Total de visualizações de página


domingo, 31 de maio de 2009

ROCK STAR DE BRINQUEDO

Agora você pode ter seu Rock Star preferido em sua casa, só que em miniatura.
Importados, e bem carinhos (em média R$150,00), impressionam pela perfeição e pela riqueza de detalhes.

JIMMY PAGE



BRIAN JOHNSON E ANGUS YOUNG (AC/DC) os dois são vendidos juntos.



PAUL MCCARTNEY



JOHN LENNON - vendido nas versões 7" e 18"



FREDDIE MERCURY - vendido nas versões 7" e 18"



SLASH



LARS ULRICH (METALLICA)



JAMES HETFIELD(METALLICA)



KURT COBAIN



JOHNNY RAMONE



JANIS JOPLIN



JIM MORRISON



OZZY OSBOURNE "Bark at The Moon"



PAUL STANLEY (KISS)



RICHIE SAMBORA E JON BON JOVI



ELVIS PRESLEY (em um de seus modelos)



BEATLES (Versão Cartoon)






BEATLES (VERSÃO YELLOW SUBMARINE)

Roadie de Jimi Hendrix diz em livro que empresário confessou ter assassinado o guitarrista


Trinta e nove anos após a morte de Jimi Hendrix, o roadie de um dos maiores guitarristas da história do rock - profissional que cuida do equipamento enquanto o artista está no palco - acusa o empresário Michael Jeffery de ter assassinado o músico. James "Tappy" Wright declara no livro "Rock roadie", que está para lançar, que Jeffery confessou o crime um ano após a morte do autor de "Purple Haze" e "Foxey Lady". Segundo o roadie, ele teria dado álcool e comprimidos a Hendrix durante uma visita no hotel onde ele estava hospedado. Depois, o empresário teve que fazer com que a morte do guitarrista não fosse dada como suicídio, para que o seguro de vida não deixasse de beneficiá-lo com dois milhões de dólares. Seu nome estava na lista de Hendrix.

Ocorrida em setembro de 1970, a morte de Hendrix teve como causa oficial intoxicação com barbitúricos e inalação do próprio vômito. Mas o mistério sempre rondou essa história. John Bannister, o médico que fez de tudo para reanimar o guitarrista, admitiu em 1992 que ficou surpreso com a ausência de vinho tinto no sangue do músico, afinal, ele teria bebido junto com os barbitúricos. Jeffery morreu em um acidente de avião em 1973, dois anos após confessar o assassinato a Wright.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

DVD + CD LEGIÃO URBANA E PARALAMAS JUNTOS


Em 3 de setembro de 1988, eu com 12 anos, tinha combinado com meus amigos e meu irmão de ver no cinema "Rambo III". É... eu era fã de Stallone e Schwarzenegger, quem diria...
Antes de sair de casa, fiquei vendo televisão, e de repente começa o especial "Legião Urbana & Paralamas Juntos", fiquei louco, duas das minhas bandas preferidas tocando juntas. Vi o comecinho, mas tinha que sair até porque meu pai era quem ia levar a galera pro cinema. Não podia nem deixar gravando, porque na época não tinha video cassete.
Em dezembro desse mesmo ano, a Globo transmitiu "Barão & Titãs Juntos". Já tinha o video cassete e gravei o especial todo, e tenho a fita até hoje. Titãs, minha banda preferida, tocando com Barão Vermelho as músicas "Não Me Acabo" e "Lugar Nenhum", e depois as bandas fazendo apresentações solo. E ainda tinha coisas muito interessantes, como Caetano Veloso cantando "Igreja" com os Titãs, e Luiz Melodia com Barão em "Quem Me Olha Só".
Anos depois, em 1991, quando comecei o segundo grau, conheci Roberto. Ele era, e ainda é, o maior fã de Legião. Ficava implicando com ele falando que Titãs era muito melhor (e é mesmo..rsss) e vivia colocando defeitos na Legião só pra irritá-lo. Conversando, descobri que ele tinha um grande acervo de shows, clipes e entrevistas da Legião Urbana. Perguntei se ele tinha o programa com os Paralamas, e respondeu que o havia gravado, mas emprestou o K7 pra um amigo que tinha sumido com a fita.
Portanto o programa permaneceu inédito pra mim. Pro meu espanto e felicidade, vi nas Lojas Americanas o "DVD + CD LEGIÃO URBANA E PARALAMAS JUNTOS". Não resisti e comprei na hora.
Gravado no extinto Teatro Fênix, no Rio de Janeiro (RJ), o especial - dirigido por Roberto Talma e Jodele Larcher, com roteiro de Tom Leão, o especial mostra o super trio dos Paralamas com apaoio dos metais e do tecladista João Fera levando grandes hits e até lados B como "Dois Elefantes", e também o Legião que apesar de das limitações técnicas da banda conseguia soar bacana ao vivo. Mas a graça mesmo é quando as duas bandas estão tocando juntas. Infelizmente, a edição foi infeliz, pois mostra apenas flashes na abertura em "The Song Remaisn The Same" (do Led Zeppelin), "Purple Haze" (Jimi Hendrix), "Get Back" (Beatles), e de uma versão Blues da música "Ska" dos Paralamas com Renato Russo nos vocais. Os dois grupos unidos na íntegra só no medley "Ainda é Cedo"/"Jumpin'Jack Flash", além do duo muito bacana entre o vocal de Renato Russo e a sempre excelente guitarra de Herbert Vianna em "Nada por Mim" (balada de Paula Toller e Herbert, gravada pela primeira vez por Marina Lima).
Valeu muito a pena a compra, e o preço bem razoável, R$39,90.
DVD com imagem muito boa e audio excelente, e é o único registro digital das duas bandas, servindo até como registro histórico, num momento muito interessante no país, tanto na cultura quanto na política. Além das perfomances musicais, há depoimentos dos dois vocalistas, de atores da Globo (como Tony Ramos e Claudia Abreu), de Fernando Gabeira, e do saudoso Bussunda que tira um sarro dizendo gostar muito das músicas apesar de não conseguir entender nada das letras.
O CD tem todas as músicas, mas vale mais como um bônus, o som muito tosco, não houve o mesmo cuidado dedicado ao DVD.
Agora é torcer e esperar pelo lançamento do especial com os Titãs e Barão Vermelho.

