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segunda-feira, 12 de abril de 2010

10 de ABRIL - 40 ANOS DO FIM DA MAIOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS: BEATLES










Nesse sábado, dia 10 de Abril, completou 40 anos do fim oficial dos Beatles, que é até hoje considerada a maior banda de todos os tempos. Por vários motivos, entre eles por ser a de maior sucesso comercial, a que gravou e lançou os melhores, mais elogiados e cultuados álbuns; e principalmente por serem responsáveis pela criação de inúmeras músicas maravilhosas.
O anúncio do fim, foi feito em 1970 por Paul McCartney, junto com a divulgação do lançamento de seu primeiro disco solo. Um mês depois, foi lançado o derradeiro LP "Let it Be", que fora gravado em 1969 no projeto-documentário "Get Back" (lançado nos cinemas como "Let it Be"), antes da gravação do LP "Abbey Road". A notícia abalou o mundo inteiro, mas principalmente causou um grande mal estar entre seus companheiros de banda. O que pode ter sido o motivo dos Beatles nunca mais terem se reunido, nem mesmo para comemorações ou apresentações ao vivo; culminando com o fim do sonho, com o assassinato de Lennon em 1980.















É verdade que Lennon já estava noutra, e ele já havia comunicado aos outros Beatles que estava fora da banda. Mas Paul pediu que repenssasse, ou que pelo menos ainda não anunciasse puplicamente o fim do quarteto. Por isso, John ficou extremamente magoado com decisão do baixista em convocar a Impressa pra avisar de sua saída. Para Lennon isso bateu como uma traição, e uma jogada de marketing de McCartney para promover seu álbum solo. Isso abalou e muito a já desgastada amizade entre os dois. John Lennon compôs "How do you sleep?" inspirado no incidente, aonde na letra dá várias alfinetadas em Paul. A canção foi lançado no LP "Imagine" (1971) e contou com a participação da guitarra de Harrison. A letra, a tradução e comentários da música, estão no final da postagem.
George Harrison se chateou com Paul, mas na verdade ficou aliviado. Ele já tinha tentado sair durante as gravações do filme "Let it Be", mas foi convencido a voltar. George estava insatisfeito com a dificuldade de colocar suas composições nos álbuns dos Beatles, e de saco-cheio dá má vontade de John e Paul em tocar suas músicas. Harrison sempre foi o membro menos apegado a fama, e foi provavelmente o que conseguiu reagir melhor a situação, lançando o mais bem sucedido e aclamado álbum solo de um beatle em carreira solo: o LP Triplo (duplo em CD)"All Things Must Pass".
Sem dúvida, a notícia foi muito mais dolorosa pro Ringo Starr. O baterista considerava John, Paul e George como os melhores e maiores amigos da sua vida. Ele sempre tentou amenizar as brigas, e servir como ponte pra fazer as pazes entre os integrantes da banda. Sempre se preocupou em manter o grupo unido, apesar já ter abandonado os Beatles durante as gravações do "White Album" em 1967, por se sentir preterido, e muitas vezes inútil para a banda; o caso foi resolvido com os outros componentes indo atrás de Ringo pra tentar encher seu ego, e mostrar sua importância para os Beatles. Com a dissolução da banda, ele continuou mantendo bom relacionamento e amizade com os três, sempre participando das gravações e apresentações ao vivo ao lado de seus ex-companheiros; claro que nunca com os quatro juntos.



















Só em 1994, que Paul, George e Ringo finalmente se reuniram para gravar entrevistas que foram juntadas a velhas entrevistas de John onde eles contaram a história do grupo, no projeto "Antholgy". A união também serviu para a gravação de duas músicas ("Free As a Bird" e "Real Love"), onde foram utilizadas gravações caseiras de Lennon. As canções foram lançadas em 1995, junto com uma coleção de 3 CDs duplos, oito VHSs, e mais tarde cinco DVDs.


