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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Paul McCartney faz participação surpresa em show do Neil Young

Ex-Beatles subiu ao palco para dueto em "A Day In The Life"
Paul McCartney surpreendeu os fãs que assistiam ao show de Neil Young em Londres na noite de sábado, 27 de junho.
O ex-Beatles subiu ao palco no London's Hard Rock Calling, em Hyde Park, para um dueto improvisado de "A Day In The Life", clássico dos Beatles de 1967, com o músico canadense.
Não é a primeira vez que os músicos tocam juntos. Há cerca de 15 anos atrás, em 1994, a dupla tocou a canção "Only Love Can Break Your Heart", de Neil Young, algumas vezes.
Ainda no último final de semana, Neil Young foi o headliner do Festival Glastonbury, no Reino Unido. O diretor do evento, Michael Eavis, empolgado, declarou que Young era uma das melhores atrações da história do evento.
Assista ao dueto de Paul McCartney e Neil Young:

AEROSMITH E AS GOSTOSAS

É... os Tiozinhos do Aerosmith realmente sabem das coisas, depois de colocarem em seu clipes gostosas como Alicia Silverstone, Liv Tyler (filha do vocalista Steven Tyler) e Eva Mendes, eles gravam com Bar Refaeli. A moça é a ex de Leonardo DiCaprio.
Bar Refaeli exibiu sua excelente forma física durante ensaio com o grupo em Los Angeles. Nas imagens, divulgadas pelo site do jornal "The Sun" ela aparece bem a vontade ao lado de Steven Tyler.

Além de posar para o ensaio fotográfico da revista "Sports Illustrated", a modelo israelense participou da gravação de um clipe, que será exibido no programa de televisão da publicação.

PAUL MCCARTNEY - ANIVERSARIANTE DO MÊS DE JUNHO



Esse mês, mais precisamente no dia 18 de Junho, sir Paul McCartney completou 67 anos.
Na minha opinião é o maior artista vivo, o de maior relevância, talento e projeção.
Já fiz inúmeras postagens sobre ele, e tudo que já disse sobre ele, todos os elogios que dei são pouco pra expressar minha adimiração e para fazer jus a sua genialidade.
PARABÉNS MR.MACCA!!!
Que venham ainda muitos anos de bons serviços à música. Nossos ouvidos, corações e mentes agradecem.

FLÁVIO VENTURINI NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ - 28 de JUNHO de 2009


O último show que tinha visto do Flávio foi nesse mesmo palco, no dia 13 de dezembro de 2008, era o pré-lançamento do CD e DVD “Não Se Apague Esta Noite”, acompanhado de uma banda de jovens e talentosíssimos músicos, tinha tudo pra ser um showzaço, e foi.
O problema é que eu estava profundamente triste, e passei boa parte da apresentação chorando. Acabei associando a música do Flávio Venturini a sofrimento e sensações ruins. E isso não era justo, tinha que fazer alguma coisa pra mudar essa situação, porque sua música sempre foi marcante na minha vida, servindo de trilha-sonora para namoros, amores, e quase impossível escutar uma canção dele e não lembrar do meu irmão, que é um super fã. Então nesse sábado foi a oportunidade perfeita...
Ao entrar na Lona, me decepcionei ao ver que não teria banda, Venturini foi acompanhado por um guitarrista, e ia cantando suas músicas alternando-se entre os teclados e o violão.
Abriu o show com a linda "Fênix", sua parceria com Jorge Vercilo, que muita gente não sabe que também é do Flávio. Depois vieram várias de suas belas baladas consagradas como "Noites com Sol", "Beija-Flor", "Pierrot", "Nascente", "Espanhola". Houve espaço para as novas como "Não se Apague esta Noite" de Lô Borges, "Mantra da Criação" (que levou no violão), e a parceria com Ronaldo Bastos em "Recomeçar" que é uma homenagem ao seu maior ídolo Paul McCartney.
Um dos pontos altos foi o medley com trechos de várias músicas da sua carreira, que começou com "Anjo Bom" e "Nuvens" (linda canção gravada nos tempos do 14 Bis e mais tarde na carreira solo no excelente disco "Noites com Sol"), passando por "Pensando em Você", "De Sombra e de Sol", e encerrando com "Até Outro Dia".
Tocou sozinho nos teclados "Criaturas da Noite" sua composição da época do O Terço, e aproveitou pra comentar que tinha feito com dois shows com a banda de rock progressivo nos dois dias anteriores no Teatro Rival, e que estava bastante feliz com isso, e que esse ano voltaria a se reunir também com o 14 Bis para a gravação de um DVD, a platéia veio a baixo. Uma pessoa do público o perguntou se iria rolar outra parceria com Annie Haslam ,a vocalista do Renaissance; Flávio explicou que não teve mais contato com ela depois dos shows que fizerma juntos em 2001.
Com a sequência "Princesa" (talvez a minha preferida) e "Todo Azul do Mar" (uma das mais aplaudidas), ele deixou o palco, voltando para o Bis com o violão pra fechar com mais duas do 14 Bis: "Linda Juventude" e "Natural". Como o público pediu mais uma, ele atendeu as solicitações com "Mais Uma Vez", sua parceria com Renato Russo, que foi cantada em uníssono com empolgação por todos.
Excelente show que serviu pra tirar todos os traumas, e trazer de volta o lugar que as músicas de Flávio Venturini têm na minha vida. Mas é claro que uma doce e especial compania que tive ao meu lado durante todo espetáculo ajudou e muito...