Abaixo a relação das músicas do DVD, e videos do especial:
1. Abertura - Legião Urbana e Os Paralamas do Sucesso
2. Será - Legião Urbana
3. Meu Erro - Os Paralamas do Sucesso
4. Tédio (Com um T Bem Grande pra Você) - Legião Urbana
5. Depois que o Ilê Passar - Os Paralamas do Sucesso
6. Tempo Perdido - Legião Urbana
7. Alagados - Os Paralamas do Sucesso
8. O Beco - Os Paralamas do Sucesso
9. Que País É Este? - Legião Urbana
10. Nada Por Mim - Legião Urbana e Os Paralamas do Sucesso
11. Dois Elefantes - Os Paralamas do Sucesso
12. Eu Sei - Legião Urbana
13. Ainda É Cedo / Jumpin' Jack Flash - Legião Urbana
e Os Paralamas do Sucesso

Extras:
1. Melô Do Marinheiro (Globo de Ouro) - Os Paralamas do Sucesso
2. Tempo Perdido (Globo de Ouro) - Legião Urbana
3. Alagados (Globo de Ouro) - Os Paralamas do Sucesso
4. Soldados (Globo de Ouro) - Legião Urbana
5. Ska (Globo de Ouro) - Os Paralamas do Sucesso
6. Será (Globo de Ouro) - Legião Urbana
7. Óculos (Globo de Ouro) - Os Paralamas Do Sucesso
8. Que País É Este? (Videoclipe do Fantástico) - Legião Urbana

Renato Russo e Hebert Vianna - Nada por Mim


Legião e Paralamas Juntos - (ao vivo) - Ainda é Cedo

Morre o grande compositor Zé Rodrix


Faleceu na madrugada desta sexta-feira, 22, o cantor e compositor Zé Rodrix, de 61 anos, em São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada. O músico sentiu-se mal e, por volta da meia-noite, foi levado para o Hospital das Clínicas. Faleceu poucos minutos depois de ter chegado à unidade médica, às 00h45, segundo informou a assessoria de imprensa do hospital. O cantor e compositor deixa mulher, além de seis filhos e dois netos.
Multi-instrumentista (piano, acordeom, flauta, bateria, saxofone e trompete), compositor de jingles e publicitário, Rodrix estudou no Conservatório Brasileiro de Música e na escola Nacional de Música, onde aprendeu teoria musical, harmonia e contraponto.
Com o nome artísitico de Zé Rodrix, José Rodrigues Trindade cantou para um grande público pela primeira vez em 1967, participando do Festival de Música Brasileira da TV Record, acompanhado de Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo, com a canção "Ponteio".
Nos anos 70, integrou o progressivo Som Imaginário — banda criada para acompanhar uma turnê de Milton Nascimento, mas que depois seguiu carreira; mas continuou compondo. "Casa no Campo", composição sua e do músico Tavito, ganhou o Festival de Juiz de Fora, em 1971, e fez muito sucesso na voz de Elis Regina. Outros grandes sucessos seus foram "Soy Latino Americano" e "Mestre Jonas”.
Ao lado de Sá e Guarabyra, Rodrix se consagrou como um dos ícones do chamado "rock rural", estilo musical que juntou, nos anos 70, música caipira, folk americano, rock progressivo e ecos do movimento hippie.. Os músicos foram responsáveis por um famoso jingle da Pepsi na década de 1970, conhecido pela estrofe "só tem amor quem tem amor pra dar".
Também atuou no revolucionário e bem humorado grupo Joelho de Porco. Depois, entre os anos 80 e 90, Zé Rodrix deixou a música e começou a trabalhar com publicidade.
Em 1999 lançou o livro "Diário de um Construtor do Templo" (1999). No início dos anos 2000, o músico causou polêmica ao revelar, em uma entrevista, que era maçom. Zé Rodrix chegou a lançar uma trilogia de livros sobre a maçonaria.
O cantor retornou aos palcos em 2001, quando ao lado dos parceiros Sá e Guarabira, fez uma apresentação do Rock in Rio III. Os três ainda produziram um DVD ao vivo "Sá, Rodrix & Guarabyra: Outra Vez Na Estrada - Ao Vivo", com os seus maiores sucessos, também em 2001.
Um dos últimos eventos de Rodrix na cidade do Rio de Janeiro foi o “Rock Rural”, que aconteceu em abril e maio de 2009 no CCBB-RJ:


Sem dúvida a música e a arte perdem um grande nome. Músico, compositor, arranjador, poeta, publicitário, escritor.


Veja a discografia de Zé Rodrix
1968: Momento Quatro - com Momento Quatro
1970: Som Imaginário - com Som Imaginário
1971: Passado, Presente & Futuro - com Sá, Rodrix e Guarabyra
1973: Terra - com Sá, Rodrix e Guarabyra
1973: I Acto
1974: Quem Sabe Sabe Quem Não Sabe Não Precisa Saber
1976: Soy Latino Americano
1976: O Esquadrão da Morte - Trilha Sonora do Filme
1977: Quando Será?
1979: Hora Extra
1979: Sempre Livre
1983: Saqueando a Cidade - com Joelho de Porco
1988: 18 Anos Sem Sucesso - com Joelho de Porco
2001: Outra Vez na Estrada - Ao Vivo - com Sá, Rodrix e Guarabyra
2008: Amanhã - com Sá, Rodrix e Guarabyra

quinta-feira, 21 de maio de 2009


Também no dia 29 de Maio, o cantor e compositor do Clube da Esquina,. Flávio Venturini lança seu CD e DVD “Não Se Apague Esta Noite”, com show no Vivo Rio.
Com participações especiais de Milton Nascimento, Mart'nalia, Marina Machado e André Mehmari.
Ainda não decidi em quais dos dois irei. Mas tenho uma semana pra escolher.

Dia 29 de maio às 22h
Vivo Rio:
VIP R$ 90,00
Setor 3 R$ 60,00
Setor 2 R$ 70,00
Setor 1 R$ 80,00
Pista superior R$ 40,00
Camarote B R$ 100,00
Camarote A R$ 120,00
Classificação 16 anos.

ANGRA E SEPULTURA JUNTOS NO CANECÃO




Duas das maiores bandas brasileiras de metal vão se apresentar juntas
e percorrerão diversos países da América Latina para mostrar o melhor do estilo.
Sepultura e Angra, respectivamente thrash e heavy metal, tocam
no dia 29 de maio no Canecão (Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo)
e vão cruzar cerca de 20 cidades do continente.

Após o término da turnê europeia, o Sepultura vai mostrar o resultado
do último álbum, “A-Lex”, lançado mundialmente em janeiro.
A banda que acabou de tocar por 20 países em fevereiro e março vem
com Derrick Green (vocal), Andreas Kisser (guitarra/foto), Paulo Xisto (baixo)
e Jean Dolabella (bateria). O Angra, após dois anos parados, prepara o repertório
e promete algumas surpresas. Na formação do grupo estão Edu
Falaschi (vocais/foto), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra)
e Felipe Andreoli (baixo). Ricardo Confessori, um dos primeiros membros
do Angra, retorna ao grupo e substitui Aquiles Priester na bateria.

Os ingressos custam de R$ 80,00 a R$ 240,00 e começam a ser comercializados
no dia 11 de maio. A compra antecipada pode ser feita na Hard'n'Heavy
(Rua Marquês de Abrantes, 177 Loja 106, Flamengo).

