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sábado, 6 de outubro de 2012

TODOS INTEGRANTES DA FASE CLÁSSICA DOS TITÃS JUNTOS HOJE NO SHOW DE 30 ANOS DA BANDA

Conforme prometido, e anunciado aqui no Blog no começo do ano, os integrantes da fase clássica dos Titãs voltam a se reunir para a celebração dos 30 anos da banda.
A primeira apresentação dos Titãs, na época Titãs do Iê-Iê, aconteceu em outubro de 1982, no Sesc Pompeia, em São Paulo. Esse é considerado pelos próprios músicos como o marco zero da carreira do grupo.
A celebração acontecerá hoje, neste sábado (dia 6 de outubro) no Espaço das Américas, em São Paulo, e contará com as presenças de Arnaldo Antunes, Nando Reis e Charles Gavin, que se juntarão aos integrantes atuais Paulo Miklos, Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto. O guitarrista Marcelo Fromer (que morreu, em 2001, atropelado por uma moto), o poeta Cyro Pessoa (que saiu da banda antes de gravarem seu primeiro disco), e o baterista André Jung (que gravou o primeiro álbum e depois foi para o Ira!, de onde veio justamente Charles Gavin) são os únicos ex integrantes que não participarão do evento.
Esse show é extremamente especial, pois essa formação foi vista pela última vez em 1997, na gravação do disco "Acústico MTV".

Os ingressos estão esgotados, mas o canal Multishow irá transmitir ao vivo e na íntegra a partir das 22:30h. Imperdível.

Os cariocas terão a chance de participar da festa no dia 1 de Novembro na Fundição Progresso.
Essa semana acompanhei os preparativos e os ensaios no facebook oficial do grande Charles Gavin, onde foram postados fotos e videos feitos por seu irmão Cesar.
Cesar Gavin cobriu tudo com detalhes, desde a escolha minuciosa das peças da bateria Charles, até a montagem do equipamento e da aparelhagem.
A todo momento eram postados fotos do reencontro de Arnaldo e Charles, e videos com depoimentos sobre a comemoração. Ficou claro que os 3 ex integrantes estavam como convidados, cabendo ao quarteto Belloto, Branco, Miklos e Brito escolher o repertório e decidir quem faz o quê.
Inicialmente a participação de Nando Reis não foi anunciada. Mas felizmente, nessa semana foi confirmada a sua presença.
Nando inclusive chegou a participar dos ensaios, e declarou que está radiante com a chance de poder se reunir com seus ex companheiros.
Sobre o show do Rio de Janeiro, ainda não foi noticiado quem participará. É claro que espero que os 7 também estejam lá. Apesar que existe grande chance de eu não poder estar na Fundição no dia primeiro de novembro.
Mas independente disso, os fãs cariocas também merecem essa honra de ver reunida aquela que considero a maior e melhor do Rock nacional.
Confira os videos de "Lugar Nenhum" e "Igreja", dos ensaios que rolaram durante essa semana:


"Igreja", com Nando no baixo e no vocal:



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

FAB - A INTIMIDADE PAUL McCARTNEY - Por Mellissa Martins

A idéia inicial era que a nossa colaboradora especial Mellissa Martins escrevesse uma resenha por mês, sobre livros biográficos de estrelas da música. Março foi Eric Clapton, Abril teve Ozzy Osbourne, Maio foi a vez de Keith Richards. Aí vieram Junho, Julho, Agosto e Setembro, e nada de novos posts da Mell. Mas a espera valeu a pena, pois dessa vez Mellissa escreve sobre "FAB - A INTIMIDADE PAUL McCARTNEY", que distrincha a vida e a carreira daquele que é considerado o maior artista vivo.
FAB - A INTIMIDADE PAUL McCARTNEY
Autor: Howard Sounes 
Editora: Record / Best Seller
Ano de Lançamento: 2011
Número de Páginas: 699
Preço médio: 55,90

