flavio Venturini (que compôs a melodia). Ele explicou que escreveu a música pensando no Milton Nascimento, e nos problemas que passou com de doença e na recuperação que teve, como se ressurgisse das cinzas. Então dedicou essa música ao Bituca que estava presente na platéia. Com um arranjo novo, no estilo rock progressivo, e com direito a solo de bateria magistral de Claudio Infante.

TOP 11 DA ERVA QUE PASSARINHO NÃO FUMA

A única droga que já experimentei foi álcool, nunca tive vontade de usar nenhuma.
O motivo? Total falta de interesse e atração. Assim como nunca fiz sexo com homem pelos mesmos motivos; ou seja, eu não preciso experimentar transar com alguém do mesmo sexo pra saber se é bom.
Essa postagem não tem a intenção de fazer nenhuma apologia à maconha; até porque acho que as drogas são para os sem imaginação e para os fracos. Também acho que elas tiram a verdadeira percepção das coisas (apesar de muita gente achar o contrário).
Além disso, a venda de drogas financia à violência e possibilita que os marginais estejam cada vez mais bem armados. Isso não tem como negar.
Por isso acho que todas as drogas deveriam ser liberadas. Afinal, só usa droga quem quer, e grande parte o faz de "ondinha" porque é proibido. O Governo faturaria alto com impostos sobre a venda, novos empregos surgiriam, entraria muito dinheiro na Economia formal. E com certeza a violência e crimes iriam diminuir.
Portanto essa postagem é pra mostrar as várias homenagens que a Marijuana recebeu dos mais variados estilos na música Pop.



LED ZEPPELIN - GOING TO CALIFORNIA
"Spent my days with a woman unkind,
Smoked my stuff and drank all my wine"

"Gastei meus dias com uma mulher indelicada
Fumei meus bagulhos e bebi todo meu vinho"

Nessa belíssima canção, Robert Plant canta que usou álcool e canabis pra esquecer de uma mulher ingrata.



BLACK SABBATH - SWEET LEAF
"My life was empty, forever on a down
Until you took me, showed me around
My life is free now, my life is clear
I love you sweet leaf, though you can't hear"

"Minha vida estava vazia e deprimente
Até que você me levou, para dar uma volta
Minha vida agora está livre, minha vida está clara
Eu te amo erva doce, apesar de não poderes me ouvir"

Uma verdaeira declaração de Amor a "Doce Erva" feita pelos pais do Metal.



PETER TOSH - LEGALIZE IT
"Doctors smoke it
Nurses smoke it
Judges smoke it
Even the lawyers too
It's good for the flu
It's good for asthma
Good for tuberculosis..."

"Doutores a fumam
Enfermeiras a fumam
Juízes a fumam
No entanto, advogados também
Então, você também tem...
É bom para a gripe
Bom para Asma
Bom para Tuberculose..."

Peter Tosh prega o fim da hipocrisia e faz uma verdadeira apologia ao uso medicinal da Cannabis sativa



BOB MARLEY - KAYA
"Got to have kaya now, got to have kaya now
Got to have kaya now, for the rain is falling
I feel so high, I even touch the sky
Above the falling rain
I feel so good in my neighborhood
So here I come again"

"Tenho que conseguir Kaya agora, tenho que conseguir kaya agora
Tenho que conseguir Kaya agora, porque a chuva está caindo
Eu me sinto tão alto que até toco o céu
Sobre a chuva que cai
Eu me sinto bem tão em meu bairro
Tanto que eu venho aqui novamente"

O Messias dos rastafaris e dos fãs de reggae, mostra nessa música como fica na fissura pra conseguir a adorada Kaya.