Mais informações: (21) 2105-2000

17 de Maio - HEAVEN AND HELL - Citibank Hall - Rio de Janeiro


Em 1992, essa mesma banda mas ainda sob alcunha de Black Sabbath, tocou no Canecão. Eu que desde as fraldas sou fã de Ozzy e de Black Sabbath estava louco pra ir. Mas sabe como é, adolescente duro, não tinha verba pra pagar o ingresso; os anos passaram fiquei mais velho, mas a grana continua excassa...
Em 1995, assistia pela segunda vez a um show do Ozzy Osbourne(a primeira foi na primeira edição do Rock In Rio em 1985), só que nessa vez o lendário baixista do Sabbath, Geezer Buttler fazia parte da banda.
Em 1998, vi um show do Dio, onde tocou na mesma noite com Scorpions e Jason Bonhan Band. Então da formação do Heaven And Hell eu ainda não tinha visto ao vivo o baterista Vinny Appice e o guitarrista Tony Iommi.
Vinny Appice, irmão de Carmine Appice (do trio Beck, Bogert & Appice e de boa parte da carreira solo de Rod Stewart) deu uma aula de Rock pesado, tocando com vontade, segurança e sem exageros, um verdadeiro rolo compressor.
Mas o cara que prestei mais atenção o show todo foi o mestre Tony Iommi. Com visual característico: óculos, blusão de couro preto, cruz no peito e a inseparável guitarra SG, e principalmente tocando com sentimento e com um som de guitarra de deixar babando. Com certeza um dos responsáveis pela criação do que viria a se chamar Heavy Metal, tanto que uma faixa com os dizeres "Mr Iommi, thank you for created Heavy metal" foi entregue a Dio durante o show, e este fez questão de mostrar pra todos.

Ronnie James Dio esbanjando simpatia, fazendo questão de apertar a mão dos fãs do gargarejo, de mostrar as camisas e faixas que lhe eram intregues durante o show. Sempre explicando de que trata cada música e anunciando o que a banda ia tocar, ensinando as estrelas mais novas como um astro de primeira grandeza tem que agir com seu público. E continua cantando muito, sem amarelar.
Como estava posicionado na frente de Iommi, fiquei um pouco longe de Butler, mas como já sabia, trata-se do melhor baixita do metal, e um dos co-fundares dos sons pesados.
O set list continha apenas faixas dos discos que contaram com Dio nos vocais, os excelentes Heaven and Helll (1980). Mob Rules (1981), Dehumanizer (1992), além do novo disco de "The devil you know". E realmente as músicas da fase Ozzy não fizeram falta, apesar de hora e outra rolar um corinho pedindo "Paranoid".
Entrei correndo no Citibank Hall pois estava atrasado, e perdi o comecinho do show, mas foi foda ver e ouvir "Mob Rules", e a emoção de ver finalmente esses caras juntos ao vivo. Ainda mais depois de "Children of The Sea" que veio na sequência, minha preferida da fase Dio no Sabbath.
Outros destaques foram o cenário e a iluminação, dando um banho no Oasis.
Os pontos altos da noite pra mim foram:
- Quando Dio apresentou Tony Iommi, que começou um lindo solo de guitarra na introdução de "Die young".
- E a versão épica e alongada de "Heaven and Hell", com mais belos solos de guitarra, e com a galera cantando e emocionando a todos com o corinho "ÔÔÔÔÔ", acompanhando o Riff da música sendo comandados pelo vocalista. Inesquecível.
Com isso a banda deixou o palco, voltando para o bis sobre o mesmo corinho da platéia, fechando a noite com "Country Girl" e "Neon Knights".
Noite triunfal e inesquecível.


Set List:
E5150
Mob Rules
Children of the Sea
I
Bible Black
Time Machine
Solo de bateria: Vinnie Appice
Fear
Falling off the Edge of the World
Follow the Tears
Die Young
Heaven & Hell
Country Girl / Neon Knights
Essa é a Capa do novo disco da banda, "The devil you know." , que ainda não tenho, uma ótima sugestão pra quem quiser me presentear.

NÃO POSSO DEIXAR DE PERDER


O grupo Jonas Brothers vem ao Brasil pela primeira vez para duas apresentações, no Rio e em São Paulo. Neste sábado (23.05), os irmãos fazem show na Apoteose, no Rio, e no domingo (24.05) sobem ao palco montado no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Os shows fazem parte da nova etapa internacional da "The Jonas Brothers world tour". Os shows em toda a América Latina têm como convidada especial a cantora e atriz Demi Lovato, que estrelou com os irmãos o filme "Camp Rock".
Infelizmente não irei por já ter um compromisso pra esse sábado a noite: tenho que arrumar meu armário.

AC/DC: show recebe reclamações por barulho a 20km de distância em show na Alemanha

O site alemão The Local comunicou que o show do AC/DC em Munique, que aconteceu no dia 15 de maio, recebeu 100 queixas de barulho feitas por vizinhos furiosos, segundo a polícia.
As reclamações vieram de bairros distantes, como por exemplo, Unterhaching, que fica a 20km do estúdio. A polícia disse que os vizinhos se queixaram da "música absurdamente alta".
O barulho não preocupou o ministro da economia Karl-Theodor zu Guttenberg, que compareceu ao show com a sua esposa, Stephanie. O ministro de 37 anos admitiu seu amor pelo heavy metal e disse que é fã do AC/DC desde a sua adolescência.
E eu aqui no Brasil espero ansiosamente um show deles aqui no Brasil.
Lembro me que na saída do show do Queen + Paul Rodgers em novembro do ano passado, vieram me falar: "Olha que absurdo: o carinha ali falou que se fosse um show do AC/DC ele teria um orgasmo". Então respondi que provavelmente eu também teria um orgasmo.
As pessoas não iniciadas não entendem o prazer que o verdadeiro Rock'N'Roll pode proporcionar. É por isso que eu não preciso de drogas: Uma guitarra distorcida, um vocalista gritando com atitude, um baixo bem grave e suingado, e uma bateria tipo rolo-compressor é o suficiente para me intorpecer.

Em Tempo....

Esqueci de comentar que a última gravação de George Harrison foi tocar guitarra na versão em inglês da música "Anna Julia" dos Los Hermanos. A canção foi gravada no álbum solo do ex-bateirsta da banda Traffic, Jim Capaldi, que era vizinho e amigo pessoal de George, e o convidou para tocar o solo da música.