Ufa! Demorei mas terminei!!! Depois de 4 longos meses de leitura, consegui, enfim, terminar de ler biografia do Grande Homem! Foram quase 700 páginas de viagem pela vida do homem que ajudou a revolucionar a história da música. Escrita pelo biógrafo Howard Sounes (traduzido por Patrícia Azeredo), o mesmo responsável pelas memória de Bob Dylan. Essa biografia conta a história de Paul James McCartney, em duas partes: Antes e depois dos Beatles, falando de sua origem escocesa, da família humilde,dos amigos, a batida história do fim do quarteto de Liverpool e tudo ao redor da vida desse grande astro.
Não sei você, mas eu sempre tive a impressão de que Paul era a candura em pessoa, o verdadeiro anjo entre os 4 moços dos Beatles. Acho que meu coração ingênuo se deixou levar por seus olhinhos tristes e caídos... Mas, não só eu, caro leitor, aposto que poucos imaginaram que nosso ídolo fosse um duro homem de negócios, muitas vezes arrogante, mimado e cheio de si, conforme Howard retratou em seu livro. Segundo ele, o ex-Beatle se mostrou um homem extremamente grosseiro em várias situações, inclusive em uma entrevista dada sobre a fatídica morte do parceiro John Lennon, em que ele declarou em rede mundial que a morte do amigo “foi um saco”. Mas, venhamos e convenhamos, com toda a atenção que ele recebia da mídia, não tem jeito de ser um Gentleman o tempo todo, afinal, ninguém é de ferro e paciência tem limite.
Mas, é lógico que ele não era só arrogância, Paul muitas vezes foi um homem generoso, ajudando parentes e amigos, como por exemplo, a pensão que ele disponibilizava para a “parentada”.
Depois de passar tanto tempo com ele, já me sinto íntima para falar o quanto achei difícil ler esse livro, a linguagem foi meio arrastada. Ou sei lá, talvez por não ser uma autobiografia, a mensagem tenha sido passada de forma diferente, eu sou obrigada a ver, pelo ponto de vista de outra pessoa (não que o que ele diga não tenha fundamento), tipo um telefone sem fio, entende?
Já disse outras vezes que me interesso de verdade é pela vida pessoal do artista e não tanto pelos acontecimentos da vida profissional. Sou fofoqueira, eu admito! Fiquei muito encantada pelo seu amor por Linda, ele realmente devia ser devotado àquela mulher! Apesar das más línguas dizerem que ela era uma “groupie”, McCartney não estava nem aí, casou-se com ela assim mesmo, inclusive fez parte da sua vida profissional, mesmo que ela não fosse exatamente talentosa para a música, a manteve como parte dos Wings por bastante tempo e também na carreira solo.
Tudo parecia de contos de fadas, a imagem de família de comercial de margarina era passada para todos os meios, compunha belas canções inspiradas em seu cotidiano e, especialmente em sua paixão pela esposa (quem ouviu My Love, sabe). Tudo parecia perfeito para Paul, até que a notícia do câncer da mulher e sua morte em 1998, depois de 29 anos de casados e 4 filhos (contando com Heather, filha de Linda adotada por ele).
Passado o luto, em 2002, McCartney se casa com Heather Mills, uma ex-modelo deficiente que Howard pintou como se fosse uma golpista, mas, o Grande Homem, muito impressionado com sua coragem, ativismo em prol dos animais e peitos enormes, por assim dizer (homem é tudo igual mesmo!).
Contudo, apesar de todas as sugestões de fãs e algumas especulações de críticos de que Heather estava "buscando o pote de ouro," tudo não passava de especulação e boatos, pois o simpático e educado ex-Beatle rebateu no mesmo dia, no seu portal da Internet, as sugestões de que ela, Heather Mills McCartney, só tinha se casado com ele "por dinheiro" e chamou-a de uma "pessoa generosa”. Até os filhos eram contra, tanto que nem foram ao casamento.
Passado o ‘inferno astral’ Paul conhece a empresária Nancy Shevell, cujo vestido de noiva, Stella McCartney, filha de Paul e Linda, desenhou. Que diferença, né? E para ela compôs a bela “My Valentine”.
Enfim, a verdade é universal: Paul McCartney, sem dúvida, é o maior artista de todos os tempos, sua música revolucionou a história e é referência para muita gente. A leitura em si não foi tão bacana, mas, para mim, foi gratificante saber mais da vida desse homem talentoso que tanta gente ama e que eu aprendi a admirar.