PEPEU GOMES - O MAL É O QUE SAI DA BOCA DO HOMEM
"Você pode fumar baseado
baseado em que você pode fazer quase tudo
Contanto que você possua
mas não seja possuído"

Pepeu ao lado de Baby, mostra que cada um faz o que quer, e que o homem pode fazer mais mal com aquilo que sai da sua boca. No video abaixo, vc pode escutar um trecho da música, pnde são lembrados sucessos dos Festivais da Globo, que projetaram seus intérpretes:
."Nostradamus" de Eduardo Dusek;
."Demônio Colorido" de Sandra de Sá;
."Clareana" de Joyce;
."Agonia" de Oswaldo Montenegro;
."O Mal É O Que Sái da Boca do Homem" com Baby e Pepeu;
."Perdidos na Selva" com a Gang 90 e Absurdettes;
."Planeta Água" de Guilherme Arantes;
."Purpurina" com Lucinha Lins;
."Elis, Elis" com Emílio Santiago*;
."Verde" com Leila Pinheiro;
."Escrito nas Estrelas" com Tetê Espíndola.



PLANET HEMP - QUEIMANDO TUDO
"Eu canto assim porque eu fumo maconha./ Adivinhe
quem ta de volta esplorando a sua vergonha."

Esses gostavam mesmo...
Da primeira música do primeiro disco, a última faixa do derradeiro CD do Planet Hemp, todas elas tinham um único tema. Adivinha qual é...



BEZERRA DA SILVA & BARÃO VERMELHO - MALANDRAGEM DÁ UM TEMPO
"Vou apertar, mas não vou acender agora
Vou apertar, mas não vou acender agora
Se segura malandro, pra fazer a cabeça tem hora"

Clássico do samba de Partido Alto gravado por Bezerra da Silva, e regravada mais tarde pelo Barão Vermelho. Nesse vídeo podemos ver o dueto de Frejat e Bezerra, que apertaram mas deixaram pra acender mais tarde.



MAMONAS ASSASSINAS _ SÁBADO DE SOL
"Sábado de sol
Aluguei um caminhão
Prá levar a galera
Prá comer feijão
Chegando lá
Mas que vergonha
Só tinha maconha
Os maconheiros tava doidão
Querendo o meu feijão"

Precisa comentar?



SNOOP DOGG & DR.DREE - THE NEXT EPISODE
"Hope you ready for the next episode
.... smoke weed everyday!"

"Espero que estejam para o próximo episódio
... Fumem maconha todo dia !!!"

Snoop Gogg, esse também gosta muito...



STEPPENWOLF - DON'T STEP ON THE GRASS SAM
"While pushin' back his glasses Sam is sayin' casually
"I was elected by the masses"
And with that in mind he starts to unwind
A vicious attack on the finest of grasses"

"Enquanto arruma seus óculos, Sam diz calmamente
"Eu fui eleito pelas massas"
E com isso em mente, ele começa
Um ataque agressivo contra a grama de melhor qualidade"

O Steppenwolf, dá um esporro num político que é totalmente contra a "grama de primeríssima qualidade"



SKANK - É PROIBIDO FUMAR
"É proibido fumar
Diz o aviso que eu li
É proibido fumar
Pois o fogo pode pegar"

Nessa regravação do clássico do Rei Roberto Carlos da época da Jovem Guarda, o Skank avisa que é proibido, e a galera mostra o porquê.
Essa versão ao vivo, conta com a participação do O Rappa.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