GEORGE HARRISON - BIOGRAFIA (Terceira e última parte)


George Harrison, em 1980, escreveu a autobiografia intitulada "I Me Mine", onde falava pouco dos Beatles e mais de seus hobbies preferidos: corridas de Fórmula 1 e jardinagem. O livro inclui também letras de suas músicas e fotos raras. John Lennon, antes de morrer, declarou que ficou magoado com George por ter sido pouco mencionado em sua biografia.
Nesse mesmo ano, perde um dos seus amigos mais queridos: John Lennon, assassinado. Escreveu a canção "All those years ago" em homenagem a Lennon, e chamou Paul McCartney, Linda McCartney e Ringo Starr para participarem da gravação. A canção foi lançada no álbum de 1981, "Somewhere in England" e se tornou um sucesso, atingindo o segundo lugar nos Estados Unidos. Mas o disco marcou um dos piores momentos da sua carreira. A Warner Bros Records rejeitou quatro músicas ("Tears of the World", "Sat Singing", "Lay His Head" e "Flying Hour").
George Harrison e Bob Marley


Em 1982, George lançou o álbum "Gone Troppo", considerado um de seus piores trabalhos, mas conseguiu fazer relativo sucesso com a canção "Wake up My Love". Depois deste álbum, George ficou 5 anos sem gravar e deu prioridades a outros afazeres.
Em 1987, George lançou o álbum "Cloud 9", que foi produzido por Jeff Lynne (Electric Light Orchestra). Depois de 5 anos, foi uma volta com reconhecimento de público e de crítica. George convidou mais uma vez alguns amigos para participar do álbum: Eric Clapton, Ringo Starr e Elton John, além do próprio Jeff Lynne. A canção "I got my mind set on you"(escrita por Rudy Clark na década de 60) atingiu o primeiro lugar nos Estados Unidos e segundo na Inglaterra. Outro grande sucesso do disco foi "When We Was Fab" em referência aos Beatles. No video clip desta canção George aparerece junto com Ringo Starr e Paul Mccartney, este vestido de leão marinho em referência às fantasias usadas no filme "Magical Mystery Tour". O álbum alcançou o posto de número 8 nas listas de sucessos dos Estados Unidos e o número 10 nas britânicas, dando a Harrison seu melhor resultado desde "Living in the Material World".
Um anos depois de "Cloud 9", ele formou um grupo com amigos. Os Traveling Wilburys tinha, além de George, Jeff Lynne, Bob Dylan, Roy Orbison e Tom Petty. Cada um participou da banda com um pseudônimo. Eles lançaram o disco "Traveling Wilburys Vol.1" ainda em 1988.
No ano seguinte, foi lançada a coletânea "Best of Dark Horse Years" que trouxe ainda algumas canções inéditas: "Poor Litte Girl", "Cheer Down" e "Cockamamie Business".
No primeiro ano da nova década viria a luz o segundo álbum do Traveling Wilburys: "Traveling Wilburys Vol. 3", apesar da morte de Roy Orbison em 1988.
Em 1991, George iniciou uma turnê pelo Japão, acompanhado por Eric Clapton. O álbum "Live in Japan", foi lançado em 1992. Foi seu segundo álbum ao vivo lançado e a primeira turnê feita em sua carreira solo desde a de 1974. Nesta turnê, diferentemente da de 74, foi incluída no repertório algumas composições clássicas da época dos Beatles além das da carreira solo.
Entre 1994 e 1996, empreendeu junto a Paul McCartney e Ringo Starr o projeto "Anthology", incluindo a gravação de duas novas canções dos Beatles a partir de demos caseiros dos meados dos anos 70, onde John Lennon tocava piano e cantava. O projeto incluía entrevistas com os membros sobreviventes dos Beatles contando a história da banda. Em 1996, gravou e produziu junto a Carl Perkins a canção "Distance Makes No Difference With Love" para álbum dele, "Go-Cat-Go".
A última aparição de Harrison na televisão teve lugar em 1997 para a promoção de "Chants of India", em uma colaboração junto a seu amigo e músico hindu Ravi Shankar. No programa, Harrison interpretou, depois de que uma pessoa do público lhe pediu uma "canção dos Beatles" e ele respondeu "creio que não conheço nenhuma", a canção "All Things Must Pass" e "Any Road", esta última só seria lançada em 2002 no seu álbum póstumo Brainwashed.
Depois da turnê, George desapareceu da mídia e começou sua batalha contra o câncer de pulmão. Em 30 de dezembro de 1999, Harrison sobreviveu a um ataque de um intruso em sua própria casa. Ele e sua mulher, Olivia, enfrentaram o intruso que foi posteriormente levado pela polícia. Michael Abram, de 35 anos, declarou que estava possuído por um espírito, e que era uma missão concedida por Deus matar George Harrison. Mais tarde foi preso em um sanatório mental. Após o incidente, Harrison ficou relativamente traumatizado e limitou ainda mais suas aparicões públicas.
Em 2001, Harrison apareceu como convidado no álbum Zoom da Electric Light Orchestra, tocando guitarra slide.

O primeiro sinal de câncer de George apareceu na década de 90, no pulmão. Ele enfrentou várias cirurgias para eliminá-lo. Em 2001, o câncer reapareceu em metástase. Apesar dos tratamentos agressivos, logo se descobriu que era terminal, decidindo de imediato passar seus últimos dias em família e trabalhar em alguns projetos para posteriormente serem terminados por sua viúva e filho.
Quando às oito da manhã de sexta-feira, 30 de Novembro, o Mundo soube da morte de George Harrison, já o seu corpo tinha sido cremado e as suas cinzas jogadas a caminho de um rio sagrado da Índia.
O ex-Beatle preparou sua morte, longe da ribalta, discretamente, como era sua filosofia de vida, não permitindo a invasão da sua privacidade e da sua família.
Só três pessoas sabiam onde e como George Harrison iria morrer: a mulher, Olivia, e o amigo, Gavin De Becker, que se encarregou do plano.
Nem o filho, Dhani, sabia onde o pai iria morrer, para que o círculo do segredo ficasse ainda mais fechado.
No dia 17 de Novembro, foi dada alta de Nova Iorque ao ex-Beatle. Harrison tinha pouco tempo para se despedir da família e dos amigos. Entre outros, chamou a irmã, Louise, que dirige o Hotel "A Hard Day"s Night", em Illinois, e os amigos de sempre Paul McCartney e Ringo Starr.
George e Louise estavam de relações frias, depois de Louise ter aberto o hotel com o nome de uma canção/álbum/filme dos Beatles, o que não agradou ao irmão.
A um Paul McCartney de lágrimas nos olhos, George disse que "já não estaria aqui no Natal".
Ringo, que estava em Boston à cabeceira da cama da filha, também com cancer, voou de imediato e disse que não sairia de ao pé de George "até ao fim", adiando para isso a digressão no Canadá.
"Não adies. Eu estou em paz", respondeu-lhe George Harrison.
Sem publicidade, no dia 17 de Novembro, George Harrison voou no jacto privado de Gavin De Becker para Santa Monica, California, tendo depois sido transportado de ambulância descaracterizada até ao UCLA Medical Centre, em Los Angeles para tratamentos.
No dia 20, a situação clínica do ex-Beatle deteriorou-se, pelo que George Harrison foi transferido para casa de Gavin De Becker, em Beverly Hills, onde ficou isolado. A única visita exterior permitida foi a de Ravi Shankar que lhe tocou cítara.
A morte viria a ocorrer às 13h30 de quinta-feira, 29 de Novembro. Além da família, dois dos seus melhores amigos indianos, Shayam Sundara e Mukunda, entoaram cânticos Hare Krishna, enquanto o ex-Beatle desfalecia.
O corpo de George Harrison foi cremado no dia 30 de Novembro, tendo o caixão sido coberto por pétalas de rosa numa cerimónia Hare Krishna com o ambiente envolto em essência de sândalo.
Na Austrália vai ser construído um memorial em homenagem a George Harrison, mais concretamente na ilha Hamilton onde o ex-Beatle possui uma vivenda.
O guitarrista dos Beatles refugiou-se nesta sua casa pela última vez em 1999 e os vizinhos descrevem-no como uma pessoa simples, tranquila e sempre longe da multidão."
George faleceu dia 29 de novembro de 2001 em Los Angeles aos 58 anos de idade.
Sua morte foi devido ao câncer que havia atingido ao cérebro. Sua família emitiu um comunicado: "Abandonou este mundo como viveu: consciente de Deus, sem medo da morte e em paz, rodeado de familiares e amigos". Harrison costumava dizer: "Tudo pode esperar, menos a busca de Deus".
O álbum póstumo de George Harrison, "Brainwashed", foi completado por seu filho Dhani Harrison e Jeff Lynne e lançado em 18 de novembro de 2002, recebendo positivas críticas e alcançando o posto 18 nas paradas de álbuns da Billboard. Dentre as canções do disco se destacam o promocional "Stuck Inside a Cloud" e "Any Road" que alcançou o posto 37 nas paradas de sucesso britânicas.
Exatamente um ano após sua morte, Olívia Harrison, sua mulher, e Eric Clapton, seu amigo, organizaram o "Concert for George", no Royal Albert Hall, em Londres. O concerto contou com a presença do filho de George, Dhani, além de grandes amigos como Ravi Shankar, Tom Petty, Jeff Lynne, Billy Preston, Jim Capaldi, Paul McCartney, Ringo Starr, Jools Holland, Albert Lee, Sam Brown, Gary Brooker, Joe Brown, Ray Cooper, integrantes do Monty Python e Tom Hanks.
Seu único filho Dhani Harrison é fisicamente tão parecido com George que quando foi realizado o show The concert for George, Paul McCartney disse que parecia que George estava lá jovem enquanto todos tinham envelhecido.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

