Agora você pode calçar sua banda preferida, e dependendo pode até escolher entre um estiloso tênis All Star ou uma confortável sandália Havaiana HAVAIANAS KISS
Depois de lançar o excelente "Brasil Afora", e de estrear a temporada carioca no Canecão, os Paralamas chegam ao palco do Citibank Hall, pra mostrar que continuam sendo uma das melhores bandas da América Latina. Com um belo e pano de fundo que evocam as cores vivas do artesanato nordestino, e um trabalho bacana de iluminação, a banda e seus músicos de apoio João Fera (teclados e violão), Bidu Cordeiro (trombone) e Monteiro Jr. (sax), desfilam seu caminhão de hits e as boas músicas do disco novo (tocando cinco novas, sendo que 3 já estão nas rádios: "A Lhe Esperar", "Meu Sonho", "Quanto ao Tempo ). E já na abertura rolou uma delas, "Sem Mais Adeus" (de Carlinhos Brown e Alain Tavares). O show tem o clima de uma verdadeira festa, e a sequêmcia "Dos Margaritas", "Pólvora", "O Beco" e "Ela Disse Adeus" colocou a galera pra dançar. Depois vieram as duas belas baladas "Cuide Bem do Seu Amor" e "Romance Ideal". Em “Perplexo” Herbert abriu os braços e gritou: “Mas eu ainda estou vivo”, a reação da platéia foi de apalausos a esse verdadeiro guerreiro. É emocionante e impressionante ver a sua garra, e constatar que ainda possui a pegada que o fez um dos melhores guitarristas do país. Antes de tocar "Selvagem" ele anuncia: "Essa que vamos tocar a muito de vocês não eram nascidos". A frase é verdadeira, e mostra que a banda vem conseguindo renovar e aumentar seu público. Um set acústico, com mudança de clima e de cenário, Herbert e Fera no violão, Bi no baixolão, Barone na caixa e com um pequeno bumbo, Monteiro e Bidu na percussão. Com Com duas canções que remete, ao Nordeste, “Mormaço", do disco novo e “Rio Severino,” do CD “Severino" e duas românticas "Uns Dias" e "Caleidoscópio". Acho que essa música deveria ser tocada no arranjo normal, pois sempre foi um dos pontos altos de todo shows ouvir os solos bluseiros inspirados de Hebert. João Barone, com simplicidade, mostra porque é considerado um dos melhores no seu instrumento; é sempre uma aula vê-lo tocar. E para a surpresa de todos, Barone assume os vocais de "O Vencedor", música da banda Los Hermanos. Antes de cantar, porém ele faz piada com um dos absurdos que às vezes acontece no CitiBank Hall: colocar a pista com o público em pé, atrás de um mar de mesas em shows de Rock. Já presencie isso com Deep Purple, Barão Vermelho, Ira! e no show do G3 (com Joe Satriani, Steve Vai e Robert Fripp). Além do fato de ser ridículo, porque ninguém vai a um show de rock pra ficar sentado, acaba esfriando o show e desanimando a banda, porque a galera que dança e está mais animada acaba ficando longe dos músicos. João soltou a seguinte pérola: "O pessoal das mesas aqui da frente mandou avisar pra galera que está em pé aí atrás, que o risole tá uma delícia. Já o pessoal lá de trás mandou falar pra galera das mesas, que viemos aqui pra dançar e não comer." A galera foi ao êxtase com as 3 últimas antes do Bis: "Lourinha Bombril", "Alagados" e "Uma Brasileira", que surgiu com o novo