PROJETO 1 + 1 com Alexandre Cavallo e Christiano Galvão na Lona Cultural de Jacarepaguá - 25 de Junho de 2009


Nesta última quinta-feira foi retomado o projeto "Lona Instrumental", que começou em Julho de 2008 na Lona Cultural Jacob do Bandolim em Jacarepaguá com show do excelente saxofonista Leo Gandelman. Além dele, passaram pelo projeto feras como o baterista Cláudio Infante, o percussionista Repolho, o multi-taentoso baixista Arthur Maia, entre outros.
Dessa vez o show foi com o baixista Alexandre Cavallo e o baterista Christiano Galvão, que formam o Projeto 1+1. Os dois se conheceram por volta de 95, 96, quando participaram do álbum do guitarrista Sérgio Zuarawiski, que foi o responsável por apresentar Cavallo a Jorge Vercilo, que o convidou para fazer parte de sua banda. Um ano depois, Christiano entrou no time; os dois permaneceram com o cantor por mais de uma década . Antes, o baterista acompanhava Zélia Duncan, após ter passado um ano estudando nos Estados Unidos, e de ter tocado com nomes como Celso Blues Boy; atualmente toca na banda de Marina Lima. Já Alexandre Cavallo, vinha de uma estrada que o ligava a diferentes linguagens: do samba de Jorge Aragão ao rock da Blitz. Atualmente, se mantém tocando com Erasmo Carlos, Luiza Possi, Simone e Renata Arruda.
A apresentação contou com as participações especiais de Zé Carlos Bigorna (sax/flauta) e do guitarrista Zeppa.
Zeppa também era da banda de Vercilo, e inclusive os dois têm inúmeras parcerias como o Hit "Leve".
Infelizmente, por pouca divulgação e pelo ainda pouco interesse pela Música Instrumental, na platéia não tinha mais de 20 pessoas. Espero que isso não impeça que em Julho tenha mais uma edição do "Lona Instrumental".
Mesmo com público pífio, os músicos não pouparam intusiasmo e empolgação, o que contagiou a platéia, que via no palco uma apresentação de pessoas que adoram o que fazem e o fazem com categoria e excelência.
O diferencial da apresentação é que eles tentam fazer uma música instrumental com uma pegada mais pop, valorizando as melodias, mas com espaço para improvisos e solos. Além disso, há também uma impressionante variação de ritmo e estilos: tanto nas autorais, como o frevo em ´Chuva no Recife´ passando pelo baião em ´Abóbora de Coco´ e o samba em ´Dois é bom, três é samba´, quanto nas releituras: “San Juan Sunset” (Eumir Deodato), “Qui nem Jiló” (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira”), “Você” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli) e “Nada será como antes” (Milton Nascimento/Ronaldo Bastos) que Cavallo erroneamente atribui a composição desta ultima a Fernando Brant e Lô Borges.
Todos os músicos tiveram espaço pra fazer seus solos: Zeppa com seu fraseado jazzístico bem ao estilo George Benson, Bigorna alternando belíssimos solos na flauta e no sax, Cavallo mostrando que é um dos melhores no instrumento no país. Mas o destaque da noite, sem dúvida foi Christiano, o cara é um animal!
Mostrando total domínio no instrumento, ele alternava sutileza com peso, alterando andamentos, mostrando muita técnica, bom gosto e pegada. Realmente fiquei muito imprecionado, já o tinha visto ao vivo com Jorge Vercilo, mas só nesse show solo é que pude constatar todo seu talento e virtuose. Agora sou fã de carteirinha e tenho Christiano Galvão como um dos meus bateristas preferidos.

COMÉDIA EM PÉ NA LONA DE JACAREPAGUÁ - 24 de junho de 2009


É muito louvável a iniciativa de trazer à Lona umas das atrações teatrais mais aclamadas dos últimos anos, por preços muito acessíveis. Consequência: a necessidade da realização de uma sessão-extra na mesma noite. Foi justamente nessa sessão que eu consegui os ingressos. E me esbaldei de tanto rir. Com a apresentação de Claudio Torres Gonzaga, que dá as boas-vindas ao público, e vai apresentando seus colegas de grupo, sem antes deixar de fazer suas graças. Os atores vão se revezando, até que no fim todos voltam pra fechar o show, com cada um desenvolvendo um tema comum, que no caso foi o "Eu não entendo...".
O "Comédia em Pé" é considerado um humor franciscano, porque seus humoristas não podem lançar mão de artifícios, têm que obedecer a regras básicas em suas apresentações:
1 – O comediante só pode se apresentar sozinho.
2 – Só é permitido se apresentar com texto próprio.
3 - Não pode fazer personagem ou figurinos.
4 - Não é permitido o uso de trilha sonora ou qualquer tipo de sonoplastia.
5 - Não é permitido fazer nenhuma marcação de luz.
8 – Não é permitido o uso de cenografia ou adereço.