SHOW DO OASIS - 7 de MAIO de 2009


Eu já tinha visto dois shows do Oasis: em 1998 no atual Citibank Hall, e no Rock In Rio III; portanto tinha decidido que não iria nesse. Mas como mágica, aos 45 minutos do segundo tempo (já está virando rotina), surge um ingresso grátis!!!
Oito mil pessoas lotaram o Citibank Hall, pra ver os irmãos Gallangher, mas antes tinha a banda de abertura – Cachorro Grande.
Tenho que admitir que não sou fã do Cachorro Grande, não compraria o CD, e dificilmente iria a um show deles. Mais foi bacana ver a apresentação dos caras, primeiro porque são Rock’N’Roll de verdadee na essencia, e só por isso já são melhores do que muita coisa por aí. Segundo, porque eles se mostraram muito “gente boa”, simpáticos, e espertos também, tentando conquistar a platéia elogiando o Oasis, meio que comprando a galera toda. Terceiro, porque o som estava muito bom e alto, como devem ser todos os shows de Rock – inclusive, o som da banda de abertura e estava melhor e mais alto do que da principal, por incrível que pareça. E finalmente porque fecharam seu set chamando Samuel Rosa do Skank pra levar com eles “I Saw Her Standing There” e “Helter Skelter” dos Beatles; não dá pra falar mal de uma apresentação dessas...

O Oasis entrou mais baixo, com “Fuckin’ In the Bushes” servindo de introdução para a entrada de Noel, Liam, Colin Archer (guitarra), Andy Bell (baixo), Chris Sharrock (bateria) e Jay Darlington (teclados), no palco.
Sem rodeios e com uma certa frieza (apesar do agrado de Liam aos fãs da primeira fila, jogando águas), o grupo já mandou seu primeiro clássico, “Rock’n’Roll Star”, do álbum de estreia “Definitely Maybe” (1994), que foi seguida por “Lyla” e “The Shock of the Lightning”, esta segunda tirada de “Dig Out Your Soul” (2008), disco que dá a base de sustentação do repertório desta turnê.
Liam marrento como sempre, usando um sobretudo que mais parecia uma batina, cantando com as mãos no bolso, com o tradicional microfone mais alto e deixando o palco quando Noel assumia os vocais. Já Noel sempre paradão, algumas vezes de costas para a platéia; e me desculpe os fãs, mas nunca gostei muito dele como guitarrista, sempre o achei meio sem pegada.
A banda tinha o público na não que cantava as menos conhecidas e se esgoelava nos grandes hits, como “Wonderwall” e “Supersonic” (a minha favorita) que fecharam a primeira parte do show.
Voltando para o bis com "Don't Look Back in Anger", que transformou o Citibank Hall em um gigante karaokê, "Falling Down"; “Champagne Supernova", também cantada em coro pela plateia; e "I Am the Walrus", dos Beatles.
Durante o show todo o público pediu “Live Forever”, inclusive a cantando antes do bis e no fim da apresentação, mas a banda ignorou os pedidos.
Não dá pra dizer que um show que começa com “"Rock'n'Roll Star" e termina com "I Am the Walrus" seja ruim, mas saí de lá com a sensação de que ficou faltando alguma coisa. E não foi “Live Forever” suplicada pela galera, nem a ausência das minhas duas baladas favoritas “Don’t Go Away” e “Stand By Me”. Acho q faltou entrega, faltou uma banda tocando com tesão como foi o primeiro que eu vi naquela mesma casa de show a 11 anos atrás.


Set List:

"Fuckin' In the Bushes (intro)"
"Rock'n'Roll Star"
"Lyla"
"The Shock of the Lightning"
"Cigarettes & Alcohol"
"The Meaning of Soul"
"To Be Where There's Life"
"Waiting for the Rapture"
"The Masterplan"
"Songbird"
"Slide Away"
"Morning Glory"
"Ain't Got Nothing'"
"The Importance of Being Idle"
"I'm Outta Time"
"Wonderwall"
"Supersonic"

BIS:
"Don't Look Back in Anger"
"Falling Down"
"Champagne Supernova"
"I Am the Walrus"

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Paul McCartney poderá se apresentar no Brasil no segundo semestre de 2009


Parceria entre Planmusic e Brasil 1 Entretenimento negocia terceira vinda do ex-Beatle ao país; turnê será a última da carreira do músico
Segundo o colunista da revista VEJA, Lauro Jardim, Paul McCartney pode tocar no Brasil em 2009.
A vinda do ex-Beatle estaria sendo viabilizada para o segundo semestre de 2009 ou para o início de 2010, através de uma parceria entre a produtora Planmusic, do empresário Luiz Oscar Niemeyer, com a Brasil 1 Entretenimento.
A turnê que poderá vir ao Brasil seria dentro da última mega excursão mundial de McCartney, que pretende levar sua despedida dos palcos para 100 cidades ao redor do mundo.