arranjo, com a mais rápido, reflexo provavelmente das parcerias com a Banda Calypso (urgh!). Em Lanternas dos Afogados, o já esperado belíssimo solo de guitarra. Mandaram "Sonífera Ilha" dos Titãs, parceiros de estrada da última turnê conjunta com os Paralamas. O encerramento foi com "Ska" e "Vital e sua Moto", e todo mundo foi embora feliz da vida. O show foi tão bom, que nem a ausência de algumas das minhas favoritas ("Óculos", "Quase Um Segundo" e "Tendo a Lua") decepcionou. Longa Vida aos Paralamas! Setlist: Sem Mais Adeus Dos Margaritas Pólvora O Beco Ela Disse Adeus Cuide Bem do Seu Amor Romance Ideal Bora-Bora Perplexo Meu Sonho A Lhe Esperar Selvagem O Calibre Meu Erro Mormaço O Rio Severino Caleidoscópio Uns Dias O Vencedor (Los Hermanos) A Novidade Quanto ao Tempo Lourinha Bombril Alagados Uma Brasileira Lanterna dos Afogados Sonífera Ilha Ska Vital e sua Moto
Living Colour e Faith No More, duas das maiores e mais criativas bandas da década de 90, farão shows no Brasil, respectivamente em Outubro e Novembro. Agora, em outubro de 2009, o Living Colour aterrissa por aqui com a turnê “The Chair In The Doorway”, seu novo e aguardado álbum de estúdio após uma lacuna de cinco anos. O lançamento mundial acontece nos Estados Unidos no dia 15 de setembro e em seguida eles vêm para brindar o público brasileiro com seis apresentações. O primeiro show da turnê será no dia 09 de outubro no Music Hall, em Belo Horizonte. Também já estão confirmados: dia 15 de outubro no Via Funchal, em São Paulo, e dia 16 de outubro no Circo Voador, Rio de Janeiro. Outras cidades e datas serão anunciadas em breve. Faith No More ressurge após 11 anos de sua dissolução e colocou as cidades brasileiras de Porto Alegre (03/11), do Rio de Janeiro (05/11) e de Belo Horizonte (08/11) no roteiro da turnê "The Second Coming". A banda anunciou seu retorno em fevereiro de 2009 e uma turnê pela Europa. A formação atual tem Mike Bordin (bateria), Roddy Bottum (teclados), Bill Gould (baixo), Jon Hudson (guitarra) e Mike Patton (vocais). O primeiro show da nova turnê ocorreu no dia 10 de junho na Brixton Academy, localizada na cidade de (Inglaterra).
LIVING COLOUR CIRCO VOADOR - Rio de Janeiro 16 de Outubro 2009 (Sexta-feira) 22h - abertura dos portões Antecipados: R$100,00 / R$ 50 Estudante | 1kg de Alimento ou 1 Livro No Dia: R$ 120,00 / R$ 60 Estudante | 1kg de Alimento ou 1 Livro Classificação: 18 anos (12 a 17 anos somente acompanhado dos pais).
FAITH NO MORE CITIBANK HALL - Rio de Janeiro 05 de Novembro 2009 (Quinta-feira) 21:30h Camarote: R$300,00 Pista: R$150,00 Pista Vip: R$300,00 Poltrona: R$250,00 Todos os setores terão meia entrada Classificação etária indicativa: 12 e 13 anos acompanhados dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
A notícia já é velha, mas só fiquei sabendo hoje: Em um bate papo realizado há alguns anos com o falecido Arthur Franquini (Forgotten Boys), Pepeu Gomes diz que foi chamado para tocar no Megadeth mas que não aceitou por motivos pessoais e também por preferir ficar no Brasil, e de quebra ainda diz que foi convidado para integrar o Living Colour. O convite do Living Colour foi feito pelo baterista Will Calhoun, e seria pra substituir o guitarrista Vernon Reid. Veja o vídeo da entrevista:
