Sabe quando você se sente um fracassado; Quando vc percebe que não tem nada de bom na sua vida, que você está na maior merda; E você percebe que só conseguiu fazer mal as pessoas que você amava?
Então, pra esses dias também existem uma trilha sonora:
YER BLUES
Originalmente gravada pelos Beatles no Álbum branco de 1967. Nesse vídeo temos John Lennon (guitarra e voz), Eric Clapton (guitarra), Mitch Mitchell (bateria) e Keith Richards (baixo)
LITHIUM
Na verdade, eu tenho meio que uma bronca do Nirvana, mas essa música é perfeita para essas ocasiões.
I WANNA BE SEDATED
Nessas horas, sempre se quer estar sedado...
Dá-lhe Ramones!!!
RAINNING BLOOD
Porrada na orelha: SLAYER!!!!!!!!
SEEK AND DESTROY
Mais porrada na orelha: METALLICA!!!
BE QUICK OR BE DEAD
Porrada!! Até sangrar: Maiden, Maiden!!!
DEAD EMBRYONIC CELLS
Até estourar: Sepultura, Porra!!!
AGONIZANDO
OOOOOhhhhhhh!!!: Titãs
sexta-feira, 20 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
IRON MAIDEN - 14 de Março de 2009 - Praça da Apoteose - Rio de Janeiro
Tinha tudo pra ser um dos melhores shows da minha vida: uma das minhas bandas prediletas, com um repertório só de clássicos que cobrem a melhor fase. Era como se o seu time fosse jogar a final de campeonato em casa contra o Resende, ou seja, não tem como dar errado. Mas o problema que ás vezes dá errado, o Flamengo que o diga.
Marquei com meu amigo de chegar às 20hs na Apoteose, cheguei só às 20 45h, e deu tempo de ver parte da apresentação da banda de abertura, que eu nem sabia que ia ter. Era o show de Lauren Harris, filha de ningéum menos que Steve Harris (baixista e chefão do Iron Maiden); a menina é uma gracinha mas definitivamente não tem voz pra Rock'N'Roll, seria como se a Madonna cantasse no AC/DC. O som estava muito baixo, e a apresentação foi bem chatinha, tirando a parte divertida de ficar gritando em coro: "Sogrão! Sogrão!".


Então a expectativa foi crescendo, afinal seriam duas horas de clássicos do metal pesado, um repertório acumulado na melhor fase da banda tocado com a experiência adquirida nestes anos, agora contando com uma linha de frente de três guitarras. Além disso era prometido efeitos especiais e super cenários.De repente, as luzes se apagam, e ouviu-se o discurso de Winston Churchill sobre lutar no ar, no mar e em terra sem se render nunca, e começa o petardo “Aces High”, a galera foi a êxtase.
O som estava muito baixo e embolado, a voz de Dickinson quase inaudível, o baixo, quem diria, sem pressão. Imaginei que fosse por ser a primeira música, mas infelizmente estava errado.
Inacreditavelmente, durante o show todo o som permaneceu péssimo, baixo , embolado, mal regulado. O que é imperdoável pra uma banda com a expressão que tem o Iron Maiden. Fiz questão de mudar de lugar várias vezes pra saber se o problema era a minha posição, mas em todos eles o audio continuava muito ruim.
Outra decepção foi em relação aos efeitos especiais e cenário. Explosões e efeitos especiais bem fracos, com panos de fundo sendo trocados a cada música. A exceção foi a aparição atrás do palco do boneco Eddie em versão múmia, soltando fogos de artifício durante a música "Iron Maiden".
O repertório foi praticamente o mesmo de toda esta etapa da turnê, iniciada em fevereiro. A novidade foi a longa suíte “Rime of the ancient mariner", talvez ao lado de "Fear of the dark" foram as músicas que ficaram com o som melhor, provavelmente por terem andamento mais lento, os instrumentos não ficaram tão embolados.
Foi revoltante, um show só com músicas fodas como "2 minutes to midnight ", "The Trooper", "Wasted Years" e "Run To The Hills" e com um audio tão terrível.
Outra decepção: ainda não inventaram uma função pro terceiro guitarrista Janick Gers, que é quase uma figura decorativa, se revezando em tocar bases e dobrar alguns solos de Adrian Smith.
Durante o bis, na execução de “The evil that men do" houve mais uma aparição de Eddie, dessa vez andando pelo palco na versão da capa do disco "Somewhere In Time".
Dá raiva de sair dum show desses assim, afinal o repertório praticamente perfeito, banda afiada, público empolgado, tudo para um showzaço.
É revoltante gastar uma grana (o ingresso mais barato de meia entrada foi R$95,00) e ver uma infraestrutura tão ruim.
O meu consolo é que já presencie três apresentações da Donzela, e todas (até com Blaze Bayley nos vocais...ergh!!) foram excelentes em todos os sentidos
E DÁ-LHE RESENDE!!!!
Abaixo o set list completo:
Setlist
Intro: Discurso de Winston Churchill
1. Aces high
2. Wrathchild
3. 2 minutes to midnight
4. Children of the damned
5. Phantom of the opera
6. The trooper
7. Wasted years
8. Rime of the ancient Mariner
9. Powerslave
10. Run to the hills
11. Fear of the dark
12. Hallowed be thy name
13. Iron Maiden
BIS
14. Number of the beast
15. The evil that men do
16. Sanctuary
quinta-feira, 12 de março de 2009
OASIS NO BRASIL EM MAIO
GUNS N' ROSES E VAN HALEN JUNTOS EM TURNÊ EM 2009