Caso se confirme, será a terceira vez que o ex-Beatle se apresenta no Brasil. Paul já tocou em 1990, para 184 mil pessoas no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro; e em 1993, quando passou por São Paulo e Curitiba.

A Planmusic já realizou os últimos shows de Rolling Stone, U2 e Coldplay no país, e será a responsável pela vinda de Elton John e James Blunt ao Brasil, em janeiro de 2009.

8 de Abril de 2009 - SHOW DO KISS APOTEÓTICO



Em 1983, eu cursava o primeiro ano do primário, e meus colegas da escola estavam impressionados com uma banda que iria se apresentar no Maracanã naquele ano; se tratava do Kiss, e os moleques diziam que era a banda com o som mais pesado que eles conheciam, e além disso todos os integrantes usavam máscaras e eram adoradores do diabo.
Naquela época eu já conhecia bandas como Black Sabbath e AC/DC, portanto eu achava o som do Kiss bem pop. O que me chamava a atenção era o visual, isso era impressionante.
Pelo som não ser agressivo como os das bandas de heavy metal e hard rock que eu conhecia, comecei a achar que esse lance de satanismo era meio sem fundamento. Depois de descobrir com meu pai que o nome da banda significava “beijo” e que boa parte dos títulos das músicas tinha a palavra “love”, tive certeza que eles nunca tiveram nenhuma ligação com o Demo....rsss
Com o passar dos anos comecei a conhecer e escutar mais o Kiss, e apesar de ter alguns de seus discos e DVDs na minha coleção nunca fui um fã da banda.
Por esse motivo, somado com preço alto do ingresso e a decepção com o show do Iron Maiden, tinha decidido não ir no show. Só que as 45 minutos do segundo tempo, mudei de idéia e fui pra Apoteose.

Na verdade o público era pequeno, as arquibancadas não foram ocupadas, mas quem estava lá era realmente fã do grupo, ou no mínimo apreciador do bom e velho Rock’n’Roll; ou seja, ninguém estava por lá por modismo. Grande parte dos espectadores a caráter, ou com camisa do Kiss ou com os rostos pintados como seus ídolos.
Muitos foram pegos de surpresa, quando as 20h10, a banda Libra subiu ao palco para abertura, logo ao fim da primeira música, Libra que também é o nome do vocalista, líder e dono da banda, explicou que eles haviam sido convidados no meio dia daquela quarta feira. Com o som baixo e abafado, e com o vocalista reclamando disso a todo momento, sob uma boa dose de vaias e alguns aplausos espaçados, os cariocas apresentaram por 30 minutos um pouco do seu Rock Gótico cantado em português.
Daí entrou em ação o DJ mandando muito bem com o melhor do Rock das antigas, até que é erguido cobrindo a frente de todo palco um imenso bandeirão com o logo do Kiss. De repente o áudio sobe e começa a tocar “Won't get fooled again” do The Who; ao fim da música ouviu-se o tradicional: “All right, Rio, you wanted the best... you got it! The hottest band in the world: KISS”. Então, a bandeira caiu e o riff poderoso de “Deuce” se fez ouvir por toda a Apoteose.
O set seguiria, quase na íntegra a ordem das faixas do “Alive!”, primeiro disco ao vivo da banda, um clássico de 1975 – com exceção de ‘Firehouse’ e ‘Rock Bottom’. Os membros originais Gene Simmons (vocal e baixo), Paul Stanley (vocal e guitarra) ao lado de Eric Singer (bateria e vocal) e Tommy Thayer (guitarra e backing vocal), começavam a apresentar um grandioso show de Rock.
A segunda foi ‘Strutter’, do primeiro disco da banda,aonde aconteceu a primeira interação com a platéia, Paul Stanley a “dividiu” no meio, para fazer a clássica competição de qual lado cantava mais alto.
‘Got To Choose’ manteve o astral do show. Até que no fim de ‘Hotter Than Hell’ Gene Simmons empunhou uma espada em chamas e a usou para cuspir fogo, todos sabem que ele faz isso, mas tenho que admitir que é maneríssimo presenciar essa cena de circo num show de rock.
Então veio uma das minhas faixas favoritas do Kiss: “Nothin’ to Loose”, cantada muito bem pelo baterista Eric Singer.
O show continou com “C’mon and Love” e “Parasite”, esta última uma das mais pesadas da carreira da banda, que me pareceu ainda ter mais peso ao vivo. Nesse momento começou a chover muito forte. A chuva se intensificou muito durante “She”. Depois da canção, Tommy Thayer fez um solo a la Frehley, com direito a guitarra atirando fogos de artifício.

Em ‘100,000 Years’ Eric Singer executa seu versátil solo de bateria, dosando elementos simples, com pedais duplos acelerados e frases velozes em todo seu kit. Durante o solo uma plataforma elevou a bateria a uma altura impressionante, parecendo ser impulsionado por foguetes.
Com a chuva mais amena, a platéia fez a festa com “Cold Gin”. Em seguida, Paul Stanley saudou o público e foi instigado pela platéia a fazer a tradicional mímica como se estivesse sendo beijado, de costas para a galera. Meninas excitadas pelo frontman começaram a atirar sutiãs ao palco. Paul recolheu todas as peças e, com elas presas na guitarra, tocou “Let Me Go, Rock ‘n’ Roll”.
Depois da farra, Paul se dirigiu a frente do palco para tocar a introdução de ‘Stairway To Heaven’, um dos maiores hinos do Led Zeppelin. Com alguns aplaudindo e outros gritando “Kiss”, o frontman começou a dedilhar a introdução de ‘Black Diamond’. Pouco antes de começar o verso inicial, Paul parou de tocar e avisou que a guitarra estava com problemas, sendo prontamente substituída por outra, entregue pelo roadie. O público adorou a mistura de “preocupação pelo o melhor som possível” com o prolongamento da introdução.
O clímax foi mesmo em ‘Rock N’ Roll All Nite’ e sua impressionante chuva de papel picado juntamente com os fogos e explosões.
Após seu maior clássico, deixam o palco, voltando poucos minutos depois com Paul Stanley empunhando a bandeira do Brasil. O público recepcionou o Kiss cantarolando o refrão de “I Love It Loud”. A banda agradece, mas antes toca “Shout It Out Loud”, para o delírio da platéia.
Logo depois, veio “Lick It Up”, num arranjo mais longo que contou com um entreato inspirado em “Won’t Get Fooled Again” do The Who (mesma música antes da abertura). Em “I Love It Loud” Gene Simmons trouxe ao palco o seu tradicional baixo-machado para tocar esta canção. Com o seu “machado” fez seu solo, que de virtuoso não tem nada. Ao final da “barulheira”, o tradicional banho de sangue cuspido por Simmons levou os fãs a loucura.
A dançante ‘I Was Made For Lovin’ You’, também recheada de pirotecnia, fez todos ainda cantarem e pularem. Paul Stanley introduziu ‘Detroit Rock City’ dizendo que o Rio pode ser chamado de “Rio Rock City”, o que o fez ser ovacionado. Todos os integrantes subiram no palanque da bateria, que se elevou a uma altura imensa, com direito a duas labaredas giratórias de fogo.
E tudo acabou numa cascata de fogos em volta do sambódromo, ao som de "God gave rockn´roll to you".
Senti falta das baladas como “Forever” e “Beth”, mas talvez a inclusão de músicas lentas quebraria o pique do show.
É verdade que o tempo é implacável, que Simmons e Stanley já são quase sessentões. Deu pra notar a dificuldade de Paul em alcançar as notas mais altas. Mas e daí?
Os dois são músicos apaixonados e homens de negócios, que fazem valer o preço do ingresso. Afinal o levaria esses velhinhos milionários a correr o mundo maquiados, tocando as mesmas músicas de há quase 40 anos? O amor pelo rock´n´roll. Eles sabem que são adorados mundialmente, de uma forma que o dinheiro não pode comprar.
Você pode achar que o Kiss é o “Rei do Clichê”, mas não pode se esquecer que eles são os inventores desses clichês: a maquiagem, as poses, os truques, os malabarismos, explosões e demais efeitos especiais formam a cartilha desse tipo de circo.
Não se sabe se foi por causa da chuva, que prejudicou até os telões em alguns momentos, que Gene Simmons não fez o seu número de vôo durante sua parte solo, quando cospe sangue com ar demoníaco; bem como Paul Stanley também não deslizou na tirolesa em “Love Gun”, sendo que essa música nem foi tocado no Rio.
Mas apesar desses problemas, o Kiss fez um show excelente, de muito profissionalismo, e com um som perfeito e irretocável. Ao ponto de ao encontrar meu amigo Maurício dividimos a mesma opinião:
“Parece heresia, mas o show do Kiss foi muito melhor do que o do Iron Maiden...’