Na letra de "How Do You Sleep", Lennon se refere a Paul como "Sargento Pimenta", já que a consepção do disco e da música título de "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" foi de McCartney. John faz referência a boatos que surgiram na década de 60, que falavam que McCartney estava morto: "Aqueles malucos estavam certos / Quando disseram que estava morto". Os versos mais emblemáticos são: "A única coisa que fizeste foi Ontem (Yesterday), E desde então você não passa de Outro Dia (Another Day)"; querendo dizer que desde "Yesterday" Paul não compões nada de bom, e hoje o máximo que consegue é "Another Day", título do primeiro sucesso solo.
Ataca também o rostinho bonito de Paul, e ferinamente diz que não iria durar para sempre. E finaliza dizendo que McCartney deveria ter aprendido com ele alguma coisa durante todos aqueles anos de convivência e parceria, e que sua música soa para Lennon como "muzak" (algo como "Música de elevador").
É John Lennon destilando veneno, e colcando pra fora ódio e rancor, com o auxílio luxuoso de Harrison com sua guitarra gentil e chorosa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

04 de Abril de 2010 - GUNS N'ROSES NA APOTEOSE - EU FUI... OTÁRIO DE TER IDO NO SHOW...

Eu sei, com o adiamento do show por causa das fortes chuvas, eu tinha a chance de pegar o dinheiro de volta... Mas não peguei.
Eu sabia que na verdade se tratava de um show solo de Axl, e não uma apresentação do Guns N’Roses; e nem sou fã da banda.... Mas fui à Apoteose.
Nas outras 3 oportunidades em que assisti o vocalista, houve atraso de horas. Então se você me perguntar por que fui ao Sambódromo no domingo. Só posso responder uma coisa:
- Porque sou um otário!
Fomos de carro até o Shopping Nova América, e de lá usamos o Metrô. Chegamos ao local por volta das 20:15h, e deu pra conferir e conhecer um pouco da banda carioca Majestike, que começou às 20h, tocando por meia hora. Gostei principalmente das guitarras, e o som estava bom, coisa muito rara em se tratando de bandas de abertura nacionais em eventos desse tipo. Tinham comentado comigo que parecia com Evanescence, mas a única coisa que vi em comum foi o vocal feminino. Que alíás, não gostei da vocalista; não vou execrá-la porque sei que a pouca experiência e o nervosismo de estar num palco mega pra milhares de pessoas, atrapalha e muito na perfomance. Não dá pra saber se a menina estava com algum problema no retorno. Nunca ouvi nada deles antes, então não quero julgar a qualidade da cantora. Mas verdade seja dita, ela desafinou e muito, a ponto de me irritar. E como de costume a galera impaciente vaiava, e gritava "Guns! Guns!", e só conseguiram conquistar o público na última, fazendo uma cover da sensação do momento: Lady Gaga (não entendo porque tanto alarde com essa mulher).

Por volta das 21:30h, o ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach (esse nome artístico é uma heresia), que participa de toda a turnê latino-americana do Guns N' Roses, e é amigo pessoal de Axl. Abrindo com "Slave to the grind", com um som horrível e mal regulado, que foi sendo melhorado, até ficar excelente na terceira música. O cara mostrou estar em boa forma, cantando com afinação e empolgação os sucessos de sua antiga banda como "Monkey business", "Big guns" e as baladas "18 and life" e "In a darkened room", além de canções de seu disco solo lançado em 2007, "Angel down", e uma versão para o clássico "Back in the saddle", do Aerosmith. Parte da platéia ensaiou um "Parabéns a Você", já que o moço completou 42 anos na véspera. Tenho que admitir que fui fã de Skid Row na adolescência, e foi bacana ouvir coisas como "I Remember You". Outro ponto a favor foi a qualidade dos músicos da banda que o acompanharam, principalmente o baterista Bobby Jarzombek. O cara é fera, pegada forte e bumbo duplo marcante, e era merecidamente saudado a todo hora por Sebastian que pedia pro público gritar "Bobby! Bobby!". Além disso, lia várias frases em portugûês; mas teve como ponto contra: o excesso de pedidos de coros de "Guns And Rose! Guns N"Roses!" que fazia, pra conquistar os fãs de Axl, e pra fazer um pouco de média. É verdade que mais de 90% das pessoas não vieram para vê-lo, mas ele tem talento, peso e sucessos suficientes pra não precisar de tanta apelação.
A apresentação de Sebastian Bach durou pouco mais de uma hora, e antes das 23:00h, a equipe da atração principal já estava com tudo pronto a espera de Axl, e parte deles se ajeitaram pra tirar um ronco, como no flagra da foto abaixo, que tirei:

Mas Axl, tinha que sacanear os cariocas, como fez com os paulistas, mineiros, e brasilienses. Com mais de duas horas e meia de espera, e muita gente revoltada, xingando e tacando latas na equipe, que jogava de volta pro público, num príncípio de confusão. Já passava de uma da manhã, quando finalmente o novo Guns N´Roses inicia a apresentação. Alguns ainda vaiavam e outros faziam corinhos ofendendo a progenitora de Axl, mas a maioria deu uma de mulher de malandro, entrando em delírio e aplaudindo com os primeiros acordes de "Chinese Democracy".
Axl Rose colocou todos no bolso com "Welcome to The Jungle". E dominou geral ao tocar mais duas do seu melhor disco "Appetite for destruction" (de 1987): "It's so easy" e "Mr. Brownstone".
Assim como em 2001, Axl montou um grupo de excelentes músicos, com destaques pros 3 guitarristas. Ron Bumblefoot é o mais técnico, com uma guitarra de dois braços (com um deles fretless, sem trastes), ele ficava com as partes mais complicadas dos solos. Richard Fortus, de visual Emo, geralmente fazia as bases, mas quando exigido, mostrava eficiencia solando.
O mais novo na banda, DJ Ashba foi com certeza contratado para ser o "Slash Cover", tocando a maioria dos solos; e imitando seu antecessor mais famoso discaradamente na postura de palco, no modo de ficar com as pernas dobradas, no modelo e cor de guitarra Gison, e até mesmo no visual: cartola e cigarro no canto da boca. Achei no mínimo desnecessário, mas os fãs pareceram adorar tudo isso.
Por falar em visual, Axl já teve momentos melhores. Visivelmente inchado, principalmente o rosto, e com um bigode à James Hetfield. Usou chapéu quase o tempo todo, e quando estava sem, usava uma espécie de bandana, provavelmente pra esconder uma calvície.
Os três guitarristas tiveram seus momentos solos. Fortus solou o tema de James Bond, que precedeu "Live and Let Die", que na versão original de Paul McCartney foi trilha sonora de "Com 007, Viva e Deixe Morrer" de 1973. Bumblefoot tocou o famoso "Tema da Pantera Cor de Rosa" de Henry Mancini. O tecladista Dizzy Reed, que toca a vinte anos com Axl, também teve direito a seu solo de piano, que achei bem fraco. É claro que isso tudo não servia apenas pra ilustrar o show, ou mostrar a qualidade dos músicos; o motivo real era dar a possibilidade do vocalista descansar a voz.
O som que começou ruim na primeira música, ficou perfeito já na segunda, um dos melhores que presenciei na Apoteose. A voz de Axl Rose ficava clara e potente nas canções novas como "Sorry" e "Better Play", mas nitidamente ele se guardava e cantava mais baixo nas mais conhecidas, provavelmente por saber que nessas todo mundo iria cantar junto, e que nas do disco novo todos estariam prestando mais atenção.
Luzes, explosões e efeitos também foram destaque. No centro do palco havia um telão, com mais quatro telões verticais, que também eram usados em efeitos. Se somavam a estes mais dois laterais, que mostravam imagens muito bem captadas pelas câmeras.
Axl Rose sabe mesmo escolher covers, além da já citada "Live and let Die" e de "Knockin' On Heaven's Door" já gravadas pelo Guns N'Roses, foram tocadas no show "Another Brick In The Wall - Part II" do Pink Floyd", e a surpresa da noite "Whole Lotta Rosie" do AC/DC.
O repertório foi bacana, ficaram de fora alguns sucessos radiofônicos como "Civil War", "Don’t Cry" e "Used to Love Her", mas acho que não fizeram falta. Mas pra mim faltou "My Michelle" que foi tocada nos outros shows do Brasil, mas foi deixada de fora no Rio.
Fecharam com o rockão "Paradise City" com direito a fogos de artifício e chuva de papel picado, terminando o show por volta das três e meia da madrugada.
A apresentação não foi ruim, mas a palhaçada de Mr.Rose em atrasar a sua entrada, deixou a todos exausto, e com certeza muita gente foi embora antes do fim, e o público total do show de Sebastian Bach foi bem maior que o da atração principal.
Na volta, encontramos o Metrô fechado, fomos obrigados a pegar um taxi até o Nova América, e contamos com a boa vontade do segurança em abrir o estacionamento pra pegarmos o carro.
Tudo por causa do estrelismo e da falta de profissionalismo de um artista em total decadência. Na verdade a culpa foi minha de ter sido otário de ter pago pra ver esse garoto Mimado e rebelde sem causa.