A volta do Guns n' Roses (leia-se Axl Rose)aos palcos deve trazer com ele outro peso pesado do rock, os veteranos do Van Halen.
Já segundo o site da revista americana Rolling Stone, a turnê de lançamento do novo disco do Guns, "Chinese Democracy", vai acontecer em grandes estádios no meio do ano.
A turnê do Van Halen com o Guns deve trazer David Lee Roth de volta aos vocais, segundo o site "Spinner". Eddie Van Halen (guitarra) junto com seu irmão Alex Van Halen (bateria) e seu filho Wolfie (baixo) completariam a formação atual do grupo.
Eddie afirmou que o grupo já pensa em lançar um novo álbum, projeto que incluiria o vocalista.
"David, Wolfie, Alex e eu somos uma banda", disse o guitarrista em entrevista no mês passado. "Eu espero que a gente discuta sobre gravar material novo depois que Janie e eu nos casarmos e Wolfie se forme."

Guns n' Roses lidera lista com as cem músicas mais importantes do Rock Pesado

O canal de televisão na internet VH1 fez um programa especial com a escolha das cem músicas mais importantes do rock pesado.
É, parece heresia, mas a música vencedora foi "Welcome to the Jungle", do Guns n' Roses, seguido por "Back in Black", do AC/DC, e "Whole Lotta Love", do Led Zeppelin.
Essas duas sim mereceriam liderar a lista.
O programa foi dividido em cinco partes, cada uma com uma hora de duração. Quem o apresenta é o líder do Poison, Brett Michaels, que lista os singles e conta os bastidores de cada composição.
Veja a lista dos dez primeiros:
1 - Guns n' Roses - "Welcome to the Jungle"
2 - AC/DC - "Back in Black"
3 - Led Zeppelin - "Whole Lotta Love"
4 - Black Sabbath - "Paranoid"
5 - Metallica - "Enter Sandman"
6 - The Who - "Won't Get Fooled Again"
7 - Nirvana - "Smells Like Teen Spirit"
8 - Aerosmith - "Walk This Way"
9 - Van Halen - "Running With The Devil"
10 - Motörhead - "Ace Of Spades"
VIDA DE BON SCOTT VAI VIRAR FILME

A vida de Bon Scott, o primeiro vocalista do AC/DC, morto em 1980, vai virar filme. A informação é do site especializado "Undercover". De acordo com o site, foi o cineasta Eddie Martin quem afirmou que está trabalhando em um filme sobre Scott.
O cineasta disse que o projeto vem sendo desenvolvido há dois meses. No momento, ele está empenhado em escrever o roteiro. O elenco e o nome do filme ainda não foram escolhidos.
Scott foi encontrado morto em 1980 no banco de trás de um carro sufocado em seu próprio vômito depois do consumo excessivo de álcool. Naquele mesmo ano, ele foi substituído por Brian Johnson, que está na banda até hoje.
terça-feira, 10 de março de 2009
CONTAGEM REGRESSIVA PRO SHOW DO IRON MAIDEN
sábado, 7 de março de 2009
6 de Março de 2009 - Simply Red - Citibank Hall - Rio de Janeiro

A pontualidade britânica foi deixada de lado, pois já passava das dez da noite quando a banda subiu ao palco no único show no Rio de Janeiro da turnê The Greatest Hits Tour do Simply Red.
A casa bem cheia, foi ao delírio com a aparição do vocalista Mick Hucknall que estava bastamte empolgado e contagiou a galera já na abertura com "It´s Only Love". Após a primeira música, Mick agradeceu a todos com um "Obrigado" carregado de sotaque, e em inglês agradeceu a presença de todos.
A apresentação foi rolando num clima dançante, até "Home", um dos pontos altos do show, onde o público cantou em coro, reverenciando, o solo de guitarra de Kenji Suziki.
Depois veio uma sequência de três belíssimas baladas: "For Your Babies", "Holding Back the Years" (o primeiro sucesso da banda de 1986) e "You Make Me Feel Brand New" (regravação do The Stylistics); sequência perfeita pra para os casais dançarem mais juntos. Não faltaram beijos apimentados e longos abraços.
Aí vieram os tributos: primeiro aos mestres do reggae Sly & Robbie, na música "Night Nurse"; depois à banda da década de 60 de Manchester (cidade natal também do Simply Red): The Holies em "The Air That I Breathe", e finalizando com Mody Blues em "Go Now".
A casa voltou a balançar na seqüência "Stars", "Come To My Aid", "The Right Thing" e "Sunrise".
O destaque é sem dúvida Mick Hucknall, o cara é um verdadeiro crooner a moda antiga, segurando com uma das mão o microfone e com a outra o cabo, ele esbanja competência e afinação. Ele faz ao vivo o que faz em estúdio, realmente não amarela nas partes mais difícies como fazem a maioria dos cantores atuais.
Mas a banda toda é composta por músicos excelenetes como o saxofonista/tecladista Ian Kirkham que faz bonito no solo de sax na música "Thrill Me".
Fechando a apresentação com "Something Got Me Started",Mick recolheu o paletó que havia deixado em um canto do palco e acenou, se despedindo da platéia. No entanto, voltou para mais duas músicas: Fairground e Money´s Tôo Tight To Mention. E a banda deixou o palco mais uma vez.
Algumas pessoas deixavam a casa, quando Mick entoou "If You Don´t Know Me By Now" . "Esta noite vocês foram incríveis", agradeceu o vocalista do Simply Red.
O Simply Red se despede do Brasil e parte rumo aos Estados Unidos para seguir comemorando 25 anos de carreira, nessa que é a turnê de despedida da banda, que encerra suas atividades de bons serviços prestados a música em 2009.
set list do show:
It´s Only Love
A New Flame
Your Mirror
Never Never Love
Home
For Your Babies
Holding Back the Years
You Make Me Feel Brand New
Night Nurse
The Air That I Breathe
Go Now
Fake
Thrill Me
Stars
Come To My Aid
The Right Thing
Sunrise
Something Got Me Started
Fairground
Money´s Too Tight To Mention
If You Don´t Know Me By Now
quarta-feira, 4 de março de 2009
EVENTO BENEFICENTE PODE REUNIR RINGO E PAUL