Abaixo, a reacão de Dave Mustaine do Megadeth com a recusa de Pepeu:
Eu havia tocada na Lona Cultural Jacob do Bandolim (em Jacarepaguá) com minha banda, a Crossroads, no dia 6 de Agosto, aí fiquei sabendo que dois dias depois haveria show do grande Pepeu Gomes no mesmo local. É claro que não podia perder, afinal Pepeu é um dos melhores guitarristas do mundo, e sua apresentação, ao lado de Armandinho na Tenda Brasil do Rock In Rio III, foi um dos melhores shows que vi na vida. Levando o projeto "Pepeu Gomes canta Novos Baianos" para as Lonas Culturais, a de Jacarepaguá foi a terceira e úlltima parada. O público era de pouco mais de 200 pessoa; sem dúvida, uma atração de peso como essa merecia casa lotada. Acompanhado por uma banda só formada por monstros sagrados como Repolho(Percussão), seu irmão Jorginho Gomes (Bateria) e seu sobrinho André Gomes(Baixo) - completava o time um novo e talentoso guitarrista que infelizmente não gravei o nome - Pepeu abriu com "Dê um Rolê", grande sucesso dos Novos Baianos que a galera cantou com vontade o refrão: "Eu sou, eu sou, eu sou Amor da Cabeça aos Pés". Na sequência ele presta a tributo a Jimi Hendrix com "Fire", e a Chico Science com "A Cidade" . Impressionante o peso e a pegada do show, Rock and Roll de verdade. Ele anuncia "Um Bilhete Pra Didi" (de autoria de Jorginho Gomes), a primeira instrumental da noite; ele explica que esssa música foi composta como uma carta para convidar seu irmão Didi Gomes para substituir Dadi nos Novos Baianos. No meio da apresentação houve uma parte acústica aonde Pepeu mostra no violão a mesma desenvoltura e pegada que tem na guitarra. Foi aí que rolaram "Garota Dourada" (Wander Taffo/Nelson Motta), "Preta Pretinha" (Luiz Galvão / Moraes Moreira) e "Alma" sua parceria com Arnaldo Antunes e que fez muito sucesso na gravação de Zélia Duncan. É claro que foram tocados sucessos da sua carreira solo: "Eu Também Quero Beijar", "Deusa do Amor", "Mil e Uma Noites de Amor", "Fazendo Música Jogando Bola", mas a platéia foi ao delírio mesmo no hino dos Novos Baianos "Mistério do Planeta" . Em "Brasileirinho", chamou ao palco seu filho mais novo pra dar uma canja na guitarra, e como não podia deixa de ser o moleque leva jeito. Encerramdo com chave de ouro, Pepeu tocou "Malacaxeta", a sua música intrumental mais conhecida. O Baixista André Gomes
Por mais que eu já tenha o visto várias vezes ao vivo, sempre fico impressionado e fico extasiado com tanta habilidade na guitarra, presença de palco, e energia desse cara. Além disso, os músicos de sua banda são de primeiríssima qualidade. Jorginho e Repolho arrebentando, formando uma dupla infernal, com viradas perfeitas, passeando por inúmeros ritmos: do maracatu ao heavy metal, dos ritmos caribenhos ao samba, sempre com muito peso. André simplesmente destruiu no contra-baixo: solos belíssimos, slaps swingados, tudo com muita elegância e precisão. Foi sem dúvida o melhor show que vi na Lona esse ano. Pepeu é Foda!!!