19 de Julho de 2009 - SHOW DA CAT POWER - HSBC ARENA


Não posso dizer que nunca tinha ouvido falar em "Cat Power"; afinal sabia que já tinha tocado no Tim Festival, e nas vésperas do novo show no Brasil, vi uma reportagem no "O Globo" que discutia sua polêmica declaração de que era muito influenciada pela Bossa Nova.
Também sempre soube que ela era a Rainha do Indie Rock, e talvez por isso, nunca me interessei em conhecer seu som. Porque sempre associo Indie Rock a bandas como Sonic Youth e The Strokes, que considero bem chatas.
Era domingo, e tinha combinado de ir com minha mãe no shopping pra comprar "minha roupa de aniversário"... é sempre assim, quando chega perto do meu aniversário tenho que sair pra ela escolher minha roupa nova. Fazer o quê? Mãe é mãe.
Quando estava me preparando pra sair, a Mell me liga dizendo que tinha conseguido dois ingressos "pro show de uma tal de Cat Power", e se eu estava afim de ir. Respondi que sim, afinal de graça tudo é bom.
Então, depois das compras fomos , atrasados, para o HSBC Arena. Entramos e a apresentação já tinha começado e estava rolando "Dreams" (cover da banda Fleetwood Mac) que demorei um bocado pra reconhecer. A casa se encontrava com diversas mesas e lugares vazios.
Fiquei bastante surpreendido, esperava a barulheira de uma banda indie, e ouvi apenas baladas, tocadas com suavidade, num tom bem intimista. De cara entendi porque ela se diz influenciada pela Bossa Nova; com certeza pela suavidade, pela forma de cantar sussurrando, pela estética em si. As interpretações e perfomances eram tão suaves, que quando o baterista Jim White tocava com um pouco mais de força alguma passagem da musíca, o público aplaudia como se fosse um solo.
Acompanhada pela banda Dirty Delta Blues (formada ainda pelo tecladista Gregg Foreman, baixista Erik Paparozzi e pelo guitarrista guitarrista Judah Bauer), Cat Power se mostrava extremamente tímida, falando pouco com o público. Muitas das vezes até ficava de costas para platéia e se posicionou na maior parte do show ao lado esquerdo do palco, bem perto das cortinas laterais, como se não fosse ela a estrela, e sim a banda a atração principal. Olhava para lugar nenhum, se mexia pelo palco, bebericava o que parecia ser chá, no cantinho do palco dançando em um ritmo próprio, meio desengonçado, sempre se curvando. Seu figurino era simples, e parecia querer esconder sua beleza, ou no mínimo não deixar em destaque.
E a voz? A voz era doce e suave, e às vezes visceral, dependendo da emoção de cada canção. Tem um jeito meio preguiçoso de cantar (tipo Norah Jones), às vezes meio cool (no estilo Diana Krall) e um pouco da sensualidade de uma Sade. É inevitável comparar algo que se escuta pela primeira vez com artistas que já se conhece...
Também é comum querer rotular. E nesse caso, é bem difícil, porque teve de tudo:
soul, folk, blues, atitude rock, e até espaço pra improvisações jazzísticas.
Mas voltando ao show, descobri que já a tinha ouvido antes, quando cantou "Sea Of Love" de Phil Phillips, que faz parte da trilha sonora do excelente "Juno"; sempre adorei essa música, um sucesso da década de 50 que também ja foi regravada por Robert Plant no projeto "The Honeydrippers". Lembro de ter escutado a canção no filme e de ter gostado da versão.
Por falar em cinema, com "The Greatest" ela faz parte da trilha do "bonitinho" e singelo "Um Beijo Robado" (olha a Norah Jones aí de novo); inclusive Cat atua também no filme.
Portanto, Cat Power não era assim tão desconhecida pra mim, eu só não sabia disso.
A terceira e última música que reconheci no show foi "Fortunate Son" do grande Creedence. E fiquei abismado quando após a apresentação tive acesso ao setlist, porque nele continham inúmeros clássicos. Por exemplo, só soube depois que ela tinha tocado "New York, New York"...rssss
No meio do show, Cat Power deu uma saída do palco, ficando apenas o tecladista com o baixista que iniciaram uma sessão experimental e com solos improvisados no estilo psicodélico. Só que o público resistiu apenas dez minutos e por diversas vezes eram ouvidos assobios e aplausos tentando interromper a apresentação. O publico só se acalmou quando Cat voltou ao palco cantando "Blue", bela canção de Joni Mitchell.
O show encerrou com uma hora e quarenta minutos com "Angelitos Negros" de Roberta Flack. Não teve bis, mas ficou ainda mais 10 minutos no palco, distribuindo set lists e rosas para os fãs, abraçand e beijando mãos, agradecendo.
Na saída quando tentava comprar uma Coca Zero por seis reais, ouvi uma conversa que na verdade foi a melhor descrição e a crítica mais bem elaborada que vi sobre o show. Vou descrevê-la abaixo:
Duas bichinhas, com o visual bem alternativo (camisetas estilo baby looks, calças xadrez e tênis coloridos) se encontram, depois de dois beijinhos e um caloroso abraço, começam a conversar:
- Nossa, essa Cat Power é tudo! O show foi mara...
E a outra respondeu:
- Esse show foi minha aula de Yoga, saí revigorada.