O grupo é formado ainda por Fábio Porchaté, Paulo Carvalho,Léo Lins e Fernando Caruso. Vou dar destaque pra Caruso, porque ele baseou sua apresentação sacaneando as composições de alguns astros da MPB, como Jorge Vercilo, Ana Carolina, Tim Maia e Adriana Calcanhoto. Ele tentava descobrir como seriam seus processos criativos de composição das músicas. Foi hilário quando ele tentou elucidar a forma que Djavan compunha suas letras. Segundo Caruso, Djavan teria um saco cheio de palavras que vai sorteando: "Açai, guardião, zum-de-besouro, ímã". Sou fã incondicional da genialidade do Djavan, mas quase me mijei de tanto rir.

20 de Junho de 2009 - SHOW DE TONI PLATÃO NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ


A faixa em frente a Lona dizia: "Toni Platão & Hojerizah", imaginei que fosse um erro na impressão ou golpe de marketing; afinal o show era do cantor Toni Platão em carreira solo. Eu não perdia por esperar...
Toni levou o show do elogiadíssimo DVD "Pro Que Estão em Casa" pro palco da Lona de Jacarepaguá, acompanhado por uma afiada banda formada por Sergio Diab (guitarra), Wlad (baixo), Bruno Wanderley (bateria)e Rodrigo Ramalho (acordeom).
Bom gosto e elegância são as palavras que melhor definem o show, o repertório e os arranjos, com canções que em mãos e vozes erradas poderiam soar brega, mas na interpretação e na voz potente de Toni Platão soam sofisticadas. As músicas em sua maioria falam das dores e desiluções do Amor. Com releituras de “Moço Velho”, composição de Silvio César, gravada por Roberto Carlos; canções da ala romântica da Jovem Guarda como "Impossível Acreditar Que Perdi Você", de Antonio Marcos, "Eu Não Vou Mais Deixar Você Tão Só", de Márcio Greyk, e "Nasci pra Chorar" versão de Erasmo Carlos; duas da Angela Roro ("Amor Meu Grande Amor" e "Mares da Espanha"),e até "Louras Geladas" do RPM, num arranjo jazzístico cheio de swing. Mesmo as canções em inglês têm o tema central atrelado a tristeza como "The Man Who Sold The World" (de David Bowie, que como o próprio Toni Platão disse no show, muitos pensam que é do Nirvana) e " Mammy Blue".
Mas o show não foi só dor-de-cotovelo, teve muito rock'n'roll: "Come Together" dos Beatles, "Carne e Osso" dos Picassos Falsos, e Legião Urbana em dose dupla em "Há Tempos" e "Eu Sei", essa última com direito a uma palhinha de "Crazy little Thing Called Love" do Queen.
O momento "Todo mundo cantando junto" foi em "Tudo Que Vai" (Alvin L, Dado Villa-Lobos e Toni Platão) que foi gravada posteriormente pelo Capital Inicial em seu Acústico MTV. O público pode ainda ouvir músicas mescladas com citações, como a já citada "Amor Meu Grande Amor" mesclada com "Rebel Rebel" (David Bowie) e "Calígula Free Jack" (Fausto Fawcett, Dado Villa-Lobos e Toni Platão) com "Venus" (do grupo holandês dos anos 60/70 Shockling Blue).
Já conhecia o trabalho de Toni Platão há muito tempo, mas foi a primeira vez que o vi ao vivo, e fiquei imprecionado com a sua desenvoltura e presença de palco. No show ele está sempre concentrado, bem diferente da imagem que ele passa defendendo seu Fluminense no "Rock Bola" da Rádio Oi FM, aonde solta piadas e deboches, no programa aonde "a informação é em segundo lugar".
Toni, deixa o palco com um "até daqui a pouco", e todos ficam esperando pelo retorno pra ouvir o maior hit do Hojerizah: "Pros Que Estão Em Casa".
Mas para meu espanto, parte da aparelhagem é trocada, o intervalo para o Bis começa a ficar grande demais, uma parte pequena do público vai embora, pensando não ter mais nada. Mas os perseverantes são brindados com um momento histórico, a banda Hojerijah, com sua formação original m com Toni nos vocais, Flávio Murrah (guitarra e principal compositor), Marcelo Larrosa (baixo) e Álvaro Albuquerque (bateria), juntos depois de dez anos.
Surgido no fim de 1983, o Hojerizah começou vagando pelos porões cariocas e levou alguns anos para criar uma identidade, sendo considerado durante bom tempo de difícil assimilação pelas gravadoras. Com "Pros que Estão em Casa", música que integrava um compacto simples gravado em 1985 pela BB Records/Polygram, passaram a aparecer em rádios alternativas. Em 1987, soltaram Hojerizah na praça, com referências culturais como Dalí e Buñuel (com a capa que recriava uma cena do filme "Um Cão Andaluz"), temática desencantada do pós-punk e cuidadosa atenção nos arranjos. Trazia regravação de "Pros que Estão em Casa", que conseguiu um bom espaço nas rádios. Há ainda clássicos como "Tempestade em Viena" e "Senhora Feliz". Menos sorte teve "Pele", em que apenas duas músicas, "Fogo" e "A Lei" foram tocadas em rádios alternativas. Pouco divulgado pela gravadora, ele é mais lírico e rico do que o antecessor. "Pele" teve poema de Jean Rimbaud traduzido por Ledo Ivo em "Canção da Torre Mais Alta". Após quase sete anos de estrada, o Hojerizah dissolveu-se, pouco depois de ter sido dispensado pela gravadora. Flávio ficou dois anos em tratamento psiquiátrico e hoje, convertido à Igreja Renascer, toca na banda Horda. Marcelo tornou-se gerente do estúdio 585 e Álvaro aventurou-se pelo ramo de alimentos. A última reunião da banda tinha sido em 1999.
Depois fiquei sabendo que eles haviam tocado na noite anterior na Lona de Realengo, e que na verdade esse era o segundo show e não o primeiro em dez anos. Mas de qualquer forma, foi emocionante ver quatros caras tocando pelo tesão do Rock'n'Roll, pelo prazer de lembrar as sensações de estarem juntos novamente.