Foi em 2002 a primeira vez que fui a um show de Jorge Vercilo, a apresentação aconteceu no Teatro SESC Tijuca. Ainda não contava com essa coleção de Hits, mas fiquei impressionado com sua perfomance ao vivo e com seu grande talento. Naquela noite presenciei um músico completo: violonista de mão-cheia, cantor afinadíssimo, compositor de talento, domínio absoluto no palco e muito carisma com a platéia.A banda que o acompanhava na época era excelente, formada pelo baixista Alexandre Cavallo, baterista Christiano Galvão e o guitarrista Zeppa. Dessa vez Jorge Vercilo se apresentou em outro palco carioca: a Fundição Progresso. O show contou com uma abertura especial com o encontro de quatro amigos de Vercillo: os parceiros Dudu Falcão e Jota Maranhão, além dos cantores Bena Lobo e Max Viana. Infelizmente quando cheguei na Lapa, o show de abertura já tinha encerrado, mas os quatro cantores voltatam ao palco durante a apresentação de Vercillo, para participações especiais. Cada um cantou uma música diferente, como Jota Maranhão que fez dueto com Jorge em "Encontro das Águas", e Max Vianna que dividiu os vocais com o anfitrião da noite em "Final Feliz" (originalmente gravada pelo seu pai, Djavan). Pisando no palco da Fundição pela primeira vez pra divulgar o CD e o DVD ao vivo "Trem da Minha Vida", lançados no início deste ano, ele é acompanhado por uma nova superbanda formada por Marcelo Costa (percussão), André Neiva (baixo), Claudio Infante (bateria), Jessé Sadoc (sopros), Glauton Campello (teclados), Bernardo Bosisio (guitarra) e Glauco Fernandes (violino). A apresentação contou ainda com algumas surpresas no roteiro. Além das participações já citadas, e de músicas que não fazem parte do DVD como "Cartilha" e "Deve Ser", Vercillo também preparou uma homenagem a Michael Jackson: uma versão de "Rock With You", que virou "Quero Ser Feliz". Ele explicou que já cantava essa música no início da carreira e agora voltou a cantá-la pra esse tributo. A maior parte do roteiro do show "Trem da Minha Vida" está calcado em músicas recentes da sua carreira, como a canção que dá nome ao show, além de "Devaneio", "Vôo Cego" e o samba-salsa "Toda Espera", todas essas três do disco "Todos Nós Somos Um". O projeto "Coisa de Jorge" (2007), que uniu Vercillo aos Jorges Benjor, Aragão e Mautner também é relembrado com "São Jorges" e "Líder dos Templários". Os antigos sucessos também foram bem reperesentados, mas com novos arranjos: "Homem-Aranha" ganhou uma versão jazzística, em um estilo Glenn Miller. Já "Monalisa", que era um pop latino, foi transformada em uma salsa. Outro momento de destaque foi a revelação feita por Vercilo sobre a inspiração para compor a letra de Fênix, parceria com Flavio Venturini (que compôs a melodia). Ele explicou que escreveu a música pensando no Milton Nascimento, e nos problemas que passou com de doença e na recuperação que teve, como se ressurgisse das cinzas. Então dedicou essa música ao Bituca que estava presente na platéia. Com um arranjo novo, no estilo rock progressivo, e com direito a solo de bateria magistral de Claudio Infante.
A única droga que já experimentei foi álcool, nunca tive vontade de usar nenhuma. O motivo? Total falta de interesse e atração. Assim como nunca fiz sexo com homem pelos mesmos motivos; ou seja, eu não preciso experimentar transar com alguém do mesmo sexo pra saber se é bom. Essa postagem não tem a intenção de fazer nenhuma apologia à maconha; até porque acho que as drogas são para os sem imaginação e para os fracos. Também acho que elas tiram a verdadeira percepção das coisas (apesar de muita gente achar o contrário). Além disso, a venda de drogas financia à violência e possibilita que os marginais estejam cada vez mais bem armados. Isso não tem como negar. Por isso acho que todas as drogas deveriam ser liberadas. Afinal, só usa droga quem quer, e grande parte o faz de "ondinha" porque é proibido. O Governo faturaria alto com impostos sobre a venda, novos empregos surgiriam, entraria muito dinheiro na Economia formal. E com certeza a violência e crimes iriam diminuir. Portanto essa postagem é pra mostrar as várias homenagens que a Marijuana recebeu dos mais variados estilos na música Pop.
LED ZEPPELIN - GOING TO CALIFORNIA "Spent my days with a woman unkind, Smoked my stuff and drank all my wine"
"Gastei meus dias com uma mulher indelicada Fumei meus bagulhos e bebi todo meu vinho"
Nessa belíssima canção, Robert Plant canta que usou álcool e canabis pra esquecer de uma mulher ingrata.
