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terça-feira, 5 de julho de 2011

Décimo Segundo Dia (Parte 3) - Conciergerie, a Prisão e Saint Chapelle

Pegamos o metrô e fomos para Conciergerie e a Igreja de Saint Chapelle. Pode-se comprar ingressos para as duas atrações na mesma bilheteria.Primeiro fomos para Conciergerie, prisão onde na Revolução Francesa, 2780 franceses ficaram encarcerados, antes de literalmente perderem suas cabeças. Entre eles, Robespierre e Maria Antonieta. O clima é propositalmente sombrio, com pouca iluminação, e com bonecos representando os presos em suas celas e os carcereiros.
Cela de Maria Antonieta

Na prisão há também uma capela, aonde os condenados faziam suas últimas preces.
Como toda atração de Paris, há em Conciergerie uma lojinha de souvenirs, onde fiz a foto abaixo
Seguindo o roteiro, fomos para Sainte-Chapelle, construída no Século XIII por Luís IX (que mais tarde se tornaria São Luís), para abrigar a coroa de espinhos de Cristo, comprada do Imperador de Constantinopla, Balduíno II, pela exorbitante soma de 135.000 libras. Para ter uma ideia da enorme quantia que era pra época, a construção de toda a capela custou 45.000 libras. Outra relíquia guardada lá é um fragmento da Cruz de Cristo. Durante a Revolução Francesa a capela foi transformada em escritório administrativo e os vitrais foram tapados com armários. Isso acabou o preservando do vandalismo.
Belíssimos vitrais e painéis que ilustram a Paixão de Cristo.
Saint Chapelle é atualmente usada também para recitais de música clássica. Infelizmente não conseguimos tempo para assistir a um deles.
Entre a Capela e a prisão fica o Palácio da Justiça. Lamentavelmente não encontramos nenhum dos Super Amigos.
Enquanto isso no Palácio da Justiça...

Ricardo nos telefonou pra avisar que havia feito o jantar. E não é que era verdade!
Meu irmão fez um tipo de arroz à carreteiro com frango. Uma delícia. E eu nem sabia que ele cozinhava...

Décimo Segundo Dia (Parte 2) - Les Invalides

O Museu Rodin fica bem pertinho do "Les Invalides", oficialmente conhecida como L'Hôtel des Invalides Nacional, um complexo contendo museus e monumentos, todos relacionados com a história militar da França, bem como um hospital e um lar de idosos para veteranos de guerra, o propósito original do edifício. Além disso, é lá que está o túmulo de Napoleão.Há também uma exposição interativa sobre Charles de Gaulle, com direito a exibição de um documentário, onde pode-se ter tradução simultânea pra inglês e espanhol.

Sargent Pepper?

Saindo de Les Invalides fomos andando até a Ponte Alexandre III e aos Petit & Grand Palais

Décimo Segundo Dia - MUSEU RODIN

Dessa vez conseguimos acordar cedo, e fomos ao Museu Rodin. Seguimos a dica do Ricardo, de só conhecer o Jardim, e de não entrar no Museu propriamente dito. Dessa forma, gastamos apenas 1,00 Euro cada um.
O Jardim é belíssimo, e além de lindas plantas e flores, guarda as mais conhecidas e aclamadas aobras do mestre Rodin, como "O Pensador" (acima). OK, a foto é totalmente clichê, mas quem resistiria a posar dessa forma?

Como é bela a Natureza!

Eu e Mell interagindo com as obras de Rodin

Sem dúvida, um dos lugares mais bonitos e bacanas para se visitar em Paris.

Décimo Primeiro Dia (Parte 2) - MUSEU DO EROTISMO

Depois do almoço, Ricardo foi trabalhar, enquanto que eu e Mell voltamos ao apartamento pra arrumar nossas bagunças. A idéia era sair pra conhecer algum lugar, depois que acabássemos. Mas ficou só na idéia, porque assim que deixamos tudo no esquema, deitamos no sofá, e só acordamos às 18h, pensando no que podíamos fazer.
Foi quando lembrei de quando estivemos no Boulevard de Clichy pra ver o Moulin Rouge, passamos pelo Museu do Erotismo e pegamos um panfleto, que destacava que era o único Museu de Paris que funcionava a noite. Então pegamos o metro, e fomos pra lá.O Museu do Erotismo não é grande, mas vale a visita. Acho que pagamos 9 Euros cada, pra conhecer uma vasta coleção de quadros, gravuras, esculturas, fotos e desenhos que mostram a evolução do Erotismo através da História. Há também exposições de obras de artistas como Alain Rose, que dedicaram boa parte da carreira ao assunto.

Mas na verdade conhecer o Museu de Erotismo serviu pra confirmar uma verdade absoluta:Os Gregos se amarram...

Os Japoneses adoram...

Os Indianos são grandes apreciadores...

Os Chineses curtem bastante...

Os Renascentistas sempre gostaram...

A galera do Nepal também gosta muito...

Os Africanos são bem chegados...

Ou seja, Sexo e Erotismo são paixões universais.

Sessão "Vovô era Foda!"
Uma das curiosas peças de Alain Rose

Saindo do Museu, passeamos pelo Boulevard de Clichy, que mesmo numa terça a noite é bem movimentado, com bares, pubs e casas de Shows Eróticos funcionando a todo vapor.
Antes de irmos embora, demos uma olhada em algumas das gigantescas Sex Shops, mas sem comprar nada. Motivo: tudo caríssimo, uma fantasia de policial, colegial ou enfermeira não sai a menos de 69 euros.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Décimo Primeiro Dia - De Volta a Paris: Almoço Japonês

Na volta não demos mole, chegamos bem cedo na estação, e fomos direto fazer o ckeck in. Às 10 h da manhã já estávamos em Paris. Letícia foi direto pro trabalho, enquanto nós 3 fomos levar as malas pra casa.
Estávamos exaustos, mas tínhamos que arrumar e organizar as malas. Demos uma paradinha pra almoçar, e em grande estilo: Comida Japonesa!O restaurante fica pertinho da casa do meu irmão, e o preço é mais ou menos o mesmo dos cobrados no Brasil.

Pelas fotos, deu pra notar que a gente se fartou.