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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

GATAS, FAMOSAS, E COM SUAS CAMISAS DE BANDAS DE ROCK (Edição XVI)

A décima sexta edição veio com atraso. Mas valeu a pena esperar....

Confira as edições anteriorer:Parte I , Gata Bônus , Parte II , Parte III , Parte IV , Parte V , Parte VI , Parte VII , Parte VIII ,Parte IX , Parte X , Parte XI , Parte XII , Parte XIII , Parte XIV , Parte XV


Mais gatas no Rock In Rio:
Fiorella Matheis de Guns N'Roses

Paola Oliveira de Stones

Christine Fernandes de Van Halen

"Hoje é dia de Rock Bebê", não é mesmo Christiane Torloni?

Uma das Gêmeas do nado sincronizado traz na camisa o nome de uma canção dos Beatles: "All You Need Is Love".

Ivete Sangalo de Stevie Wonder
Sophie Charlotte de Joan Jett

Barbara Borges

Viviane Araújo

A atriz e modelo Livia Rossi


A ex Panicat Dani Bolina com uma do Motorhead e outra de caveira

A Panicat Juju Salimeni com uma com os dizeres: "Rock saved my life"

A tatuadora Kat von D com uma do seu estúdio "High Voltage"

A atriz Olivia Wilde de Beastie Boys

Rihanna mais uma vez de Bob Marley
Fergie de Snoop Dog e Black Fag
A guitarrista Laura Pleasants da banda Kylesa também aparece com uma do Black Flag


A modelo Lily Aldridge de ZZTop

A atriz Jennifer Jason de Nirvana


O charme portenho da top Rocio Guirao Diaz

A atriz e modelo Shannon Tweed, esposa de Gene Simon, vem divulgando a banda do maridão, e usando uma do Justiceiro.
A porno star Jasmin Sta. Clair é fã de Metal. Acima ela usa uma do Dimebag Darrell, falecido guitarrista do Pantera. Ela vem divulgando o site Metal SludgeE com músico de metal, ela aparece usando t-shirts do Carcass, uma de suas bandas preferidas


Gina guitarrista do Misstallica, banda cover de Misfists e Metallica



A modelo Tara Diana no ensaio para o catálogo da revista Guitar World
Keri Hussen pra a mesma publicação


Cortney Garcia também numa das edições da Guitar World
E ela também posa com uma do Poison
A modelo Heidi Talburt posa de AC/DC e Guns N'Roses

No post 5 PLAYMATES NA ÚLTIMA EDIÇÃO DA REVISTA "GUITAR BUYER'S GUIDE", coloquei as fotos de uma das edições da revista "Guitar Buyer's Guide",é o guia para compra de guitarras, violãoes e contra-baixos mais vendido do mundo, que sempre traz belas modelos, as chamadas "Baby's Guitar World". Postei o ensaio com 5 modelos da Playboy americana, usando camisetas de clássicas bandas de rock, ao lado de guitarras e baixos. Na época lamentei não descobrir os nomes das meninas. Agora não só sei os nomes, como trago mais fotos do ensaio. São elas: Kara Monaco, Jayde Nicole, Sara Jean Underwood, Kassie Logsdon e Heather Rae Young.

De uma outra edição da mesma revista, as modelos Jaime Edmondson, Olivia Paige, Heather Rae Young e Hiromi Oshima usando t-shirts de Dio, King Diamond, Metallica, Black Sabbath...

Num editorial de moda da revista Cool, a modelo usa uma camiseta do Pink Floyd.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"ROCK BRASÍLIA - ERA DE OURO", Resenha do excelente documentário