Set List do Show:
1. House of the Rising Sun (The Animals cover)
2. Dreams (Fleetwood Mac cover)
3. Makin' Believe (Kitty Wells cover)
4. Sea of Love (Phil Phillips cover)
5. Woman Left Lonely
6. Silver Stallion (The Highwaymen cover)
7. New York (Frank Sinatra cover)
8. Lost Someone (James Brown cover)
9. Lord Help the Poor and Needy (Jessie Mae Hemphill cover)
10. Fortunate Son (Creedence Clearwater Revival cover)
11. Metal Heart
12. Blue (Joni Mitchell cover)
13. She's Got You (Patsy Cline cover)
14. Dark End of the Street
15. The Greatest
16. Lived in Bars
17. Life Of The Party
18. The Moon
19. I've Been Lovin You Too Long
20. I Don't Blame You
21. Song To Bobby
22. Ramblin' (Wo)man
23. Angelitos Negros (Roberta Flack cover)

sábado, 19 de setembro de 2009

REDUBLAGENS

Muita gente acha ridículo e sem graça; mas eu adoro, literalmente me mijo de rir.
São aquelas redublagens de filmes famosos ou não, cheias de palavrões e sacanagens.
Nos anos 80 rolava uma fita de videocassete com redublagens de cenas de "O Império Contra-ataca", "O Retorno de Jedi" e "Superman", e infelizmente não fiz uma cópia.
Na década de 90, o Casseta & Planeta fazia algumas nos seus propramas; lembro de uma de 1994 com o filme "Papion", em que o personagem principal era dublado como se fosse o Romário, e a história girava em torno da preparação da seleção que iria se tornar tetracampeã.
Sou muito fã do "Tela Class" do pessoal do Hermes & Renato. Recomendo muito os episódios "Vovô é Foda", "Memórias de Um Ninja Loki", "Bombas de Hercules", "Um Capeta em Forma de Guri", "Santa Claus e o Pozinho Mágico", "O Pai das Puta", entre outras pérolas.
Mas o motivo dessa postagem foi uma mensagem do meu amigo Pedro me mandando um link do youtube com uma redublagem do filme "Shakespeare Apaixonado". Trata-se de "O Destino de Miguel", que foi realizado por um cast de dubladores formado só por estrelas: Wagner Moura, Tadeu Mello, Lázaro Ramos, Sidney Magal, Igor Cavallera, Derick Green, lúcio Mauro Filho e Zéu Britto como Miguel.
Eu já conhecia há alguns anos, mas mesmo assim me diverto muito ao revê-lo.
Abaixo o link do video na íntegra, 22 minutos de risos garantidos:

PEDIDO DE DESCULPAS....


Esta postagem serve apenas como um pedido de desculpas. Um sincero e humilde pedido de desculpas.
Sei do tamanho do sofrimento aos inúmeros leitores e seguidores, causado pela ausência de atualizações no meu Blog.
Portanto, prometo não ficar tanto tempo (mais de dois meses) sem colocar minhas opiniões, comentários que fazem a felicidade, e dão amparo a tantas almas, corações e mentes apaixonadas por música, barulho, distorções, melodias, poesia, canções, atitudes e emoção.
"I KWON: IT'S ONLY ROCK'N'ROLL, BUT I LIKE IT!!!"

terça-feira, 14 de julho de 2009

O ENCONTRO DE MICHAEL JACKSON E FREDDIE MERCURY


Michael, Freddie e o baixista John Deacon


Brian May, guitarrista do QUEEN, ficou furioso depois que "ladrões de músicas" se aproveitaram da morte de MICHAEL JACKSON para lançar canções inéditas do Rei do Pop cantando juntamente com Freddie Mercury.
Michael Jackson e Freddie Mercury trabalharam juntos na década de 80 em algumas músicas que nunca haviam sido lançadas oficialmente.
Apesar de que tenho a impressão de ter ouvido "State of Shock" na rádio nos anos 80 ou 90.
Confira 2 delas logo abaixo:

Freddie Mercury and Michael Jackson - State Of Shock



Freddie Mercury and Michael Jackson - More To Life Than This

MÚSICA PRA MALHAR

Na semana passada voltei a minha rotina de exercícios , ou melhor, estou tentando voltar: corrida de 6,5Km (30 min) na esteira e musculação. No primeiro dia esqueci meu MP4, e tive que aturar as músicas que tocam na academia: Funk, axé e bate estaca eletrônico.
Minha pergunta é: quem disse que esse tipo de música é propício pra malhar?
Eu já não gosto de fazer exercícios, e isso se torna uma atividade insuportável quando sou obrigado a ouvir esse tipo de música; me dá um desespero, uma vontade louca de fazer tudo com pressa pra ir embora e me livrar desse tormento.
Ouvindo as músicas da minha seleção do MP4, às vezes é até legal malhar.
Então aproveitando que ontem foi o "Dia Internacional do Rock", aí estão algumas canções que acho perfeitas pra prática do exercício físico, e estão sempre no meu playlist. Afinal pra mim, todo dia é dia de Rock.

LED ZEPPELIN - IMMIGRANT SONG


FAITH NO MORE - EPIC


FASTWAY - SAY WHAT YOU WILL


RED HOT CHILLI PEPPERS - SUCK MY KISS


BARÃO VERMELHO - PENSE E DANCE


OZZY OSBOURNE - CRAZY TRAIN


TITÃS - LUGAR NENHUM


AUDIOSLAVE - COCHISE


COVERDALE PAGE - SHAKE MY TREE


METALLICA - SAD BUT TRUE


VAN HALEN - DREAMS


DEEP PURPLE - HIGWAY STAR


AC/DC - YOU SHOOK ME ALL NIGHT LONG

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Banco Imobiliário dos Beatles


Seguindo exemplo de bandas como Kiss e Megadeth, chegou a vez do quarteto de Liverpool estampar o jogo Banco Imobiliário. O jogo foi lançado em Agosto o ano passado.
O preço médio é U$38. As propriedades ganharam nomes de discos e músicas dos Beatles e as companhias fazem referências a shows famosos.




Aqui a lista das proprirdades e endereços representados no jogo:
* Tabuleiro: Apple Studios
* Park Place: Abbey Road Studios
* Verde: Abbey Road, Hey Jude, Let It Be
* Amarelo: Magical Mystery Tour, The Beatles, Yellow Submarine
* Vermelho: Yesterday…and Today, Revolver, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
* Laranja: Beatles VI, Help!, Rubber Soul
* Rosa: Something New, Beatles For Sale, Beatles '65
* Azul Claro: Introducing the Beatles, The Beatles' Second Album, A Hard Day's Night
* Roxo: Please, Please Me, With the Beatles
* Compania de Luz e Água: Shea Stadium, Candlestick Park
* Taxa Comum: Taxman
* Taxa Luxo: Ticket To Ride
* Pewter Tokens: Walrus (I Am The Walrus), Sun (Here Comes The Sun), Raccoon (Rocky Raccoon),
* Octopus (Octopus's Garden), Strawberry (Strawberry Fields Forever), Hammer
* (Maxwell's Silver Hammer)
* Dinheiro: Love: "All You Need Is Love"
* Casas: Nome de Casas de Shows que os Beatles já tocarma (branco)
* Hotéis: Nome de Concertos (preto)

STAR WARS NO QUINTAL

O fotógrafo e ilustrador canadense chamado Chris McVeigh chama a atenção do mundo com uma série de imagens muito bem humorada. Ele usa figuras da série de filmes Guerra nas Estrelas pra montar cenas envolvendo esquilos do jardim da casa dele, em Halifax, Nova Scotia. Usando amêndoas como isca pra atrair os bichinhos que "contracenam" com stormtroopers - soldados fiéis ao vilão Darth Vader. E o fotógrafo registra esses momentos únicos... ( ele jura que não usa nenhum tipo de programa pra manusear as imagens)
Resultado: as fotos chamaram tanta atenção que Mcveigh foi entrevistado pelo site de George Lucas (Lucasfilm.com), que mostrou parte do trabalho.