Parece que o cineasta David Lynch vai ser o responsável pela reunião dessa metade do quarteto de Liverpool.
Paul McCartney e Ringo Starr já estão confirmados para o evento beneficente da David Lynch Foundation, a ser realizado no Radio City Music Hall, em Nova York, no dia 4 de abril. Presenças garantidas de Eddie Vedder (Pearl Jam), Sheryl Crow , Donovan, Ben Harper, Moby, entre outros.
FAITH NO MORE DE VOLTA

Faith no More pode estar prestes a voltar aos palcos, primeiro passo já foi dado:
Uma série de shows em festivais europeus foram marcados. Ainda não existe nenhuma informação sobre novas idéias para CD ou mesmo apresentações em outros locais.
O agente do vocalista Mike Patton que anunciou um comunicado sobre a participação de Mike no filme “Crank 2″ (continuação de “Adrenalina”) e de quebra avisou sobre esses shows.
A banda se separou em 1998, mas o vocalista do grupo esteve à frente de diversos projetos como Lovage, Tomahawk, Peeping Tom, Anonymous e Fantômas. Já o baterista Mike Bordin toca na banda de Ozzy Osbourne desde 1998.
O Faith No More foi um dos primeiros a combinar elementos do funk e do hip hop com o heavy metal. Eles tocaram no Brasil no auge da carreira, fazendo um show memorável no Rock in Rio II, em 1991.
Robert Plant e Alison Krauss gravarão novo disco
Os grandes vencedores da 51ª edição do prêmio, da qual saíram com cinco troféus, tinham vendido até então 77 mil cópias do álbum Raising Sand, lançado em 2007. Depois do Grammy, a venda do trabalho teve um acréscimo de absurdos 715%. O total já chega a 1,26 milhão.
O ex-Led Zeppelin e a cantora de bluegrass se juntaram em 2007 para gravar Raising Sand e depois caíram na estrada para fazer uma série de shows - um dos motivos alegado por Plant para não se reunir com o Led Zeppelin. E foi anunciado esta semana que a dupla está de volta ao estúdio para gravar o sucessor de Raising Sand, novamente com o produtor T. Bone Burnett.
HEAVEN AND HELL NO BRASIL EM MAIO

A Banda formada pelos integrantes da segunda fase do Black Sabbath - Ronnie James Dio (vocal), Tony Iommi (guiatrra), Geezer Butler (baixo) e Vinny Appice (bateria), rebatizados de Heaven And Hell, já tem disco de inéditas gravado, e confirmam apresentações no Brasil.
O site Black-Sabbath.com divulgou relação de músicas que farão parte do disco de inéditas do Heaven And Hell. Intitulado ‘The Devil You Know’, o trabalho será lançado dia 28 de abril e terá as seguintes faixas:
01. Atom & Evil
02. Fear
03. Bible Black
04. Double the Pain
05. Rock & Roll Angel
06. The Turn of the Screw
07. Eating the Cannibals
08. Follow the Tears
09. Neverwhere
10. Breaking Into Heaven
No mês seguinte ao lançamento de ‘The Devil You Know’, o Heaven and Hell desembarca no Brasil para as cinco apresentações abaixo:
10/05 - Belo Horizonte (Chevrolet Hall)
13/05 - Brasília (Ginásio Nilson Nelson)
15/05 - São Paulo (Credicard Hall)
16/05 - São Paulo (Credicard Hall)
17/05 - Rio de Janeiro (Citibank Hall)
CONFIRMADO: KISS EM ABRIL NO BRASIL