sábado, 27 de junho de 2009

O ADEUS A MICHAEL JACKSON


Não tem como não comentar... Lamento muito o falecimento de um dos maiores músicos do nosso tempo.
Michael Jackson era um verdadeiro Gênio, um talento nato. Com certeza é, ao lado de Elvis Presley e dos Beatles, um dos maioires fenômenos da Música popular.
Foi cantor, compositor, ator, bailarino, publicitário, escritor, produtor, diretor, instrumentista, estilista, ilusionista e empresário; e realizando todas as atividades com raro talento e eficiência.
Michael sempre foi uma figura excêntrica, e acho que ele sempre foi mais vítima do que algoz em todas as polêmicas que se envolveu. Quem me conhece sabe que sempre tive essa opinião, e não é aquela tendência de que quando alguém morre vira santo. Nunca acreditei nas acusações de pedofilia, acredito que ele está mais pra assexuado do que pra "comedor de criancinhas". Michael Jackson sempre teve aproveitadores rondando a sua vida, e esse episódio só sustenta a minha opinião.
E quanto as inúmeras cirurgias e tentativas de mudar de aparência, só mostram o quanto frágil era sua personalidade e como era baixa sua auto-estima.
O que pode ser em parte explicado pela precoce carreira musical. Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista principal dos Jackson 5, ao lado de seus irmãos. Foram contratados pela lendária gravadora Motown que já tinha no seu cast mestres da música negra americana como Stevie Wonder, Marvin Gaye e Diana Ross & The Supremes, tendo como madrinha a diva Diana Ross, que ficou imprecionada com o talento fora do normal do pequeno Michael que cantava como gente grande. Na verdade o mundo inteiro ficou de queixo caído, com o moleque que mostrava categoria, técnica e afinação de veterano, além de ter muita desenvoltura no palco.
Os Jackson 5 fizeram muito sucesso nas décadas de 60 e 70, colocado quatro canções no topo das parada: "I Want You Back", "ABC", "I'll Be There" e "The Love You Save".

Michael iniciou sua carreira solo paralelamente ao grupo quando ainda estava na Motown, lançando 4 álbuns entre 1971 e 1975, conseguindo uma série de hits: "Got To Be There", "I Wanna Be Where You Are", "Ain't No Sunshine", "Ben", "Music and me", "Happy (Love theme from "Lady Sings the Blues)", "One Day In Your Life".
A partir de 1973 a popularidade do Jacksons 5 começou a diminuir, embora eles tivessem sucessos razoáveis como, "I Am Love" e "Dancing Machine". Nessa última, durante as apresentações, Michael Jackson simulava um robô dançando, a dança tornou-se bastante popular, sendo a primeira coreografia criada por Michael a se tornar famosa em todo mundo, dando origem a "break dance".
Já é sabido, que durante sua infância Michael e seus irmãos sofreram constante abuso de seu pai. Que batia freqüentemente nas crianças, e as aterrorizava psicologicamente. Os ensaios eram supervisionados pelo pai com um cinto na mão.
Em 1975, os Jackson Five saíram da Motown e assinaram contrato com a Epic em busca de mais liberdade para produzir suas canções. Como resultado do processo judicial, tiveram que mudar o nome para The Jacksons. Michael foi o principal compositor do grupo, escrevendo sucessos como, "Shake Your Body (Down To The Ground)" , "This Place Hotel", "Can You Feel It?". Durante a sua adolescência Michael sofreu de depressão por não aceitar sua aprarência e por estar crescendo, sua pele também passou por um período de alto grau de acne, o que piorou a sau auto-estima e sua auto-imagem.
Ao co-estrelar com Diana Ross o filme "The Wiz" no papel do espantalho, Michael conheceu Quincy Jones, que produziu e arranjou as canções do longa metragem: nascia aí umas das mais bem sucedidas parcerias da música mundial.
No ano seguinte, ao lado de Quincy, começou a gravar seu primeiro álbum solo na idade adulta. Tratava-se de "Off The Wall", uma verdadeira jóia musical. A mistura de black music e disco do álbum tornou-se referência nos anos que se seguiram. Michael ganhou seu primeiro Grammy com o compacto de "Don't Stop 'Til You Get Enough". Foi a primeira vez que um artista colocou quatro canções de um mesmo álbum entre as dez mais tocadas tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. Em 1980, Off The Wall já era o álbum de black music mais vendido da história. Os números chegam, atualmente, a 25 milhões de cópias.