SETLIST:
1. Chinese Democracy
2. Welcome To The Jungle
3. It's So Easy
4. Mr. Brownstone
5. Sorry
6. Better Play
7. Richard Fortus Guitar Solo (Tema de "OO7")
8. Live And Let Die (Paul McCartney cover)
9. This I Love
10. Rocket Queen
11. Dizzy Reed Piano Solo
12. Street Of Dreams
13. You Could Be Mine
14. DJ Ashba Guitar Solo (Ballad Of Death)
15. Sweet Child O' Mine
16. Another Brick In The Wall - Part II(Pink Floyd Cover)
17. November Rain
18. Bumblefoot Guitar Solo (Pink Panther Theme)
19. Knockin' On Heaven's Door (Bob Dylan cover)
20. Nightrain
BIS:
21. Madagascar
22. Instrumental Jam
23. Whole Lotta Rosie (AC/DC cover)
24. Patience
25. Paradise City

domingo, 4 de abril de 2010

JIMI HENDRIX - THE SEX TAPE


Nem os mortos são respeitados nessa onda de sextapes e fotos constrangedoras que assolam o mundo das celebridades. Primeiro foi um video com cenas tórridas do casal Pamela Anderson e Tommy Lee (baterista do Motley Crue) que "acidentalmente" caiu na internet. Mais tarde foi a vez do ex-namorado da patricinha Paris Hilton, divulgar e comercializar um video com várias cenas íntimas dos dois.
Dessa vez, um DVD contendo imagens que seriam de Jimi Hendrix fazendo sexo será lançado em maio.
"Jimi Hendrix: The Story Of The Lost Sex Tape" vai ser lançado pra empresa Kaleidoscope no dia 3 de maio e contém 11 minutos de um filme pornográfico "estrelado" pela lendário guitarrista, morto em 1970.
Segundo a revista britânica "NME", uma das mais célebres groupies da década de 60, Cynthia "Plaster Caster", que fazia moldes de gesso do órgão sexual de seus amantes - incluindo um de Hendrix, em 1968 - teria dito no DVD: "É o pênis dele. Eu sei".
De acordo com a empresa que vai lançar o DVD, o filme caseiro foi descoberto em 2007, no meio de um lote de objetos do guitarrista que foram a leilão. As imagens foram filmadas com uma câmera de 8mm.

ANIVERSÁRIOS DE CAZUZA E RENATO RUSSO




















Renato Manfredini Júnior e Agenor de Miranda Araújo Neto completariam essa semana, respectivamente 50 e 52 anos de vida. Se você não sabe a quem estou me referindo, explico que Renato Russo e Cazuza se estivessem vivos, estariam aniversariando, o primeiro no dia 27 de Março, e o último dia 4 de Abril.

Sem dúvida tinham muitas coisas em comum. Ao lado de Arnaldo Antunes, foram os maiores poetas da geração que ficou conhecida como "B Rock" nos anos 80. Foram vocalistas, letristas e líderes de duas das maiores bandas de rock do Brasil: Legião Urbana e Barão Vermelho. Suas composições e interpretações estão marcadas para sempre na história da música brasileira. No palco eram verdadeiras estrelas de primeira grandeza.
Talentosos, apaixonados pela música, sobretudo pelo Rock'N'Roll, tornaram-se amigos, tinham praticamente a mesma idade, e muita coisa em comum. Eram do mesmo signo: Áries. Ambos eram bissexuais, e infelizmente faleceram vítimas da AIDS, muito jovens. Rebeldes em seus discursos, inteligentes, cultos, e com temperamento auto-destrutivo, com envolvimento pesado com álcool e drogas.






