Ingressos já a venda nas bilheterias do CitiBank Hall no Rio e no Credicard Hall em São Paulo, pelo telefone 0300-789-6846 (das 9h às 21h, de segunda a sábado) ou pela Internet.
Show Kiss São Paulo
Data: 07/04/2009
Local: Arena Skol Anhembi
Preço: R$ 170 (pista) e R$ 350 (pista vip)
Show Kiss Rio de Janeiro
Data: 08/04/2009
Local: Praça da Apoteose
Preço: R$ 160 (pista) e R$ 350 (pista vip)
A-HA NO BRASIL EM MARÇO
O A-ha está entre as bandas que tenho vergonha de dizer que eu gosto...
Adimito que tenho alguns LPs dessa banda norueguesa.
Essa é a minha música preferida deles:
No Brasil, a banda se apresenta nos dias 25 de março, no Credicard Hall, em São Paulo, e no seguinte no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. Os ingressos para os shows já estão à venda. Confira mais informações:
25/03/2009 - São Paulo/SP
Credicard Hall – Av. Nações Unidas, 17.955
Horário: 21h30
Ingressos
Nos camarotes no setor I: R$ 350,00
Nos camarotes no setor II: R$ 300,00
Nas poltronas setor I: R$ 250,00
Nas poltronas setor II: R$ 200,00
Em pé na platéia: R$ 180,00
Na platéia superior setor I: R$ 130,00
Na platéia superior setor II: R$ 120,00
Na platéia superior setor III: R$ 100,00
Estacionamento: R$ 25,00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos. 14 anos e 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Informações: 11 2846-6010 / www.ticketmaster.com.br
26/03/2009 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall – Av. Ayrton Senna, 3000
Horário: 21h30
Ingressos:
NOS CAMAROTES: R$ 400,00
NAS POLTRONAS: R$ 300,00
EM PÉ NA PLATÉIA: R$ 140,00
Classificação etária: Menores de 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Informações: 0300 7896846 / www.ticketmaster.com.br
Adimito que tenho alguns LPs dessa banda norueguesa.
Essa é a minha música preferida deles:
No Brasil, a banda se apresenta nos dias 25 de março, no Credicard Hall, em São Paulo, e no seguinte no Citibank Hall, no Rio de Janeiro. Os ingressos para os shows já estão à venda. Confira mais informações:
25/03/2009 - São Paulo/SP
Credicard Hall – Av. Nações Unidas, 17.955
Horário: 21h30
Ingressos
Nos camarotes no setor I: R$ 350,00
Nos camarotes no setor II: R$ 300,00
Nas poltronas setor I: R$ 250,00
Nas poltronas setor II: R$ 200,00
Em pé na platéia: R$ 180,00
Na platéia superior setor I: R$ 130,00
Na platéia superior setor II: R$ 120,00
Na platéia superior setor III: R$ 100,00
Estacionamento: R$ 25,00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos. 14 anos e 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Informações: 11 2846-6010 / www.ticketmaster.com.br
26/03/2009 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall – Av. Ayrton Senna, 3000
Horário: 21h30
Ingressos:
NOS CAMAROTES: R$ 400,00
NAS POLTRONAS: R$ 300,00
EM PÉ NA PLATÉIA: R$ 140,00
Classificação etária: Menores de 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Informações: 0300 7896846 / www.ticketmaster.com.br
SIMPLY RED NO BRASIL

O Simply Red virá para o Brasil em 2009, na turnê “The Greatest Hits Tour” de despedida. Atualmente a banda é formada por: Hucknall no vocal, Ian Kirkham nos teclados e saxofone, Kenji Suzuki na guitarra, Dave Clayton nos teclados, Pete Lewinson na bateria, Steve Lewinson no baixo, Kevin Robinson no trompete e flauta, Sarah Brown e Dee Johnson no backing vocal.
Se apresentarão nos dias 3 e 4 de março de 2009, no Credicard Hall em São Paulo. No 6 de março no Citibank Hall no Rio de Janeiro. O Symple Red completa 25 anos de carreira, e conforme anunciado pelo vocalista Hucknall essa turnê é de separação da banda. Após o término da turnê mundial o vocalista Hucknall seguirá carreira solo que começou em 2008, gravando um álbum em tributo ao cantor de soul Bobby Bland e apresentando-o em shows pela Europa.
03 e 04/03/2009 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955
Horário: 21h30
Ingressos: entre R$ 100,00 e R$ 400,00
Informações: www.ticketmaster.com.br
06/03/2009 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Horário: 21h30
Ingressos: R$ 150,00 (pista), R$ 300,00 (poltrona) e R$ 400,00 (camarote)
Informações: www.citibankhall.com.br
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
25 de Fevereiro - Aniversário do Mestre George Harrison