BLACK SABBATH - SWEET LEAF "My life was empty, forever on a down Until you took me, showed me around My life is free now, my life is clear I love you sweet leaf, though you can't hear"
"Minha vida estava vazia e deprimente Até que você me levou, para dar uma volta Minha vida agora está livre, minha vida está clara Eu te amo erva doce, apesar de não poderes me ouvir"
Uma verdaeira declaração de Amor a "Doce Erva" feita pelos pais do Metal.
PETER TOSH - LEGALIZE IT "Doctors smoke it Nurses smoke it Judges smoke it Even the lawyers too It's good for the flu It's good for asthma Good for tuberculosis..."
"Doutores a fumam Enfermeiras a fumam Juízes a fumam No entanto, advogados também Então, você também tem... É bom para a gripe Bom para Asma Bom para Tuberculose..."
Peter Tosh prega o fim da hipocrisia e faz uma verdadeira apologia ao uso medicinal da Cannabis sativa
BOB MARLEY - KAYA "Got to have kaya now, got to have kaya now Got to have kaya now, for the rain is falling I feel so high, I even touch the sky Above the falling rain I feel so good in my neighborhood So here I come again"
"Tenho que conseguir Kaya agora, tenho que conseguir kaya agora Tenho que conseguir Kaya agora, porque a chuva está caindo Eu me sinto tão alto que até toco o céu Sobre a chuva que cai Eu me sinto bem tão em meu bairro Tanto que eu venho aqui novamente"
O Messias dos rastafaris e dos fãs de reggae, mostra nessa música como fica na fissura pra conseguir a adorada Kaya.
PEPEU GOMES - O MAL É O QUE SAI DA BOCA DO HOMEM "Você pode fumar baseado baseado em que você pode fazer quase tudo Contanto que você possua mas não seja possuído"
Pepeu ao lado de Baby, mostra que cada um faz o que quer, e que o homem pode fazer mais mal com aquilo que sai da sua boca. No video abaixo, vc pode escutar um trecho da música, pnde são lembrados sucessos dos Festivais da Globo, que projetaram seus intérpretes: ."Nostradamus" de Eduardo Dusek; ."Demônio Colorido" de Sandra de Sá; ."Clareana" de Joyce; ."Agonia" de Oswaldo Montenegro; ."O Mal É O Que Sái da Boca do Homem" com Baby e Pepeu; ."Perdidos na Selva" com a Gang 90 e Absurdettes; ."Planeta Água" de Guilherme Arantes; ."Purpurina" com Lucinha Lins; ."Elis, Elis" com Emílio Santiago*; ."Verde" com Leila Pinheiro; ."Escrito nas Estrelas" com Tetê Espíndola.
PLANET HEMP - QUEIMANDO TUDO "Eu canto assim porque eu fumo maconha./ Adivinhe quem ta de volta esplorando a sua vergonha."
Esses gostavam mesmo... Da primeira música do primeiro disco, a última faixa do derradeiro CD do Planet Hemp, todas elas tinham um único tema. Adivinha qual é...
BEZERRA DA SILVA & BARÃO VERMELHO - MALANDRAGEM DÁ UM TEMPO "Vou apertar, mas não vou acender agora Vou apertar, mas não vou acender agora Se segura malandro, pra fazer a cabeça tem hora"
Clássico do samba de Partido Alto gravado por Bezerra da Silva, e regravada mais tarde pelo Barão Vermelho. Nesse vídeo podemos ver o dueto de Frejat e Bezerra, que apertaram mas deixaram pra acender mais tarde.
MAMONAS ASSASSINAS _ SÁBADO DE SOL "Sábado de sol Aluguei um caminhão Prá levar a galera Prá comer feijão Chegando lá Mas que vergonha Só tinha maconha Os maconheiros tava doidão Querendo o meu feijão"
Precisa comentar?