EU NA EUROPA 2012 - Decimo Oitavo Dia - Roma Parte V (Bocca della Verita, e Igreja Santa Maria in Cosmedin)

Era o nosso último dia em Roma, e como já havíamos passado na Praça da "Bocca della Verita", sem conseguir ver a curiosa escultura, decidimos que iríamos começar o dia por lá.
A praça possui duas estruturas que são ruínas de templos erguidos provavelmente em homenagem a Hercules. Quando fomos lá pela primeira vez já era mais de 22h, e pensamos que a boca ficava dentro de um desses templos, que se encontravam fechados.
Quando voltamos pela manhã encontramos os templos novamente fechados. Quando lamentávamos o azar de visitar a Piazza Bocca della Verità, justamente no período em que ela se encontrava fechada para reforma, vimos dois brasileiros conversando, e descobrimos que a Boca fica na Igreja Santa Maria in Cosmedin, que já tinha uma grande fila de turistas em sua entrada.
Entramos na fila, pra também poder tirar uma foto com a mão dentro da Boca...
A Bocca della Verità fica na varanda interna da igreja.  Ela é uma curiosa tampa de esgoto do tempo romano, que representa um rosto com a boca aberta. Na Idade Média, os maridos levavam as suas mulheres até à Boca da Verdade, obrigando-as a meterem a mão dentro da "boca" da figura, dizia-se que se a mulher tivesse sido infiel, que a boca encerraria com a mão no seu interior, daí o nome de Boca da Verdade.
Para se conseguir uma foto, paga-se ao porteiro cinquenta centavos de Euro, para que o mesmo usando a nossa câmera realizasse essa com o foco perfeito.
Por fora a Igreja Santa Maria in Cosmedin é bem simples, toda em tijolos aparentes. Foi fundada no século VI, sobre os restos de um edifício romano do século I, provavelmente, uma capela dedicada a Hércules. Em uma das reformas que o edifício sofreu, foi descoberto uma catacumba, que foi preservada e também pode ser visitada (foto abaixo).
A Igreja de Santa Maria in Cosmedin foi doada aos gregos no século VIII, portanto trata-se de um templo Católico Ortodoxo.
O mais notável da igreja é o imponente campanário romântico e o baldaquino gótico do seu interior. Dentro da igreja Em seu interior encontramos fragmentos de mosaicos do século XVIII procedentes da antiga Basílica de S. Pedro.
Em frente à igreja, como comentei anteriormente, na mesma praça da Boca da Verdade, encontramos um templo redondo dedicado a Hércules.
O segundo aoinda não descobri exatamente do que se trata.
Saindo de lá, fomos almoçar. Adivinhem... Pizza, é claro!!!
A idéia era depois entrar no Pantheon, mas como paramos pra fazer algumas comprinhas, acabamos voltando ao Hotel pra pegar nossas malas, para de trem irmos ao Aeroporto pra pegar o avião para Paris.
Passamos um perrengue para embarcamos pois nosso vôo só permitia bagagem de mão, e as mesmas deveriam estar num tamanho e num formato padronizados. Como compramos várias bugigangas tivemos que lançar mão do famoso e providencial "jeitinho brasileiro" para entrarmos no avião sem ter que deixar alguma mala ou pagar uma taxa exorbitante, ou mesmo ter o risco de perdemos nosso vôo.
Mas no fim, com a ajuda de um casal de brasileiros que estavam na fila de embarque, deu tudo certo.