Ontem George Harrison completaria 66 anos. Além de ser um dos maiores compositores, vocalistas e guitarristas da história da música popular; Harrison era sem dúvida uma alma iluminada.
Aos 11 anos conheceu Paul McCartney na escola. Quando Paul descobriu que George tocava guitarra, o apresentou a John Lennon que acabou o aceitando na banda Quarrymen, que se tornaria posteriormente The Beatles.
George ficou conhecido como o "beatle quieto" ("quiet Beatle"), devido a sua maneira introspectiva e tendência a falar pouco durante as entrevistas. Já a maioria dos amigos asseguram que na intimidade ele era muito falante, contradizendo a imagem que a imprensa tinha a seu respeito.
No primeiro disco da banda, Please Please Me (1963), ele cantou como líder vocal as músicas "Chains" e "Do You Want to Know a Secret?". Harrison escreveu sua primeira canção em 1963, Don't Bother Me, lançada em With The Beatles , segundo álbum dos Beatles.
Mas foi só a partir de 1965 que George Harrison começou a contribuir freqüentemente com composições para o grupo. No álbum Help!, ele lançou duas composições próprias: "I Need You" e "You Like Me Too Much".
Nesse mesmo ano ele conhece à cultura indiana através do trabalho do músico Ravi Shankar. George ficou fascinado pelo som indiano e se tornou o maior responsável pela popularização da música indiana nos anos 60, ao inserir pela primeira vez na música pop um instrumento indiano, tocando sítara na canção "Norwegian Wood" do álbum Rubber Soul. Nesse mesmo disco, os Beatles gravam duas de suas composições; "Think For Yourself" e "If I Needed Someone".
Nessa mesma época começou a se interessar pela religião hindu. Em 1966, conheceu Maharishi Mahesh Yogi e começou a desenvolver a meditação transcendental. Influenciados por George Harrison, os Beatles foram à Índia fazer meditação espiritual em 1968. Harrison abraçaria a tradição Hare Krishna, em particular o canto de mantra usado como meditação privada e chamado japa-yoga.
A partir do álbum Revolver, de 1966, George começou a compor cada vez mais e com mais qualidade, chegando a competir no mesmo nível com as composições de Lennon/McCartney. Neste álbum ele conseguiu lançar pela primeira vez três canções de sua autoria: "Taxman", "I Want to Tell You" e "Love You To"; esta última gravada com músicos indianos.
Em 1967, colocou uma composição nos dois álbuns lançados: "Within You, Without You" (em Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band) e "Blue Jay Way" (em Magical Mystery Tour, nesse mesmo disco há " Flying", uma canção instrumental assinada pelos 4 Beatles).
Na trilha sonora do longa-metragem animado "Yellow Submarine" (1968), contém mais duas composiçoes de Harrison: "Only A Northern Song" e "It's All Too Much".
As discussões entre os membros dos Beatles tornaram-se mais freqüentes após a morte do empresário Brian Epstein, em 1967. Durante as gravações do álbum The Beatles (conhecido como White Album) de 1968, George tentou abandonar a banda, mas acabou desistindo da idéia. Com o crescimento de suas composições, Harrison começou a ter dificuldades de incluí-las nos álbuns dos Beatles pois Lennon e McCartney tinham vasto material a ser incluído e não sobrava espaço para suas composições. Durante a gravação do álbum George teve três músicas excluídas ("Sour Milk Sea", "Not Guilty" e "Circles") além de quatro músicas incluídas ("Piggies", "Savoy Truffle" e "Long Long Long" e "While My Guitar Gently Weeps"). Essa última contou com um solo magistral de seu grande amigo Eric Clapton.
No álbum de 1969, no disco Abbey Road, George lançou duas composições próprias: "Something" e "Here Comes the Sun" (provavelmente suas mais populares canções).
Something foi a primeira canção de George a ser lado A de um compacto dos Beatles, "Something/Come Together". Ela é considerada sua mais bela canção e foi regravada por Elvis Presley e Frank Sinatra; é também a segunda música mais tocada e regravada dos Beatles (ficando atrás de "Yesterday").
A tensão entre a banda se torna evidente durante os ensaios preliminares do projeto Get Back, ; descontente com a situação toda entre os Beatles, George Harrison abandonou o grupo em 10 de janeiro de 1969 mas retornou a seu trabalho em 22 do mesmo mês, depois de reuniões de negócios com os outros Beatles. O projeto resumiu-se, sendo gravado no Apple Studios em multi-tracks e lançado como filme/documentário sob o título de Let It Be onde pode-se ver Harrison dizendo a Paul: "Tocarei o que vc quiser que toque ou não tocarei nada se não quiser que toque nada". Em 1970, o fim dos Beatles é anunciado e cada um segue seu caminho.


Antes do fim dos Beatles, ele já havia lançado dois álbuns solo: Wonderwall Music, de 1968, e Electronic Sound, de 1969. O primeiro com músicas instrumentais foi trilha sonora do filme homônimo e é oficialmente considerado seu primeiro álbum solo, contou com a participação de Ringo Starr e Eric Clapton, todos (inclusive George) usando pseudônimos. O segundo, considerado um álbum experimental, trouxe várias músicas tocadas em sintetizador Moog e uma capa com um desenho de sua própria autoria.
Aguardem continuação....
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
MÚSICA DE CORNO DE QUALIDADE...
Tenho um vizinho que adora ouvir aqueles pagodes insuportáveis, que nas letras medíocres falam de dor-de-cotovelo, ou seja aqueles sambinhas que costumamos chamar de "musica-de-corno".
Esse termo passou a ser associado às músicas de má qualidade: sertanejo, pagode-mauricinho e música brega em geral. Mas existem muitas músicas com o tema citado que são excelentes. Ou seja, você pode ser corno, curtir uma dor-de-cotovelo, sofrer por amor ouvindo músicas de qualidade.
LED ZEPPELIN - SINCE I'VE BEEN LOVE IN YOU
A melhor música de corno de todos os tempos!
AL GREEN - HOW CAN YOU MEND A BROKEN HEART?
A versão original com Bee Gees é muito boa, mas Al Green cantando mostra como um macho-heterosexual-assumido também pode ir pro fundo do poço por causa de um amor.
GARY MOORE - STILL GOT THE BLUES
Não é a toa que blues em inglês também significa tristeza...
ERIC CLAPTON - BELL BOTTON BLUES
PHIL COLLINS - IN THE AIR TONIGHT
É isso aí: Tá Puto? Vai tocar bateria...
Esse termo passou a ser associado às músicas de má qualidade: sertanejo, pagode-mauricinho e música brega em geral. Mas existem muitas músicas com o tema citado que são excelentes. Ou seja, você pode ser corno, curtir uma dor-de-cotovelo, sofrer por amor ouvindo músicas de qualidade.
LED ZEPPELIN - SINCE I'VE BEEN LOVE IN YOU
A melhor música de corno de todos os tempos!
AL GREEN - HOW CAN YOU MEND A BROKEN HEART?
A versão original com Bee Gees é muito boa, mas Al Green cantando mostra como um macho-heterosexual-assumido também pode ir pro fundo do poço por causa de um amor.
GARY MOORE - STILL GOT THE BLUES
Não é a toa que blues em inglês também significa tristeza...
ERIC CLAPTON - BELL BOTTON BLUES
PHIL COLLINS - IN THE AIR TONIGHT
É isso aí: Tá Puto? Vai tocar bateria...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
MEUS 20 GUITARRISTAS PREFERIDOS DE ROCK E BLUES
1 - JIMMY PAGE