Apesar de ter vendido com um único álbum solo mais do que os Jacksons haviam conseguido na carreira de 11 anos, Michael resolveu continuar com os irmãos, atendendo a pedidos da mãe.
Mas o melhor ainda estava por vir...
Em 1982 é lançado o álbum "Thriller", marco na música e na cultura mundial. Os arranjos de Quincy Jones traziam a tradição dos metais, da percussão da Black Music junto com as inovações eletrônicas dos sintetizadores e sequencers, um divisor de águas e referências de tudo que viria a ser feito na música pop.

"Thriller" é provavelmente o álbum mais vendido da história, com mais de 106 milhões de cópias vendidas no mundo. Chegou à primeira posição dos Estados Unidos no dia 21 de fevereiro de 1983 e permaneceu na posição por 37 semanas, um recorde. Sete compactos foram lançados e dois conquistaram o primeiro lugar, "Billie Jean" e "Beat It". Essa última tinha participação do guitarrista Eddie Van Halencom um solo memorável, fez rádios de rock, na época orientadas a um público essencialmente branco, tocarem a canção de um negro; e fez rádios de black music tocarem rock. Um feito inédito até então.
Além disso, trouxe revoluções nos video-clipes, sendo o primeiro artista negro a ter projeção na MTV. O ponto alto foi o clipe da faixa-título do disco, que continha na verdade um curta-metragem de 14 minutos, com uma história completa sobre zumbis, foi uma verdadeira sensação.

Seis meses depois do lançamento do álbum, na festa de 25 Anos da Motown, após a apresentação dos the Jacksons, Michael ficou sozinha no palco, ele começou a cantar "Billie Jean", de repente, Michael parou de cantar, andou até o canto esquerdo do palco e voltou deslizando de costas. Naquela noite, ele imortalizava mais uma coreografia.
O álbum traz também um dueto com Paul McCartney em "The Girl Is Mine", sendo lançado mais tarde um compacto com outra parceria em "Say Say Say". Foi gravado também uma terceira música, "The Man", que permaneceu inédita por vários anos.
Em 1985, Michael Jackson se uniu a Lionel Richie e Quincy Jones na missão de arrecadar fundos para a campanha USA for Africa. A idéia era gravar uma canção cujos lucros seriam revertidos para reduzir os índices de mortalidade pela fome no continente africano. junto com Lionel compôs "We Are The World". Para gravar a canção, Quincy Jones convidou 44 celebridades da música e televisão, incluindo Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder. O projeto arrecadou 200 milhões de dólares para a luta contra a fome na Etiópia.
O sucessor de "Thriller",só veio em 1987, "Bad" foi um decepção para a crítica, mas fez um grande sucesso, vendendo cerca de 32 milhões de cópias.
Só em 1991, saiu seu proximo álbum "Dangerous", que tinha em "Black or White" seu maior hit, e tendo um clipe mais uma vez super inovador. O guitarrista Slash participou das gravações do disco.
Em junho de 1995 chegou às lojas o álbum duplo HIStory: Past, Present and Future – Book I. No primeiro disco, uma seleção de quinze sucessos remasterizados. No segundo, a primeira coleção de canções inéditas lançada pelo cantor desde que acusado de abuso sexual. Foram gastos 30 milhões de dólares em publicidade e propaganda para o lançamento do álbum e divulgação de cinco compactos. Foi a maior campanha de marketing já montada para promover um disco. HIStory vendeu quase 30 milhões de cópias.
Em outubro de 2001, Jackson lançou Invincible, a primeira coleção de novas canções lançada pelo astro em dez anos, desde HIStory, em 1995. Produzido essencialmente por Rodney Jerkins ("If You Had My Love", Jennifer Lopez) e Teddy Riley ("In The Closet"), inclui como convidado o guitarrista Carlos Santana e contém ainda um rap póstumo de Notorious B.I.G.c Este foi o último álbum de estúdio lançado pelo cantor.
Michael Jackson se preparava pra começar uma turnê pela Europa, com ingressos esgotados na Inglaterra.
Sua morte nessa quinta-feira, dia 25 de Junho, deixa milhões de fãs aflitos, e vários empresários preocupados com prejuízos, e outros já contando os lucros que terão com vendas de CDs e Dvds que com certezam vão aumentar ainda mais... è a Cultura Pop que adora ídolos mortos.

sábado, 20 de junho de 2009

CONTOS DE FADA COM FINAL INFELIZ....