Set list

• Deuce
• Strutter
• Got To Choose
• Hotter Than Hell
• Nothin' To Loose
• C'Mon And Love Me
• Parasite
• She
• Tommy Thayer (Solo)
• Watchin' You
• 100,000 Years
• Eric Singer (Solo)
• Cold Gin
• Let Me Go Rock N’ Roll
• Black Diamond
• Rock N’ Roll All Nite

-BIS-
• Shout It Out Loud
• Lick It Up
• I Love It Loud
• I Was Made For Lovin' You
• Detroit Rock City

Vídeos do evento beneficente da David Lynch Foundation, Radio City Music Hall, 4 de abril de 2009

RINGO STARR & PAUL MCCARTNEY _ WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS



RINGO STARR com a participação de Ben Harper e Eddie Vedder - BOYS


EDDIE VEDDER E BEN HARPER - UNDER PRESSURE (cover do Queen)


Paul McCartney, Ringo Star, Bettye Lavette, Sheryl Crow - Cosmically Conscious


PAUL MCCARTNEY - Got to Get You Into my Life




PAUL MCCARTNEY - JET

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A matemática por trás do divórcio de Paul McCartney e Heather Mills

Essa recebi por email...rssss:

A matemática por trás do divórcio de Paul McCartney e Heather Mills
Após 5 anos de casamento, ele pagou a ela US$ 49 milhões. Admitido-se que ele fez sexo com ela todas as noites durante os 5 anos de casamento (o que efetivamente NÃO ocorreu!), resulta em um custo de U$ 26.849,00 por trepada.
Essa é Heather Mills:


Em compensação, a garota de programa de Elliot Spitzer, chamada Kristen, uma morena lindíssima com um corpo de arrasar quarteirões, cobra U$ 4.000 por hora. Para fazer tudo que o cliente deseja! Esta é a Kristen:


Se o Paul McCartney tivesse ‘empregado’ a Kristen por 5 anos, ele teria gasto U$ 7,3 milhões por uma hora de sexo todas as noites (economizando U$ 41,7 milhões).
Ou seja: uma gata de 22 anos, sem “vontades”, sem “dores de cabeça”, que faz tudo que se pede e sem reclamações. E o melhor de tudo: ela sai quando você acaba e volta quando você pede. Tudo isso por 1/7 do custo, sem honorários advocatícios.
Será q o Paul tá achando q valeu a pena?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Melhores de 2008 - Parte 2

O ano de 2008 pra mim foi um ano de reviravoltas e mudanças.
Terminei um relacionamento de quase 10 anos pra iniciar outro que acabou antes que o ano findasse. Perdi muitos amigos e conquistei alguns novos. Foi o ano que mais estudei na minha vida, embora esse estudo não tenha dado muito resultado.
Resumindo, foi um ano em que muito se plantou e pouco se colheu. Como na prática o ano só começa depois do Carnaval, e estamos perto da Páscoa, que é o significado de recomeço e nova vida; é o período perfeito pra avaliarmos o ano que passou.
Então continuando a postagem sobre melhores de 2008, dessa vez vou destacar o "Melhor presente que ganhei no ano".
E foram os três volumes de "A Música de Djavan", com as letras e partituras de todas as composições da carreira do mestre Djavan.
Em 1997, o produtor Almir Chediak (1950 - 2003) editou o Songbook Djavan, que reuniu em dois livros partituras de 98 músicas do compositor e gerou três CDs com regravações de 47 temas do artista em registros que, entre solos e duos, mobilizou cerca de 60 artistas. Onze anos depois, Djavan lança por sua editora, Luanda, uma versão diferente e atualizada de seu songbook. "A Música de Djavan" apresenta em três volumes as partituras (escritas por Ricardo Gilly e revisadas pelo compositor) das 185 músicas compostas por Djavan até o momento. As músicas estão dispostas em ordem cronológica, divididas por disco (ao fim de cada volume, há as músicas cedidas para outros intérpretes e nunca gravadas pelo autor, como "Lábios" gravada por Zizi Possi e "Nuvem Negra" gravada por Gal Costa). Textos do jornalista Hugo Sukman comentam cada um dos 17 álbuns de Djavan. A edição prima pelo requinte, capa, papel e acabamento de primeira, fotos excelentes.
Fiquei maluco quando vi numa livraria pela primeira vez, e o que me impediu de comprá-los de cara foi o preço, R$180,00 cada volume.
Além de tudo foi um presente totalmente inesperado.

sábado, 4 de abril de 2009

JEFF BECK E METALLICA ENTRAM HOJE PRO HALL DA FAMA

Vai rolar hoje a cerimônia anual do Hall da Fama do Rock'n'Roll em Cleveland, Ohio, com a indução de Jeff Beck, Metallica, Run DMC, DJ Fontana e Bill Black (respectivamente baterista e baixista que tocavam com Elvis Presley).
Para poder entrar para o Hall, o artista deve ter lançado seu primeiro disco a pelo menos 25 anos. Portanto, o Metallica se credenciou a partir de 2008, já que Kill'Em All foi lançado em 1983. Com a indicação da banda, surgiu a primeira polêmica: James Hetfield (voz e guitarra) disse que todos os ex-integrantes seriam convidados a receber o prêmio, mas Dave Mustaine, expulso da banda que depois montaria o Megadeth, recusou. O ex-baixista Jason Newsted (que entrou em 1986 e deixou a banda em 2001) ficou entusiasmado com o convite, pairando no ar a dúvida de que com qual baixista a banda se apresentaria na festa: com Jason ou o atual Roberto Trujillo. Isso criou um certo mal estar que levou a banda a dizer que Roberto vai tocar, logo serão dois baixistas no palco. Trujillo teria dito que preferia assistir da platéia como fã porque queria ver a banda do “Black album” em ação.