É pura paixão... Eu poderia dar mil motivos por ele ser meu guitarrista favorito, mas todos estariam envolvidos com a emoção. Foi indescritível vê-lo tocando ao vivo.
2 - JIMI HENDRIX

Com certeza é o guitarrista mais influente de todos os tempos; de Beatles a Miles Davis, todos se renderam a genialidade de Hendrix.
3 - STEVE HOWE

Um guitarrista diferenciado. No estilo de tocar, na pegada, no som. Toca guitarra como se estivesse tocando violão clássico, e no violão ele simplesmente distroe. O Yes só passou a ser Yes de verdade com a sua entrada na banda.
4 - STEVIE RAY VAUGHAN

ANIMAL!!! Stevie Ray Vaughan tocando é nitroglicerina pura. É de arrepiar. O Bluseiro mais rock'n'roll que já existiu. Nos deixou precocemente em 27 de Agosto de 1990 num acidente de helicóptero.
5 - EDDIE VAN HALEN

Com certeza foi o guitarrista mais influente dos anos 80. Seu estilo foi tão copiado e imitado que passou a ser clichê. Mais as pessoas se esquecem que foi ele quem criou, e que é muito original, e que ninguém tocava assim antes dele.
6 - ERIC CLAPTON

Elegância é sua principal característica. Seus solos são cheios de sentimento e mostram toda a pegada de um verdadeiro Bluesman. É triste ver que guitarristas da sua estirpe são cada vez mais raros. Também é o rei do improviso, é só ver que cada vez que toca a mesma música na hora os solos de guitarra são sempre diferentes.
7 - STEVE VAI

Falam que ele é presepeiro, estrela, showman. E isso tudo é verdade. E pra mim ser é assim é o máximo. É muito maneiro vê-lo ao vivo por esses motivos. Mas é calro que ele também é um excelente guitarrista. Habilidoso, rápido, criativo, técnico, original. Se alguém duvida das suas qualidades como músico, é só lembrar que ele foi durante anos membro da banda de nada mais nada menos que Frank Zappa, que além de exímio guitarrista era um dos músicos mais exigentes e iventivos.
8 - CARLOS SANTANA

Respeitado por músicos de todos os estilos, do jazz ao pop; Carlos Santana é um dos guitarristas mais estilosos de todos os tempos. O som de sua guitarra é mais do que uma marca registrada. Assim como todos reconhecenm a voz de Frank Sinatra ou Gal Costa, qualquer um consegue reconhecer um solo de Santana.
9 - DAVID GILMOUR

Quem nunca viajou ouvindo um solo de Gilmour que atire a primera pedra...
Muito feeling e bom gosto na escolha dos efeitos. Ele é o rei do bend.*
*Bend é uma técnica utilizada na guitarra na qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar em outra nota. Ao se curvar a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda.
10 - GEORGE HARRISON

Simplicidade... com poucas notas ele consegue dizer muita coisa.
Beleza... como são belos seus solos!
Sentimento... não precisa ser guitarrista pra sentir as vibrações que ele passa.
Não precisava acrescentar mais nada, mas eu simplesmente adoro ouvir ele tocando com slide. É simples, belo e tem muito sentimento, como na introdução de "Blow Away"
11 - JOE SATRIANI

Os preconceituosos vão dizer que ele é uma máquina de vomitar notas. Mas isso é no mínimo injustiça. Verdadeiro virtuose da guitarra, Satriani também é muito original, criativo, e possuidor de um estilo próprio exaustivamente copiado e imitado no mundo inteiro. Um músico de verdade.
12- JEFF BECK

Literalmente ele faz a guitarra cantar, falar e chorar. Usa seu instrumento pra se comunicar e passar seus sentimentos. Nunca foi atrás de modismos, e sempre procurou trazer inovações pra sua música e pro seu instrumento; tanto que foi um dos precurssores do Jazz-Rock e do Fusion.
13 - BRIAN MAY

O som da guitarra de Brian May é inconfundível. Impressionante: é ouvir os primeiros acordes e logo identificar. Além disso, ele só faz solos bonitos, são composições dentro da música. É só conferir a discografia do Queen pra constatar que estou "dizendo" a verdade.
14 - RITCHIE BLACKMORE

Um dos primeros a colocar a influência das músicas eruditas e medievais nos solos da guitarra-rock. No Deep Purple gravou todos os discos clássicos da banda. Depois fundou o Rainbow e mais tarde o Blackmore's Knights. Trata-se de um verdadeiro Guitar Hero.
15 - GARY MOORE

Um Guitar Hero a moda antiga. E acho que pegada é o que ele tem que mais chama a atenção. E é o no Blues que ele arrepia. Realmente impressionante sua perfomance.
16 - JOHN PETRUCCI

A sensação que se tem ao ver esse cara tocar é de que ele veio de outro planeta. Virtuose ao extremo sem ser chato; rápido sem perder o sentimento. Talvez o melhor guitarrista de sua geração. Confira sua perfomance nos DVDS do Dream Theater.
17 - STEVE MORSE