A fotógrafa Dina Goldstein destroe o mundo Cor de Rosa, mostrando as princesas e heroínas dos contos de fada em situações nada felizes


Branca de Neve, cheia de filhos, cachorro e um Príncipe Imprestável na frente da Tv.



Cinderela de tanto esperar o príncipe, acaba sozinha e abandonada num bar.



Jasmine, a namorada de Aladim, numa guerra no Oriente Médio.



A Bela, esposa da Fera, fazendo Cirurgia Plástica.



Chapeuzinha Vermelha obesa de tanto comer fast food e quitutes da cestinha da Vovó.



Rapunzel, totalmente careca por causa de um tratamento contra o Câncer.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

CHICKENFOOT - SUPERBANDA LANÇA CD


Os companheiros de Van Halen, Sammy Hagar(Vocal) e Michael Anthony (baixista), após serem demitidos da banda por Eddie Van Halen, criaram o projeto de um novo grupo no ano passado. O projeto se tornou uma banda de verdade com a entrada do baterista Chad Smith (que está de férias do Red Hot Chilli Peppers) e do guitarrista Joe Satriani. O quarteto forma agora a Super banda Chickenfoot.
Eles acabaram de lançar seu CD (capa abaixo) nos Estados Unidos e Europa, que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

O disco é uma Porrada!!! Rock'n'Roll de verdade, de longe o melhor lançamento do ano.

Abaixo algumas músicas do CD:
"Oh! Yeah!" a musica de trabalho:


Down The Drain


A relação das faixas do CD:
1. Avenida Revolution
2. Soap On A Rope
3. Sexy Little Thing
4. Oh Yeah!
5. Runnin’ Out
6. Get It Up
7. Down The Drain
8. My Kinda Girl
9. Learning To Fall
10. Turnin’ Left
11. Future In The Past

METALLICA NO BRASIL EM JANEIRO DE 2010


Comemorando a vendagem 30 mil cópias de Death Magnetic só no Brasil, a Universal Music anuncia a confirmação de uma turnê do Metallica pelo Brasil em Janeiro de 2010.
Eles gravaram um DVD em três shows no México dias 4,6 e 7 de Junho.
Nas três noites no México gravaram um amplo repertório para selecionar o setlist do DVD. A saber:

DIA 4

That Was Just Your Life
The End Of The Line
Creeping Death
Holier Than Thou
One
Broken, Beat And Scarred
Cyanide
Sad But True
The Unforgiven
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
Helpless
Trapped Under Ice
Seek and Destroy

DIA 6

Creeping Death
For Whom The Bell tolls
Ride The Lightning
Disposable Heroes
One
Broken, Beat And Scarred
The Memory Remains
Sad But True
Turn The Page
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Fight fire With fire
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
The Prince
No Remorse
Seek and Destroy

DIA 7

Creeping Death
Fuel
Wherever I May Roam
Harvester Of Sorrow
Fade To Black
Cyanide
...And Justice For All
Sad But True
The Day That Never Comes
All Nightmare Long
One
Master Of Puppets
Dyers Eve
Nothing Else Matters
Enter Sandman
- - - - - - - -
The Wait
Hit The Lights
Seek and Destroy

terça-feira, 16 de junho de 2009

MIMHAS BAQUETAS PERSONALIZADAS

Essas são as minhas baquetas personalizadas modelo "The Stewart Copeland Standard" da Vater.


To tirando onda....

quarta-feira, 3 de junho de 2009

ESPECULAÇÔES SOBRE NOVO DISCO DE INéDITAS DO RUSH


Alguns boatos surgidos recentemente dão conta de que o próximo álbum do RUSH seria um disco conceitual, aos moldes do clássico “2112” (1976) – a música que dá nome ao álbum fala sobre um mundo futuro controlado pelos sacerdotes dos Templos de Syrinx.

“Nós nem sequer discutimos nosso próximo trabalho ainda”, desconversou o frontman do RUSH Geddy Lee, em entrevista à revista Classic Rock. Apesar das especulações, Lee afirma que a banda está parada no momento. “Agora estamos todos bem, tendo uma pausa necessária”.

Em entrevista ao site MusicRadar.com, o guitarrista Alex Lifeson informou os planos da banda. “Depois do verão [no hemisfério norte], acho que estaremos prontos para trabalhar [em um novo álbum] novamente”. Ao que tudo indica, o próximo disco deve ser produzido por Nick Raskulinecz, responsável também por “Snakes & Arrows” (2007), último álbum de inéditas do RUSH.

“Sentimos que há diálogo, nosso relacionamento não terminou. É como uma conversa que você inicia e mantém parada – o Rush tem mais a dizer com Nick, eu acho”, afirma Lifeson. Existe ainda a possibilidade de o próximo álbum ser duplo, o que não possui nenhuma relação com um possível trabalho conceitual.