SNOOP DOGG & DR.DREE - THE NEXT EPISODE "Hope you ready for the next episode .... smoke weed everyday!"
"Espero que estejam para o próximo episódio ... Fumem maconha todo dia !!!"
Snoop Gogg, esse também gosta muito...
STEPPENWOLF - DON'T STEP ON THE GRASS SAM "While pushin' back his glasses Sam is sayin' casually "I was elected by the masses" And with that in mind he starts to unwind A vicious attack on the finest of grasses"
"Enquanto arruma seus óculos, Sam diz calmamente "Eu fui eleito pelas massas" E com isso em mente, ele começa Um ataque agressivo contra a grama de melhor qualidade"
O Steppenwolf, dá um esporro num político que é totalmente contra a "grama de primeríssima qualidade"
SKANK - É PROIBIDO FUMAR "É proibido fumar Diz o aviso que eu li É proibido fumar Pois o fogo pode pegar"
Nessa regravação do clássico do Rei Roberto Carlos da época da Jovem Guarda, o Skank avisa que é proibido, e a galera mostra o porquê. Essa versão ao vivo, conta com a participação do O Rappa.
Não posso dizer que nunca tinha ouvido falar em "Cat Power"; afinal sabia que já tinha tocado no Tim Festival, e nas vésperas do novo show no Brasil, vi uma reportagem no "O Globo" que discutia sua polêmica declaração de que era muito influenciada pela Bossa Nova. Também sempre soube que ela era a Rainha do Indie Rock, e talvez por isso, nunca me interessei em conhecer seu som. Porque sempre associo Indie Rock a bandas como Sonic Youth e The Strokes, que considero bem chatas. Era domingo, e tinha combinado de ir com minha mãe no shopping pra comprar "minha roupa de aniversário"... é sempre assim, quando chega perto do meu aniversário tenho que sair pra ela escolher minha roupa nova. Fazer o quê? Mãe é mãe. Quando estava me preparando pra sair, a Mell me liga dizendo que tinha conseguido dois ingressos "pro show de uma tal de Cat Power", e se eu estava afim de ir. Respondi que sim, afinal de graça tudo é bom. Então, depois das compras fomos , atrasados, para o HSBC Arena. Entramos e a apresentação já tinha começado e estava rolando "Dreams" (cover da banda Fleetwood Mac) que demorei um bocado pra reconhecer. A casa se encontrava com diversas mesas e lugares vazios. Fiquei bastante surpreendido, esperava a barulheira de uma banda indie, e ouvi apenas baladas, tocadas com suavidade, num tom bem intimista. De cara entendi porque ela se diz influenciada pela Bossa Nova; com certeza pela suavidade, pela forma de cantar sussurrando, pela estética em si. As interpretações e perfomances eram tão suaves, que quando o baterista Jim White tocava com um pouco mais de força alguma passagem da musíca, o público aplaudia como se fosse um solo. Acompanhada pela banda Dirty Delta Blues (formada ainda pelo tecladista Gregg Foreman, baixista Erik Paparozzi e pelo guitarrista guitarrista Judah Bauer), Cat Power se mostrava extremamente tímida, falando pouco com o público. Muitas das vezes até ficava de costas para platéia e se posicionou na maior parte do show ao lado esquerdo do palco, bem perto das cortinas laterais, como se não fosse ela a estrela, e sim a banda a atração principal. Olhava para lugar nenhum, se mexia pelo palco, bebericava o que parecia ser chá, no cantinho do palco dançando em um ritmo próprio, meio desengonçado, sempre se curvando. Seu figurino era simples, e parecia querer esconder sua beleza, ou no mínimo não deixar em destaque. E a voz? A voz era doce e suave, e às vezes visceral, dependendo da emoção de cada canção. Tem um