Trailer do documentário com Jimmy Page, The Edge e Jack White

Já está na Internet um trailler do aguardado documentário “It might get loud”, que enfoca três guitarristas de estilos diferentes e a relação deles com o instrumento: os personagens são Jimmy Page (Led Zeppelin), o The Edge (U2) e o Jack White (White Stripes). O filme coloca esses três pra conversar, contar histórias de infância e, obviamente, pra tocar. Entre outras curiosidades, é mostrada a casa onde foi composta a clássica “Stairway to Heaven” e o estúdio onde o The Edge construiu os riffs do último disco do U2, na Irlanda. No dia 14 de agosto estréia nos cinemas dos Estados Unidos. Com direção de Davis Guggenheim, o mesmo de UMA VERDADE INCONVENIENTE,“It might get loud” deve estrear no fim do ano no Brasil.

Assista ao trailler:

Letra inédita do George Harrison!


A Biblioteca Britânica ganhou um novo souvenir dos Beatles. É uma letra desconhecida do George Harrison, com data de 1967 e que foi encontrada pelo biógrafo dos Beatles, Hunter Davies, no chão do estúdio Abbey Road,. Ele recolheu alguns manuscritos que simplesmente estavam jogados por lá, como lixo. Davies topou com a música quando fazia pesquisas pra uma nova edição da biografia oficial dos Beatles, que foi relançada recentemente, mais de 40 anos depois da original. George não chegou a gravar essa música, que também não tem título. Harrison tinha 24 anos quando escreveu a letra. Na época, o Fab Four se dedicava às sessões de gravação do álbum “Sargeant Pepper´s Lonely Hearts Club Band”.

Confira uma tradução da letra:

"Fico feliz por dizer que é apenas um sonho
Quando topo com pessoas como você,
"É apenas um sonho, e você o torna obsceno
Com as coisas que você pensa e faz.
Você é tão inconsciente da dor que carrego
E tem ciúmes pelo que não pode fazer.
Há momentos em que sinto que não há esperança para você
Mas também sei que isso não é verdade."

terça-feira, 7 de julho de 2009

LEONI NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ - 03 de Julho de 2009


Temperatura agradável, céu estrelado, a Lona cheia de gente bonita; ambiente perfeito pra uma noite de boa música. E foi nesse clima que rolou a apresentação de Leoni. Fui surpreendido logo de cara, porque imaginei que seria um show de voz e violão, e Leoni veio acompanhado de uma super banda, que conta com guitarista Gustavo Corsi (ex-Picassos Falsos), Lourenço na bateria e Andrea Spada no contra-baixo acústico.
O público cantava todas as músicas a plenos pulmões, inclusive algumas que eu nunca tinha escutado antes, e logo descobri o motivo quando Leoni avisou que suas músicas novas estavam disponíveis para dowloud grátis no site www.leoni.art.br; e depois percebi que havia vários fã-clubes presentes.
Tão empolgado quanto a platéia estava Leoni, que pulava, dançava e ficava visivelmente sotisfeito ao ver a galera cantando de cor e com vontade as suas músicas.
O repertório alternou sucessos do Kid Abelha ("Fórmula do Amor", "Educação Sentimental 2"), Heróis da Resistência ("Nosferatu", "Esse Outro Mundo", "Doublé De Corpo"), carreira solo ("Canção Prá Quando Você Voltar", "As Cartas Que Eu Não Mando"), e sucessos em outras vozes como "Exagerado" (parceria com Cazuza e Ezequiel Neves) e "A Chave da Porta da Frente" (composta com Frejat e gravada no último disco do Barão Vermelho); mostrando que Leoni é um verdadeiro hitmaker.
Da fase do Kid destaco como minha favorita "Os Outros", que por mais bizarro que seja ouvir saindo da boca de Leoni frases como "Eu tenho mil amigos/Mas você foi o meu melhor namorado", a música é tão bonitinha e singela que esse detalhe fica sem importãncia.
É interessante vê-lo juntar "Como Eu Quero" e "Só Pro Meu Prazer", e ele justifica a sequência por se tratar de duas letras que mostram sentimentos egoístas, e que a maioria das pessoas acham que são duas canções de amor.
Leoni deixo o palco com pedidos estéricos de bis,e volta pra tocar "Por Que Não Eu" e a belíssima e triste "50 Receitas" (outra parceria com Frejat).
Depois, todo mundo vai embora satisfeito...