Eu tinha 10 anos em 1986, e fui testemunha do período em que Titãs, Barão Vermelho, Paralamas, Legião, Plebe Rude, Ira!, Ultraje à Rigor, RPM lançaram seus melhores e mais aclamados discos. Pedia de presente para meu pai, ou juntava dinheiro pra comprar os LPs, ouvia rádio, via os programas de TV, e cheguei na época a assistir a alguns shows.
Essa década mágica do Rock Nacional foi importantíssima pra minha formação, e ver no cinema ao documentário "Rock Brasília - Era de Ouro" foi uma emocional viagem no tempo.
O diretor Vladimir Carvalho registra toda a trajetória dos músicos que viveram e se conheceram em Brasília, com o destaque especial e merecido a Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude. A história é contada desde o final dos anos 70, em pleno Regime Militar, quando os jovens de Brasília, liderados por Renato Russo, entraram no sonho de viverem por música, mas precisamente Rock and Roll. Passando pelo sucesso estrondoso, a fase das vacas magras, chegando aos dias atuais onde as bandas e seus integrantes estão em situações bem distintas.
Com depoimentos sinceros e divertidos, destacando as entrevistas com os pais dos rockeiros, contando acontecimentos importantes, relatando o cotidiano na Colina, como era chamada a única quadra não numerada, aonde Dinho Ouro Preto, Dado Villalobos, Bi Ribeiro, entre outros se conheceram.
Toda saga e trajetória do lendário Aborto Elétrico, banda seminal, que geraria Capital e Legião, são contadas, bem como o papel fundamental que Hebert Vianna e os Paralamas do Sucesso tiveram na divulgação e na contratação inicial dos grupos brasilienses pelas grandes gravadoras multinacionais.
Os primeiros shows, as turnês, as gravações dos discos, a conquista do país inteiro, tudo é coberto com detalhes: Capital abrindo a shows do Sting, o estouro do primeiro LP da Plebe Rude, Renato Russo se tornando um dos maiores ídolos da música no Brasil.
Vários momentos de Renato são destacados: a função de líder que exercia sobre os demais, traumático show da Legião no estádio Mané Garrincha, o seu temperamento difícil e autodestrutivo. e seu drama com a AIDS.
A parte que mais me chamou a atenção foi conhecer todos os percalços que a Plebe Rude atravessou, depois de vender milhares de LPs. Por serem uma banda que não se vendia e não aceitava as imposições da mídia e da indústria fonográfica, foram jogados no limbo, chegando ao fim, onde seus integrantes seguiram caminhos diferentes; o baixista André X largou a música e foi aprovado num concurso para o Banco Central.
O Capital que é atualmente a banda dos anos 80 com mais sucesso, quase foi pelo mesmo caminho. É tocante o depoimento do pai de Fê e Flavio Lemos, que chegou a aconselhar: "Vocês não acham que essa história de Capital já deu o que tinha que dar? Por que vocês não começam a estudar pros conscursos públicos?"; mas com a reviravolta e o triunfo conseguido por eles, as lágrimas caem ao admitir que em certos momentos os filhos ensinam e dão lição de vida aos pais.
Altamente recomendável, num cinema perto de você.

Confira o Trailer:

terça-feira, 1 de novembro de 2011

29 de Outubro de 2011 - PARALAMAS DO SUCESSO no Circo Voador executando "Selvagem?" na íntegra