Jeff Beck já tinha sido entronizado em 1992 como membro do grupo Yardbirds; banda inglesa dos anos 60 aonde passaram por suas formações três deuses da guitarra: Eric Clapton, Jimmy Page e o próprio Beck, chegando a contar com Page e Beck tocando juntos por um curto período de tempo. Pode se dizer inclusive que os Yardbirds originaram o Led Zeppelin, mas isso é uma outra história....
Essa nova indicação agora pela segunda vez é por sua carreira solo. Carreira maravilhosa e diversificada, que começou em 1968 com a Jeff Beck Group, que contava ainda com Rod Stewart nos vocais, Ron Wood no baixo, Nicky Hopkins nos teclados, além de Mike Walter como baterista do primeiro disco e Tony Newman do segundo. Depois ele envereda para a música instrumental, sendo um dos precurssores do JazzRock e do Fusion, em discos clássicos como Blow by blow, Wired e There & Back.
Portanto reconhecimento mais do que merecido, pois trata-se de um dos maiores guitarristas, músico inovador e genial. Um dos melhores shows que já assisti na vida foi sua apresentação no Free Jazz em 1998 no MAM (Rio de Janeiro).

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A CARREIRA SOLO DE GEORGE HARRISON



Após o fim dos Beatles, em 1970, Harrison tinha tanto material acumulado que seu primeiro álbum solo foi triplo; o primeiro álbum triplo da história do rock (que em CD, se tornou duplo). All Things Must Pass, de 1970, é considerado por muitos como o melhor disco de um ex-beatle e um dos melhores discos da história, e atingiu o primeiro posto das paradas britânicas e americana. Com sucessos como "My Sweet Lord", "Isn't It a Pity" e "What is Life". Anos mais tarde a canção My Sweet Lord, lhe trouxe problemas devido a uma acusação de plágio. A melodia do vocal da primeira parte da musica era bem parecida com "He's so Fine" (single de 1963), do grupo The Chiffons. George negou a acusação, mas em 1976, foi condenado por ter subconcientemente plagiado a canção. As discussões sobre os pagmentos aos danos causados levaram o caso a ser continuado até os anos 90. Durante este período, violando os preceitos éticos legais, o então empresário dos Beatles, Allen Klein, comprou a editora Bright Tune, dona dos direitos autorais de "He's so Fine", e trocou de lado, entrando na justiça contra Harrison; obviamente para poder capitalizar nos pagamentos dos danos que Harrison eventualmente teria que fazer a editora. Finalmente, anos depois, Harrison comprou os direitos de ambas canções, He's So Fine e My Sweet Lord. Quando o álbum foi remasterizado em CD, a música ganhou uma versão nova chamada "My Sweet Lord 2000".



Em 1971, Harrison foi procurado por seu amigo Ravi Shankar que o sugeriu a fazer um show para arrecadar fundos para ajudar os flagelados de Bangladesh. Então George Harrison pela primeira vez na história organizou um show beneficente. O show aconteceu em 1 de agosto no Madison Square Garden, de Nova York, reuniu cerca de 40.000 pessoas e contou com a participação de Eric Clapton, Ravi Shankar, Bob Dylan, Ringo Starr, Leon Russell, Billy Preston e o grupo Badfinger. Os outros ex-Beatles também foram chamados mas só Ringo Starr compareceu. Paul alegou ser muito cedo para reunir a banda novamente e John não compareceu porque o convite não se estendeu a sua esposa, Yoko Ono. O The Concert For Bangladesh também foi lançado em LP duplo, ganhando inúmeros prêmios. Em 2005 o álbum foi relançado em CD e em DVD e as arrecadações foram doadas à Unicef.


De forma adicional ao seu próprio trabalho, Harrison escreveu duas canções para Ringo Starr, "It Don't Come Easy" e "Photograph", incluídas no álbum Ringo (álbum), de 1973. Apareceu a seguir no álbum Imagine (1971), de John Lennon, assim como nas canções "You're Breakin' My Heart" de Harry Nilsson, "Day After Day" de Badfinger, "That's The Way God Planned It" de Billy Preston e "Basketball Jones" de Cheech & Chong.
Em 1973, lançou o álbum Living in a Material World que continha a belíssina "Give me Love (Give me peace on Earth)", segunda música a atingir o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, depois de "My Sweet Lord".
No ano seguinte separou-se da sua primeira mulher, Pattie Boyd, que depois se casaria com seu amigo Eric Clapton. No mesmo ano, lançou o álbum Dark Horse, que teve muitas críticas negativas. George iniciou sua primeira turnê e seus shows foram muito criticados por conter um longo número do artista Ravi Shankar. George também lançou seu selo, a Dark Horse Records, que só começou a funcionar em 1976.
Extra Texture foi seu último álbum lançado pela Apple Records, em 1975. Foi um álbum para cumprir contrato com a gravadora e chegou na posição 8 nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. A canção "You" foi o sucesso do álbum.
Somente em 1976 é que George lançou um álbum pelo seu selo, a Dark Horse Records, 33 1/3. Na época George ficou doente com hepatite, o que fez com que ele mudasse a distribuidora do álbum da A&M Records para a Warner Bros Records pelo fato que a A&M Records queria que ele entregasse um novo álbum até junho e isso se tornou impossível com a doença. Os sucessos do álbum foram "Crackerbox Palace" e "This Song". Essa última ele escreveu satirizando o caso de plágio de "My sweet Lord". O álbum atingiu o décimo primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos.
Nesse mesmo ano, Harrison apareceu ao lado de Paul Simon no programa Saturday Night Live em 20 de novembro, aonde tocaram juntos "Here Comes The Sun" e "Homeward Bound".
Em 1979, George lançou um álbum que tinha seu nome no título, George Harrison. O álbum trouxe os sucessos "Blow Away" e "Love Comes to Everyone" (umas das minhas favoritas...) e atingiu o décimo sexto lugar nos Estados Unidos.
No mesmo ano, George junto com um sócio, Denis O'Brian, lançou a produtora de filmes chamada Handmade Films. Com a Handmade foram produzidos, entre outros, os filmes A Vida de Brian (com o grupo Monty Python) e Shangai Surprise (com Madonna).


Aguardem continuação...