jeito meio preguiçoso de cantar (tipo Norah Jones), às vezes meio cool (no estilo Diana Krall) e um pouco da sensualidade de uma Sade. É inevitável comparar algo que se escuta pela primeira vez com artistas que já se conhece... Também é comum querer rotular. E nesse caso, é bem difícil, porque teve de tudo: soul, folk, blues, atitude rock, e até espaço pra improvisações jazzísticas. Mas voltando ao show, descobri que já a tinha ouvido antes, quando cantou "Sea Of Love" de Phil Phillips, que faz parte da trilha sonora do excelente "Juno"; sempre adorei essa música, um sucesso da década de 50 que também ja foi regravada por Robert Plant no projeto "The Honeydrippers". Lembro de ter escutado a canção no filme e de ter gostado da versão. Por falar em cinema, com "The Greatest" ela faz parte da trilha do "bonitinho" e singelo "Um Beijo Robado" (olha a Norah Jones aí de novo); inclusive Cat atua também no filme. Portanto, Cat Power não era assim tão desconhecida pra mim, eu só não sabia disso. A terceira e última música que reconheci no show foi "Fortunate Son" do grande Creedence. E fiquei abismado quando após a apresentação tive acesso ao setlist, porque nele continham inúmeros clássicos. Por exemplo, só soube depois que ela tinha tocado "New York, New York"...rssss No meio do show, Cat Power deu uma saída do palco, ficando apenas o tecladista com o baixista que iniciaram uma sessão experimental e com solos improvisados no estilo psicodélico. Só que o público resistiu apenas dez minutos e por diversas vezes eram ouvidos assobios e aplausos tentando interromper a apresentação. O publico só se acalmou quando Cat voltou ao palco cantando "Blue", bela canção de Joni Mitchell. O show encerrou com uma hora e quarenta minutos com "Angelitos Negros" de Roberta Flack. Não teve bis, mas ficou ainda mais 10 minutos no palco, distribuindo set lists e rosas para os fãs, abraçand e beijando mãos, agradecendo. Na saída quando tentava comprar uma Coca Zero por seis reais, ouvi uma conversa que na verdade foi a melhor descrição e a crítica mais bem elaborada que vi sobre o show. Vou descrevê-la abaixo: Duas bichinhas, com o visual bem alternativo (camisetas estilo baby looks, calças xadrez e tênis coloridos) se encontram, depois de dois beijinhos e um caloroso abraço, começam a conversar: - Nossa, essa Cat Power é tudo! O show foi mara... E a outra respondeu: - Esse show foi minha aula de Yoga, saí revigorada.
Set List do Show: 1. House of the Rising Sun (The Animals cover) 2. Dreams (Fleetwood Mac cover) 3. Makin' Believe (Kitty Wells cover) 4. Sea of Love (Phil Phillips cover) 5. Woman Left Lonely 6. Silver Stallion (The Highwaymen cover) 7. New York (Frank Sinatra cover) 8. Lost Someone (James Brown cover) 9. Lord Help the Poor and Needy (Jessie Mae Hemphill cover) 10. Fortunate Son (Creedence Clearwater Revival cover) 11. Metal Heart 12. Blue (Joni Mitchell cover) 13. She's Got You (Patsy Cline cover) 14. Dark End of the Street 15. The Greatest 16. Lived in Bars 17. Life Of The Party 18. The Moon 19. I've Been Lovin You Too Long 20. I Don't Blame You 21. Song To Bobby 22. Ramblin' (Wo)man 23. Angelitos Negros (Roberta Flack cover)
Muito prazer!!!
Meu nome é J.C. Batista Jr, sou músico, e minha intenção em fazer esse blog foi declarar minha paixão à música e principalmente ao Rock'n'Roll.
Pretendo nele colocar minhas opiniões e comentários sobre meus discos, shows, instrumentos, bandas, músicos, livros, DVDS e canções preferidas.