Momento histórico que presencie num Circo Voador lotado: os Paralamas do Sucesso executando na íntegra o clássico álbum "Selvagem?", na comemoração dos 25 anos do lançamento do aclamado disco, com o show sendo promovido pelo "Queremos".
A platéia bem misturada, com pessoas de gerações diferentes, com destaque para aquela que presenciou o auge do sucesso de "Alagodos" e "Melô do Marinheiro" nas rádios de todo Brasil.
Com quase duas horas de atraso (as apresentações na Lapa não são pontuais por tradição), "Teerã Dub", faixa não incluída na versão original do LP, é tocada no P.A. quando o trio entra no palco, trazendo o reforço de Liminha na guitarra e de James Muller na percussão.
Liminha foi o produtor do álbum, que foi tocado com os arranjos originais, mas com nova roupagem, e com as músicas fora de ordem. A abertura foi com a faixa-título, que corresponde a primeira música do lado dois do vinil. Pesada e com a letra forte com grande apelo político e social, ganhou mais peso ao vivo, com duas guitarras.
"Selvagem" era um dos meus discos favoritos quando eu tinha 10 anos de idade, e continua sendo, mesmo depois de tanto tempo. E foi delicioso ouvir novamente "Teerã", com sua levada Reggae, onde Bi e Barone provam porque são uma das melhores cozinhas do país.
Em "A Novidade", Herbert Vianna explicou a ponte que Liminha fez para apresentar Gilberto Gil, que escreveu essa inspirada poesia que serviu de letra dessa canção, quem foi entoada em coro pela platéia. Nessa hora apareceu o velho parceiro paralâmico, o tecladista João Fera que entrou para a banda logo depois do lançamento de "Selvagem?".Quando eu era moleque "Melo do Marinheiro" era uma febre, e todo mundo decorava a letra, que começava com uma conversa entre Barone e Bi. Dessa vez, ao vivo, Herbert substitui o baixista no diálogo que antecede a história do cara que achou que iria conhecer o mundo todo de graça, mas entrou "de gaiato no navio...". Na sequência veio "Marujo Dub" com João Fera cantando através de efeito, com voz de robô , igualzinho ao disco.
"A Dama e o Vagabundo", "There’s a Party", e "O Homem" são as 3 canções menos conhecidas do álbum, daquelas que só os verdadeiros fãs conhecem. Engraçado que eu não gostava da segunda, que foi a primeira gravação em inglês da banda, só que ao vivo é outro esquema, com Barone detonando, e colocando muita pressão, sentando a mão. Eu na fila do gargarejo babando...
A primeira pa"Você" (cover de Tim Maia) e "Alagados" com os antigos arranjos, fizeram todos embarcar de vez numa viagem para a metade dos Anos 80, quando os Paralamas numa arriscada reviravolta na carreira, deixaram de tentar ser The Police, pra entrar de cabeça no som genuinamente brasileiro misturado com o Reggae jamaicano e a música étnica africana. Da mesma forma que aconteceu com os Novos Baianos, Herbert, Bi & Barone marcaram a música Pop brasileira, servindo de inspiração e influenciando músicos até hoje; Chico Science e Nação Zumbi que o digam.A segunda parte foi festa total, contando com os metais de Monteiro Jr (sax tenor) e Bud Cordeiro (trombone), fizeram um desfile de hits paralâmicos enfilerados um após o outro: "Tendo a Lua", "O Beco", "Cuide Bem do Seu Amor", "Meu Erro", "Lanterna dos Afogados", "Uma Brasileira". O som beirando a perfeição: alto, claro, bem equalizado, na pressão, como deve ser todo o show de Rock. Herbert com a voz tinindo, e solando bem como de costume, com direito a duelo de guitarras com Liminha em "Caleidoscópio". Bi Ribeiro fazia a terra tremer com o grave do seu baixo. Ver João Barone tocando é sempre uma aula de bateria.
Os Paralamas é o tipo de banda que gosta mesmo de tocar, se a platéia estiver animada e eles se empolgarem são capazes de tocar por várias horas seguidas. Fui testemunha em 1993 num palco montado nas areias da praia da Barra da Tijuca, onde fizeram nada menos do que 4 Bis. Infelizmente não chegaram a tanto nesta noite, mas voltaram ao palco duas vezes pra mandar "Sonífera Ilha" dos Titãs, "Ska" e "Vital e Sua Moto", fechando a noite com "Alagados" com o arranjo atual, com os metais, e com Barone e Muller mandando um batuque de deixar Escola de Samba com inveja.
Grande show! Saímos de lá um pouco surdos e mais do que satisfeitos.
SETLIST:

Teerã Dub (gravação original)
Selvagem?
Teerã
A Novidade
Melo do Marinheiro
Marujo Dub
A Dama e o Vagabundo
There’s a Party
O Homem
Você
Alagados

O Calibre
Ela Disse Adeus
Tendo a Lua
O Beco
Cuide Bem do Seu Amor
Meu Erro
Lanterna dos Afogados
Caleidoscópio
La Bella Luna
Lourinha Bom Bril
Uma Brasileira

Bis:
Sonífera Ilha
Ska
Vital e Sua Moto

Bis 2:
Alagados