“Várias bandas fizeram álbuns duplos que não são gravações conceituais. Os Beatles fizeram o ‘White Album’ – que não é um álbum conceitual. Também é o caso do ‘Physical Graffiti’ [do Led Zeppelin]. O tamanho [do disco] é subjetivo”, completa.

terça-feira, 2 de junho de 2009

OS 50 MELHORES VOCALISTAS MASCULINOS DA MÚSICA POPULAR DE TODOS OS TEMPOS (na minha opinião)


01 THE BEATLES (PAUL MCCARTNEY/JOHN LENNON/GEORGE HARRISON)
Os tês juntos são imbatíveis. Nunca soube escolher meu beatle favorito, mas como vocalista a minha preferência é realmente a ordem da foto. Primeiro Paul pela voz doce e grande alcance vocal; John com sua voz rasgada nos rocks e suave nas baladas; e George pela simplicidade.



02 ROBERT PLANT
Já ouvi a seguinte frase: "Assim como Baco é o deus do vinho, Robert Plant é o deus da voz". Exageros a parte, Plant realmente é a referência quando se pensa em vocalista de rock pauleira; além disso mostra nas músicas acústicas que consegue cantar suave como poucos.



03 STEVIE WONDER
Mestre nos floreios e improvisos, possui todos os atributos de um grande cantor: bela voz, fôlego, técnica e talento natural. Um dos maiores gênios da música popular



04 FREDDIE MERCURY
Voz poderosíssima, emoção nas interpretações. Além disso sabia como poucos como se dominava um público de milhares de pessoas.



05 MILTON NASCIMENTO
Já foi eleito em inúmeras públicações internacioais como a voz mais bonita do mundo. Emoção e técnica na medida certa.



06 ELVIS PRESLEY
O Rei do Rock é um dos cantores mais influentes de todos os tempos. Sua voz empostada de de barítono-tenor é imitada e homenagiada por milhões de seguidores. Entre os influenciados famosos estão Jim Morrison, Morrissey, Jerry Adriani e Renato Russo.



07 FRANK SINATRA
Considerado a "Voz do século XX", Frank Sinatra é sem dúvida um dos mais cultuados cantores de todos os tempos.



08 JOÃO GILBERTO
Um dos mais revolucionários cantores do mundo, mostrou que não é preciso ter vozeirão pra cantar bem. Suas divisões rítmicas pra cantar e tocar seu violão foram os pilares mais importantes na criação do que viria a se chamar de Bossa Nova.



09 DAVID GATES
A voz suave, doce e afinadíssima do vocalista do Bread é um verdadeiro carinho para os ouvidos.



10 LUCIANO PAVAROTTI
Um dos maiores tenores líricos de todos os tempos, nunca teve pudor em cantar músicas tradicionais napolitanas e clássicos da música pop mundial. Além disso popularizou a música erudita ao lado de Plácido Domingo e José Carreras no projeto "Três Tenores", e mais tarde com os shows ao lado de estrelas internacionais no "Pavarotti & Friends"



11 DAVID COVERDALE
Sex Appeal, voz rouca, grande alcance vocal nas notas agudas, fizeram de Coverdale, tanto no Deep Purple quanto no Whitesnake, um dos vocalistas mais cultuados do Hard Rock.



12 IAN GILLAN
O vocalista dos maiores clássicos do Deep Purple, mostra sua maestria em agudos potentes.



13 OZZY OSBOURNE
Sua voz chorosa e potente foi um dos pilares na construção do que viria a se chamar de Heavy Metal.



14 LITTLE RICHARD
Anárquico, cantando sempre no limite. Seus gritinhos influenciaram muito Paul McCartney.
E olhem a frase de John Lennon: "Um garoto da escola me falou que ele tinha um disco de um sujeito chamado Little Richard, que era melhor do que o Elvis. O disco era Long Tall Sally e quando eu ouvi, fiquei sem saber o que dizer. Eu não queria abandonar Elvis mas este cara era bem melhor."



15 MARVIN GAYE
Mick Jagger certa vez comentou que aprendeu a cantar ouvindo Marvin Gaye. E realmente é uma aula ouvir esse cara cantando.



16 GEDDY LEE
Tem gente que odeia, que fala que sua voz é esquisita. Mas na verdade ele canta pra cacete. Além de ser um dos melhores baixistas e de pilotar os teclados como poucos; e incrível que ao vivo ele faz as três coisas ao mesmo tempo.



17 STING
É daqueles cantores que se identifica instantaneamente sua voz. Seu belo e característico timbre já é uma marca registrada, e dá elegância a qualquer canção que cante.



18 JOHNNY MATHIS
Dicção e afinação perfeita, e com sua voz suave criou uma enorme legião de fãs.



19 JON ANDERSON
Sua voz é a marca registrada do Yes. E parece não sofrer nenhuma mudança com o passar dos anos. Impressionante.



20 DJAVAN
Seu canto é como sua música: original, sofisticado sem deixar de ser popular, com divisões rítmicas inusitadas e muito belo. Uma marca registrada são seus improvisos vocais.



21 MICHAEL JACKSON
As pessoas costumam lembrar dele pela sua dança, clipes e pelas polêmicas. Mas acabam esquecendo que Michael Jackson é um excelente cantor.