EU NA EUROPA 2012 - Decimo Sétimo Dia - Roma Parte IV (Vaticano e Castelo de Sant' Angelo)

Todos os programas que fizemos em Roma foi a pé. Mas estava tanto calor que resolvemos ir de metrô até o Vaticano. Fomos até a estação, compramos os bilhetes e depois de rodar e subir e descer várias escadas, descobrimos que a estação que pegaríamos estava fechada, mas que havia ônibus reservado para quem comprou passagem de metrô.
Assim fomos apertados e em pé até o Vaticano.
Praça do Vaticano

O Vaticano é a sede da Igreja Católica, e é uma cidade-Estado, cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma. Com aproximadamente 44 hectares (0,44 km²) e com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é o menor País do mundo, tanto por população quanto por área.
Se você pretende visitar a cidade, atente para um detalhe super importante: para entrar nas dependências tanto da Basílica de São Pedro quanto na Capela Sistina, homem não pode estar de short ou camiseta regata; e mulheres não podem entrar de saia curta, ombros a mostra e blusas com decote. As moças podem lançar mão de véus e xales para cobrirem as partes expostas; já os rapazes não tem essa opção, e se não tiverem com o traje apropriado são barrados sumariamente.

O drama maior é que além do calor e do Sol saarianos, a fila pra entrar na Basílica de São Pedro ou pra subir a Cúpula é enorme. E as pessoas são barradas por estarem com "trajes inapropriados" apenas no final, depois de torrarem no sol.
Graças a Deus, e ao meu irmão que me deu o aviso previamente, eu e Mell estávamos vestidos decentemente.
Nossa primeira parada foi a gigantesca e deslumbrante Basílica de São Pedro, onde logo na entrada no lado direito nos deparamos com a maravilhosa Pietá de Michelangelo; talvez a mais conhecida das esculturas feitas pelo artista, representando Jesus morto nos braços da Virgem Maria. Desde que a estátua foi atacada em 1972, está protegida por um vidro a prova de bala.
Outra escultura famosíssima é a Estátua em bronze de São Pedro, atribuída ao escultor Arnolfo di Cambio (século XIII). É bem interessante observar o desgastado pé direito, já sem dedos depois de milhares de fiéis que passaram suas mãos ao longo de doze séculos, em busca de bençãos.
São Pedro é considerado o primeiro Papa. Ele e todos os outros seguintes possuem seus túmulos na Basílica. Alguns deles se encontram com os corpos expostos e mumificados. Como o da foto abaixo. Só não me pergunte seu nome, porque eu não me lembro...
Abaixo a lista de todos os Papas, encontrada na saída da Basílica de São Pedro.
Meu irmão tinha me avisado que a Capela Sistina fechava cedo, e me aconselhou a visitá-la primeiro. Assim, demos uma rápida passada na Basílica. Na saída perguntamos a um funcionário aonde ficava a famosa Capela, que nos respondeu que era no Museu do Vaticano. Lembramos que dentro da Basílica havia uma placa para o Museu das Relíquias do Vaticano, então fomos nós dois novamente entrar na enorme fila.
Quando estávamos quase chegando, perguntei a um dos seguranças a localização da Capela Sistina, que não sei por que começou a me responder em francês. Pedi que ele me respondesse em inglês, e foi aí que entendi que estávamos no lugar errado. O Museu do Vaticano fica fora da Praça, e não tem nada a ver com o  Museu das Relíquias do Vaticano.
Então, fomos correndo ao tal Museu do Vaticano...
Um membro da Guarda Suiça do Vaticano