Mesmo sendo muito parecidos, tinham suas diferenças e particularidades. Cazuza era boêmio, polêmico, extrovertido e atirado, o mais perfeito protótipo do "Porra-Louca"; adorava festas, pegava todos e todas, e ao longo da sua carreira acumulou várias parcerias em suas composições. Nunca teve problemas em assumir publicamente sua bissexualidade, e em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbindo à doença em 1990, sendo pública sua batalha contra a enfermidade, servindo até hoje como exemplo na batalha contra o HIV.
Já Renato era caseiro, um pouco avesso a badalações. Introvertido e reservado, seus namoros ou casos nunca foram noticiados. Comentou sua sexualidade somente a partir de 1989, quando foi perguntado sobre a letra de "Meninos e Meninas", onde admitiu sua bissexualidade. Morreu em outubro de 1996, em consequência de complicações causadas pela Aids (era soropositivo desde 1989), mas jamais revelou publicamente sua doença.

O canto de Cazuza era rasgado, inquieto e provocador, e sua postura em shows era sempre irreverente, mesmo durante sua última turnê, quando aparentava fragilidade física. Renato cantava de forma mais formal, voz empostada de barítono-tenor que se aproximava de grandes cantores como Elvis Presley, Jim Morrison e Jerry Adriani. Ao vivo, seus fãs tinham para com ele uma admiração messiânica, como se Russo fosse uma espécie de guru, o que sempre o incomodou profundamente.

Seus nomes são sempre lembrados, e ainda vendem muitos CDs e DVDs. O músico e cantor George Israel (Kid Abelha), um dos parceiros de Cazuza em músicas como "Brasil", prepara um disco em homenagem ao amigo, num Cd todo dedicado a sua obra, que contará com a participação de admiradores como a cantora Elza Soares.
Foi lançado "Duetos", um CD aonde Renato Russo canta ao lado de estrelas da MPB. Dos 15 encontros do projeto concebido pelo pesquisador Marcelo Fróes, sete aconteceram virtualmente, os convidados Caetano Veloso (em "Change partners"), Leila Pinheiro (em "Solitudine"), Fernanda Takai (em "Like a lover", versão de "O cantador"), Laura Pausini (na sua "Strani amore") e Célia Porto ("Come fa un'onda", versão italiana de "Como uma onda") colocaram suas vozes depois, a partir das gravações de Russo. "Cathedral song"/"Catedral" é o "dueto" pioneiro, montado em 2003 para o disco "Renato Russo presente", juntando as gravações de Renato Russo (no CD "The Stonewall Concert Celebration") e Zélia Duncan (em sua estreia) para o sucesso de Tanita Tikaran. "Vento no litoral" traz base instrumental nova, acompanhando as vozes de Russo (de uma fita de 1991) e Cássia Eller (de um show em tributo ao Legião Urbana em 1999).
Dos oito duetos reais, alguns foram participações de renato em discos de outros artistas: Paulo Ricardo (em "A cruz e a espada"), Erasmo Carlos ("A carta") e 14 Bis ("Mais uma vez"). Ficou de fora "Múmias" que ele gravou num disco do Biquini Cavadão.
Há também coisas inéditas e raras; como "Summertime", com Cida Moreira, de uma fita cassete com o show da cantora e pianista em Brasília, em 1984; de "Nada por mim", com Herbert Vianna, do especial "Paralamas & Legião", produzido para a TV Globo em 1988 (já comentada na postagem q fiz sobre o lançamento do "DVD + CD LEGIÃO URBANA E PARALAMAS JUNTOS" http://rocknrollmusic4ever.blogspot.com/2009/05/dvd-cd-legiao-urbana-e-paralamas-juntos.html).
Duas faixas foram tiradas do programa de TV "Por acaso", de José Maurício Machline, em 1994: o encontro com Dorival Caymmi, no samba-canção "Só louco", e em "Esquadros" com Adriana Calcanhotto.
A música “Celeste“, com Marisa Monte, foi extraída de um demo-tape de 1993 do arquivo particular da cantora. A fita DAT, danificada, foi fisicamente recuperada e seu conteúdo extraído num trabalho minucioso e demorado. O “embrião” desta música que se tornaria "Soul Parsifal" (mais tarde lançada no CD “A Tempestade” da Legião Urbana). A demo, de 1993, foi feita em apenas 15 minutos, num intervalo de uma sessão de estúdio do “THE STONEWALL CELEBRATION CONCERT”, primeiro álbum solo de Renato Russo.