Um raro exemplo de guitarrista que alia virtuosismo, feeling, técnica e sentimento. Já mostrou seu talento no Dixie Dregs, na Steve Morse Band, e é o atual guitarrista do Deep Purple
18 - ALEX LIFESON

Ele escolheu o caminho mais difícil, o da origininalidade e a da busca de um estilo e som próprios. Fato esse que faz com que os não-iniciados ignorem seu talento e técnica. Um monstro no seu instrumento, ele tem 1/3 de culpa do Rush ser a melhor banda em atividade.
19 - JEFF HEALLEY

Talvez pela sua deficiência visual, ele tenha inventado uma forma totalmente diferente de tocar guitarra. E é impressionante a sua pegada e o som que ele tirava da guitarra. O Blues fica mais triste por perdê-lo.
20 - ANGUS YOUNG

Junto com seu irmão Malcolm compôs vários dos maiores riffs da história do Rock. Atitude e muita presença de palco, esse guitarrista endiabrado faz com que as apresentações do AC/DC sejam verdadeiras celebrações ao bom e velho Rock'n'Roll

É pura paixão... Eu poderia dar mil motivos por ele ser meu guitarrista favorito, mas todos estariam envolvidos com a emoção. Foi indescritível vê-lo tocando ao vivo.
2 - JIMI HENDRIX

Com certeza é o guitarrista mais influente de todos os tempos; de Beatles a Miles Davis, todos se renderam a genialidade de Hendrix.
3 - STEVE HOWE

Um guitarrista diferenciado. No estilo de tocar, na pegada, no som. Toca guitarra como se estivesse tocando violão clássico, e no violão ele simplesmente distroe. O Yes só passou a ser Yes de verdade com a sua entrada na banda.
4 - STEVIE RAY VAUGHAN

ANIMAL!!! Stevie Ray Vaughan tocando é nitroglicerina pura. É de arrepiar. O Bluseiro mais rock'n'roll que já existiu. Nos deixou precocemente em 27 de Agosto de 1990 num acidente de helicóptero.
5 - EDDIE VAN HALEN

Com certeza foi o guitarrista mais influente dos anos 80. Seu estilo foi tão copiado e imitado que passou a ser clichê. Mais as pessoas se esquecem que foi ele quem criou, e que é muito original, e que ninguém tocava assim antes dele.
6 - ERIC CLAPTON

Elegância é sua principal característica. Seus solos são cheios de sentimento e mostram toda a pegada de um verdadeiro Bluesman. É triste ver que guitarristas da sua estirpe são cada vez mais raros. Também é o rei do improviso, é só ver que cada vez que toca a mesma música na hora os solos de guitarra são sempre diferentes.
7 - STEVE VAI

Falam que ele é presepeiro, estrela, showman. E isso tudo é verdade. E pra mim ser é assim é o máximo. É muito maneiro vê-lo ao vivo por esses motivos. Mas é calro que ele também é um excelente guitarrista. Habilidoso, rápido, criativo, técnico, original. Se alguém duvida das suas qualidades como músico, é só lembrar que ele foi durante anos membro da banda de nada mais nada menos que Frank Zappa, que além de exímio guitarrista era um dos músicos mais exigentes e iventivos.
8 - CARLOS SANTANA

Respeitado por músicos de todos os estilos, do jazz ao pop; Carlos Santana é um dos guitarristas mais estilosos de todos os tempos. O som de sua guitarra é mais do que uma marca registrada. Assim como todos reconhecenm a voz de Frank Sinatra ou Gal Costa, qualquer um consegue reconhecer um solo de Santana.
9 - DAVID GILMOUR

Quem nunca viajou ouvindo um solo de Gilmour que atire a primera pedra...
Muito feeling e bom gosto na escolha dos efeitos. Ele é o rei do bend.*
*Bend é uma técnica utilizada na guitarra na qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar em outra nota. Ao se curvar a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda.
10 - GEORGE HARRISON

Simplicidade... com poucas notas ele consegue dizer muita coisa.
Beleza... como são belos seus solos!
Sentimento... não precisa ser guitarrista pra sentir as vibrações que ele passa.
Não precisava acrescentar mais nada, mas eu simplesmente adoro ouvir ele tocando com slide. É simples, belo e tem muito sentimento, como na introdução de "Blow Away"
11 - JOE SATRIANI

Os preconceituosos vão dizer que ele é uma máquina de vomitar notas. Mas isso é no mínimo injustiça. Verdadeiro virtuose da guitarra, Satriani também é muito original, criativo, e possuidor de um estilo próprio exaustivamente copiado e imitado no mundo inteiro. Um músico de verdade.
12- JEFF BECK

Literalmente ele faz a guitarra cantar, falar e chorar. Usa seu instrumento pra se comunicar e passar seus sentimentos. Nunca foi atrás de modismos, e sempre procurou trazer inovações pra sua música e pro seu instrumento; tanto que foi um dos precurssores do Jazz-Rock e do Fusion.
13 - BRIAN MAY

O som da guitarra de Brian May é inconfundível. Impressionante: é ouvir os primeiros acordes e logo identificar. Além disso, ele só faz solos bonitos, são composições dentro da música. É só conferir a discografia do Queen pra constatar que estou "dizendo" a verdade.
14 - RITCHIE BLACKMORE

Um dos primeros a colocar a influência das músicas eruditas e medievais nos solos da guitarra-rock. No Deep Purple gravou todos os discos clássicos da banda. Depois fundou o Rainbow e mais tarde o Blackmore's Knights. Trata-se de um verdadeiro Guitar Hero.
15 - GARY MOORE