22 PAUL RODGERS
Pra muitos ele é o melhor vocalista de Rock vivo. Seus trabalhos no Free, Bad company, The Firm e atualmente no Queen justificam sua fama



23 PHILLIP BAYLE
Na formação do Earth Wind & Fire há excelentes cantores, e sem dúvida ele é o de maior destaque. Provavelmente pelo impressionante alcance vocal.



24 RAY CHARLES
Seu canto e talento genial influenciou gerações de músicos de vários estilos: do Jazz, Blues, R&B, Rock, Pop, Soul. Um exemplo clássico é Joe Cocker.



25 JAMES TAYLOR
Descoberto por Paul McCartney, James Taylor usa sua voz levemente anasalada para entoar suas belas baladas agridoces.



26 PHIL COLLINS
Com a saída de Peter Gabriel do Genesis, a banda encontra em seu baterista um excelente substituto, e o mundo conhece uma das mais belas vozes da música pop.



27 RONNIE JAMES DIO
Com um currículo de respeito: fundador junto com Ritchie Blacmore da banda Rainbow, substituto de Ozzy no Black Sabbath e bem sucedida carreira solo; é considerado um verdadeiro Deus do Metal.



28 SAMMY HAGAR
Se saiu muito bem substituindo David Lee Roth na super banda Van Halen, pelo simples fato de ser um grande vocalista, de voz potente e marcante.



29 AL JARREAU
Malabarismo vocal, afinação perfeita. Passa do jazz ao pop com maestria.



30 JOE COCKER
Atingiu fama mundial no Festival de Woodstock, mostrando toda emoção e pegado do blues e do soul aliado a energia do Rock.



31 BRUCE DICKINSON
Foi o substituto de Paul Dianno no Iron Maiden, se tornando um dos maiores vocalistas do Metal.



32 MICK HUCKNALL
O ruivo de alma negra. A voz marcante do Simply Red, com muita afinação e alcance vocal, um verdadeiro crooner a moda antiga.



33 BONO
Apesar de nada modesto, Bono Vox (boa voz em latim) o primeiro nome artístico do vocalista do U2, descreve perfeitamente a maior qualidade desse cantor



34 JOHN FOGERTY
A voz rasgante do Creedence Clearwater Revival. Muito bom!!!



35 AL GREEN
Sua característica mais marcante é expressar sentimentos e sensações com sua voz, seja sofrimento e dor, ou prazer e sensualidade.



36 GEORGE BENSON
Ele é um dos maiores guitarristas do jazz, e também um dos melhores vocalistas do estilo. Nada mais natural que ele sole ao mesmo tempo com a guitarra e com a voz...



37 STEVE TYLER
Com grande alcance vocal e um bocão de fazer inveja a Mick Jagger, ele arrebenta nos vocais do Aerosmith



38 NAT KING COLE
Verdadeiro protótipo do crooner: belíssima voz, afinação, carisma e elegância



39 ROD STEWART
Sua voz rouca pode ser suave como um veludo ou áspera como uma lixa, dependendo da emoção que queira passar em cada interpretação.



40 PETER GABRIEL
Aliando belíssima voz com interpretações teatrais tornou-se um dos maiores vocalistas do rock progressivo, influencinado uma penca de cantores, como Fish do Marillion.



41 CHRIS CORNELL
Tanto no Audioslave, no Soundgarden ou na carreira solo sempre mostrou ser um excelente vocalista, e fiel a velha escola do Rock'N'Roll



42 TONY BENNETT
Com elegância e afinação, foi provavelmente a maior concorrência que Frank Sinatra já teve.



43 PHIL ANSELMO
Pra mim é o melhor vocalista de "voz grossa" do Heavy Metal. Foi responsável por transformar o Pantera numa das maiores bandas do mundo.



44 BON SCOTT
Angus Young tem uma frase que define perfeitamente o vocalista original do AC/DC: "Bon canta como se estivesse tendo seu pé esmagado por um caminhão"



45 EDDIE VEDDER
A frente do Pearl Jam foi um dos mais influentes vocalistas dos anos 90, gerando uma enorme quantidade de imitadores famosos



46 ANDREA BOCELLI
Tenor italiano que escolheu o caminho da música popular pra mostrar toda potência da sua voz, a intensidade e beleza de suas interpretações.



47 BRUCE SPRINGSTEEN
Eu o conheci cantnando o refrão de "We Are The World" com Stevie Wonder. Um verdadeiro vozerão, idolatrado principalmente nos Estados Unidos.



48 GLENN HUGHES
Dividiu os vocais com David Coverdale, substituindo Ian Gillan no Deep Purple. É o mais soul dos cantores de rock, não é à toa que seus vocalistas preferidos são Stevie Wonder, Marvin Gaye, Al Green e Wilson Picket.



49 ROGER DALTREY
O vocalista do The Who é um dos cantores com mais atitude de todos os tempos. Botava pra quebrar literalmente.



50 NEIL SEDAKA
Apesar de seu timbre pouco comum, influenciou gerações desde os anos 50.