Normalmente não sou a favor de duetos póstumos. Lembro-me de um CD lançado após a morte de Tim Maia, onde ele cantava em duetos "falsos" ao lado de artistas que nada tinham a ver com o mestre da soul music brasileira, como por exemplo Claudinho & Buchecha. Provavelmente Tim se revirou e deu cambalhota em sua tumba.
Mas no caso do Renato Russo, vejo que as parcerias têm sentido, porque eram em sua maioria pessoas que tinham contato, amizade e admiração com o vocalista da Legião.
Estranho apenas a presença de Caetano, que nunca vi elogiando o trabalho de Renato, e até onde sei nunca foi seu amigo. Talvez sua presença no disco seja justificada pelo fato de Renato ser muito fã da obra de Caetano Veloso.

UEPA!!! RICKY MARTIN É GAY!!! NOSSA!!!!


Revelação Bombástica no mundo do entreterimento: o cantor Porto-riquenho Ricky Martin, 38 anos, se declarou homossexual nessa semana. Tal declaração foi realmente um verdadeiro escândalo, comparável aos episódios de quando Elton John e George Michael sairam do armário, já que os dois ingleses citados sempre tiveram comportamento masculino padrão.
No caso de Ricky Martin é mais surpreendente, afinal ele nunca deu pinta. Ora, ele foi um dos integrantes dos Menudos, grupo precurssor das "Boy Bands", e famoso por ser formado apenas por rapazes másculos. É verdadade também, que apesar de sempre dançar com muita sensualidade, nunca rebolava, suas coreografias eram verdadeiramente repletas de movimentos que caracterizavam o protótipo do Machão.
Por essas e outras me estarreci ao saber que Ricky é gay, estou passado até agora.
Aproveito essa postagens para fazer outras revelações impressionantes que vão deixar a todos de queixo caído. Espero não causar trauma a ninguém com esses fatos revelados.


Joelma, a cantora da banda Calypso, pinta o cabelo. Eu sei, é difícil de acreditar, mas ela não é loira natural.


A Vovó Mafalda na verdade era homem. O personagem fazia parte da turma do programa do Palhaço Bozo na década de 80. Era interpretado por Valentino Guzzo, no programa no SBT. Pela foto, dá pra ver que as crianças já haviam notado...














Ozzy Osbourne já foi alccólatra, e viciado em cocaína. Além de já ter usado maconha, LSD e heroína. Sei que a aparência sempre séria, e o comportamento sempre austero do ex-vocalista do Black Sabbath, vai fazer muita gente duvidar disso. Mas garanto que é verdade, pois tenho fontes seguras.






Sei que meu caro leitor vai custar a aceitar, mas garanto que o bailarino Carlinhos de Jesus e o cantor sertanejo Ralf (da dupla Christian & Ralf) não são gêmeos. Nem são irmãos. Posso afirmar com segurança também que eles não são a mesma pessoa.


Não quero traumatizar ninguém, nem condenar alguém pra terapia e tratamento psicológico eterno; mas o Coelinho da Páscoa não existe. Sério, não é ele que trouxe o seu ovo de páscoa. Sei que é duro, mas aceite: isso tudo é uma mentira inventada por seus pais. Prometo investigar se o Papai Noel também está na mesma categoria, ou se o bom velhinho existe de verdade.