Um Guitar Hero a moda antiga. E acho que pegada é o que ele tem que mais chama a atenção. E é o no Blues que ele arrepia. Realmente impressionante sua perfomance.
16 - JOHN PETRUCCI

A sensação que se tem ao ver esse cara tocar é de que ele veio de outro planeta. Virtuose ao extremo sem ser chato; rápido sem perder o sentimento. Talvez o melhor guitarrista de sua geração. Confira sua perfomance nos DVDS do Dream Theater.
17 - STEVE MORSE

Um raro exemplo de guitarrista que alia virtuosismo, feeling, técnica e sentimento. Já mostrou seu talento no Dixie Dregs, na Steve Morse Band, e é o atual guitarrista do Deep Purple
18 - ALEX LIFESON

Ele escolheu o caminho mais difícil, o da origininalidade e a da busca de um estilo e som próprios. Fato esse que faz com que os não-iniciados ignorem seu talento e técnica. Um monstro no seu instrumento, ele tem 1/3 de culpa do Rush ser a melhor banda em atividade.
19 - JEFF HEALLEY

Talvez pela sua deficiência visual, ele tenha inventado uma forma totalmente diferente de tocar guitarra. E é impressionante a sua pegada e o som que ele tirava da guitarra. O Blues fica mais triste por perdê-lo.
20 - ANGUS YOUNG

Junto com seu irmão Malcolm compôs vários dos maiores riffs da história do Rock. Atitude e muita presença de palco, esse guitarrista endiabrado faz com que as apresentações do AC/DC sejam verdadeiras celebrações ao bom e velho Rock'n'Roll
BANDA DE UM HOMEM SÓ
Alguns artistas e músicos têm talento e genialidade tão grandes que são capazes de gravar um disco inteiro sozinho. Vou dar alguns exemplos desses muti-instrumentistas:
PAUL MCCARTNEY

Além de ser um respeitadíssimo baixista, e de ser um vocalista com a voz potente e de belíssimo timbre; Paul toca guitarra, piano, violão, bandolim, ukelele, percussão e bateria. Já gravou vários discos tocando todas os instrumentos, como o primeiro solo, intitulado McCartney de 1970, e os dois mais recentes Memory Almost Full (2007) e Chaos and Creation In The Backyard (2005).


PRINCE

Além de ter capacidade de tocar praticamente qualquer instrumento, ele o faz muito bem. É indiscutível sua destreza na guitarra, o impresionante é que ele toca vários outros instrumentos com a mesma habilidade. Sem dúvida, um dos maiores músicos do mundo.

ED MOTTA

Um dos maiores vocalitas do Brasil, compositor de grande talento, Ed Motta é também um multi-instrumentista. Toca guitarra e teclados como poucos, e no seu mais recente trabalho, o excelente Chapter 9, ele produziu e gravou todas as músicas sozinho. Por falar nesse disco, ouça "Tommy Boy’s Big Mistake", aonde ele declara todo seu amor pelo Led Zeppelin.


LENNY KRAVITZ

Outro que grava seus discos praticamente sozinho, às vezes contando com "uma ajudinha dos amigos" nos metais e guitarra. Com forte influência do rock e do soul dos anos 70, ele toca com simplicidade e eficiência teclados, guitarra, baixo e bateria.

BETO GUEDES

Segundo ele próprio, aprendeu com seus ídolos, os Beatles, a tocar guitarra, piano, baixo e bateria. Além disso, é um compositor de belas melodias e harmonias. Não chegou a gravar nenhum álbum sozinho, mas toca diferentes instrumentos nas faixas dos seus discos.

PAUL MCCARTNEY

Além de ser um respeitadíssimo baixista, e de ser um vocalista com a voz potente e de belíssimo timbre; Paul toca guitarra, piano, violão, bandolim, ukelele, percussão e bateria. Já gravou vários discos tocando todas os instrumentos, como o primeiro solo, intitulado McCartney de 1970, e os dois mais recentes Memory Almost Full (2007) e Chaos and Creation In The Backyard (2005).


PRINCE

Além de ter capacidade de tocar praticamente qualquer instrumento, ele o faz muito bem. É indiscutível sua destreza na guitarra, o impresionante é que ele toca vários outros instrumentos com a mesma habilidade. Sem dúvida, um dos maiores músicos do mundo.

ED MOTTA

Um dos maiores vocalitas do Brasil, compositor de grande talento, Ed Motta é também um multi-instrumentista. Toca guitarra e teclados como poucos, e no seu mais recente trabalho, o excelente Chapter 9, ele produziu e gravou todas as músicas sozinho. Por falar nesse disco, ouça "Tommy Boy’s Big Mistake", aonde ele declara todo seu amor pelo Led Zeppelin.


LENNY KRAVITZ

Outro que grava seus discos praticamente sozinho, às vezes contando com "uma ajudinha dos amigos" nos metais e guitarra. Com forte influência do rock e do soul dos anos 70, ele toca com simplicidade e eficiência teclados, guitarra, baixo e bateria.

BETO GUEDES

Segundo ele próprio, aprendeu com seus ídolos, os Beatles, a tocar guitarra, piano, baixo e bateria. Além disso, é um compositor de belas melodias e harmonias. Não chegou a gravar nenhum álbum sozinho, mas toca diferentes instrumentos nas faixas dos seus discos.

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