O Museu é enorme e difícil de ser visitado em um dia só. Por isso, é bom traçar prioridades para não deixar nenhuma obra em especial para trás. Mas no nosso caso nos guiamos unicamente pela atração principal, a Capela Sistina. E fomos seguindo as placas pra chegar na mais aclamada obra de Michelangelo.
Se você visita Roma com mais calma, vale separar um dia inteiro pra explorar esse museu, que guarda muitas outras jóias da arte antiga e medieval. Tem obras do Egito e da Grécia antiga, do Império Romano e uma vasta coleção de arte cristã. Na Pinacoteca, quadros famosos de mestres do Renascimento como Rafael, Leonardo da Vinci e Caravaggio.
Não aproveitamos essas atrações. Mas na correria, sempre seguindo as placas do "Caminho mais curto para a Capela Sistina", passamos por lugares lindos, como a Sala dos Tapetes (foto abaixo).
Ficamos na aba de um grupo que tinha um guia que explicava tudo em espanhol, que nos levou até a  Galeria dos Mapas, uma das salas mais espetaculares do Museu. O teto é todo esculpido e pintado. Nas suas paredes encontram-se mapas geográficos da Itália, pintados entre 1580 e 1585.
Logo em seguida chegamos num salão aonde estava um grande burburinho e flashs eram disparados constantemente. Quando chegamos na metade do hall, perguntei a Mell se ainda faltava muito pra chegar na Capela Sistina. Ela me olhou e disse: "Acho que já estamos nela. Olha pra cima!". Ela estava certa.
Sempre imaginei que essa Capela fosse um local onde estivesse silêncio absoluto, onde as pessoas entravam respeitosamente e que acima de tudo, não tirassem foto.
Foi lá que descobri que nós brasileiros não somos o único povo mal educado da face da Terra! Alguns guardas ainda tentavam timidamente impedir que alguns turistas tirassem fotos, mas logo desistiam.
Não sei pelo fato de ver tantas coisas lindas e maravilhosas antes de chegar lá, ou pelo choqe de presenciar tanto desrespeito; mas a verdade é que a Capela Sistina me decepcionou.
Na minha cabeça eu construia a imagem de um painel único gigantesco onde todas as figuras retratadas se comunicavam. Só que na realidade é como se  fossem colocados nas paredes e no teto vários quadros independentes, um ao lado do outro.
Não dá pra falar que é feio, muito pelo contrário. Mas não é tão belo quanto a imagem que eu tinha na cabeça.
O cansaço ou a fome bateram forte, e fomos almoçar... pizza. Há duas opções dentro do Museu, uma pizzaria simples e um restaurante chique com bela vista dos seus jardins.
Depois de bem alimentados fomos subir a cúpula da Basílica de São Pedro.
Para chegar lá são 551 degraus de sacrifício. Calma, a subida funciona assim: existe a possibilidade de subir um trecho de elevador, pagando-se mais por isso, e dessa forma passa-se a ter que encarar apenas mais 320 degraus... Moleza, né? Pior que não, é puxado, podem acreditar. O elevador nos leva até um patamar onde podemos ver a cúpula bem mais pertinho, como na foto acima. Dali em diante, só de escada mesmo. Chega momentos em que a escada acompanha o desenho da cúpula e as paredes ficam tortas, dá para sentir uma verta tontura. E cada vez vai ficando mais estreito, o calor vai aumentando junto com o cansaço.
Mas eis que se chega ao fim, e uma visão maravilhosa de Roma que vale todo o esforço.
Cansados, suados e bastante felizes...
Descemos, e voltamos para ver a Basílica com mais calma...
O túmulo de João Paulo II
Estávamos exaustos, mas decidimos voltar a pé para o Hotel. No caminho passamos pelo Castelo de Sant' Angelo.
Também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se à margem direita do rio Tibre, diante da Ponte Sant'Angelo, bem perto do Vaticano. No seu interior funciona um museu, que já estava fechado no horário em que chegamos.
A sua construção foi iniciada em 135 pelo imperador Adriano como um mausoléu pessoal e familiar, sendo concluído por Antonino Pio em 139. Depois passou a ser um edifício militar. Durante a época medieval foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
Assim como o Chateau de Vincennes em Paris, estar ali no Castelo de Sant' Angelo é como fazer uma viagem no tempo.


E por falar em viagem no tempo, em frente ao castelo, na bela Ponte Sant' Angelo, assistimos a um guitarrista mandando muito bem no Rockabilly, na sua linda Gibson semi-acústica. O cara usava seu case para guardar as moedas.
E olha o cartaz que ele carregava. Não tinha como não colaborar...
Pertinho dali outro guitarrista, com uma Les Paul mandava Blues e Classic Rock. Usando um pedal ele gravava as bases e as repetia, solando por cima, numa pegada animal. Ele também ganhou suas moedinhas.
A bela Ponte Sant'Angelo

Pra fechar o dia, ou melhor, a noite com mais uma deliciosa Pizza, só pra variar.