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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Primeira Noite dos 25 Anos do Hall Of Fame

Ontem rolou a primeira noite da comemoração dos 25 anos do Rock and Roll Hall Of Fame.
No Madison Square Garden em Nova York, tendo Tom Hanks como um dos apresentadores, inúmeras estrelas fizeram suas apresentações:

Jerry Lee Lewis, um dos pais do Rock, com seu piano endiabrado


Stephen Stills e Graham Nash, na apresentação do trio Crosvy, Still & Nash


A dupla Simon & Garfunkel voltou a se reunir.


Bruce com o guitarrista Tom Morelo (Audioslave / Rage Against The Machine)


O encontro de John Fogerty, líder do Creedence Clearwater Revival, com Bruce Springsteen


Outro encontro da noite, o de Sting com Stevie Wonder


Hoje vai ser a segunda noite de comemorações, com shows de U2, Jeff Beck, Aretha Franklin, Annie Lenoxx e Metallica.
Tinha anunciado que Metallica faria a apresentação junto com Ozzy Osbourne, mas parece que não é bem isso. Parece que a banda irá tocar com Ray Davies (vocalista do The Kinks) a música "You Really Got Me", com Lou Reed uma canção dele; e com Ozzy uma canção do Black Sabbath.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

JOSS STONE TOCARÁ NO BRASIL EM NOVEMBRO


Joss Stone virá ao Brasil para divulgar "Colour Me Free", seu quarto álbum de estúdio. A inglesinha, voltará ao nosso país pra mostrar todo seu talento.
Além de ser uma gracinha, ela com apenas 22 anos, canta como uma veterana, com afinação e charme.
No Rio, a apresentação será 21 de novembro HSBC Arena e, em Sampa será no dia 22 do mesmo mês, no HSBC Brasil.
"Colour Me Free", o disco que dá nome a turnê, acaba de ser lançado e seu primeiro single é "Free Me". A cantora compôs e produziu o álbum, ao lado dos produtores Jonathan Shorten e Conner Reeves, que também trabalharam no disco de platina da cantora, "Mind, Body & Soul", de 2004.



Joss Stone no Brasil

Rio de Janeiro
Data: 21 de novembro, às 21h30
Local: HSBC Arena - Av. Embaixador Abelardo Bueno, s/nº
Ingressos: R$ 70,00 (cadeira nível 3), 140,00 (cadeira nível 1), R$ 190,00 (pista) e R$ 290,00 (pista Premier)
Informações: 21 3326-7243 / www.hsbcarena.com.br

São Paulo
Data: 22 de novembro, às 20h30
Local: HSBC Brasil - Rua Bragança Paulista, 1.281
Ingressos: R$ 70,00 (plateia superior 2), R$ 200,00 (platéia superior 1), R$ 280,00 (pista) e R$ 300,00 (vip)
Informações: 11 4003-1212 / www.hsbcbrasil.com.br

Eric Clapton cancela participação no show do Rock and Roll Hall of Fame


Eric Clapton cancelou sua apresentação esta semana no Rock and Roll Hall em Nova York para remover cálculos biliares. Clapton, de 64 anos, "ficará algum tempo se recuperando em casa no Reino Unido e sente muito por desapontar os fãs e o Rock and Roll Hall of Fame", afirmou um comunicado do músico, acrescentando que o itinerário de sua turnê não será afetado.
Enquanto isso, a participação de Bruce Springsteen no mesmo evento está em dúvida depois que o cantor cancelou repentinamente uma apresentação em Kansas City na segunda-feira (26) devido à morte de um primo que trabalhava na administração de sua carreira. Springsteen, de 60 anos, tem participação agendada para quinta-feira (29), mas cancelou o show de segunda-feira (26) devido à morte de Lenny Sullivan, de 36 anos, que trabalhava com a E Street Band há 10 anos, de acordo com o site do roqueiro.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ORIGINAL ALBUM CLASSICS - STANLEY CLARKE


Na semana passada na Saraiva do Barra Shopping, comprei duas coleções de Cds: uma do Stanley Clarke e outra da seperbanda Wheather Report. Trata-se de série "Original Album Classics" que traz cinco discos de cada artista, todos em formato mini-LP, em cada caixa. Os álbuns tem a arte da capa original, da época do lançamento, e as demais informações na contra-capa.
Foram lançadas pela Columbia Legacy. O que chama a atenção nessa coleção, além do preço relativamente baixo (cada box saiu por R$ 60,00) é o fato de ela trazer álbuns que estão, em sua maioria, há muito tempo fora de catálogo em nosso país. Além dos dois que adquiri, a Columbia lançou boxes dedicados a Miles Davis, George Benson, John McLaughlin, Mahavishnu Orchestra, Thelonious Monk e Sonny Rollins.
De vontade de comprar todos, mas a verba disponível não permitiu. Mas com certeza os do John McLaughlin e da sua banda Mahavishnu Orchestra serão os próximos a fazer parte da minha coleção.
Ainda não tive tempo de ouvir o box do Weather Report, mas sei que se trata de material de primeiríssima qualidade.

Já ouvi todos do Stanley Clarke, mestre do contra-baixo, tanto no acústico como no elétrico. Já o coneheço desde que sou criança, e já possuia alguns de seus CDs, além do excelente DVD "Night School" (cheio de participações mais do que especiais de Stevie Wonder, Flea, Stewart Copeland, Bela Fleck, Billy Sheehan, Marcus Miller, entre outros). Também já presenciei uma inesquecível apresentação sua em 1998.
Mas voltando ao box, a primeira façanha é retirar o plásrico que envolve cada CD sem estragar as capinhas. Depois de vencida essa etapa, me deleitei ouvindo cada disco:


STANLEY CLARKE (1974)
É o segundo disco solo da carreira. e conta com Jan Hammer (teclados), Tony Williams (bateria) e Bill Connors (guitarra).
Com "Vulcan Princess" na abertura, com os músicos tocando com muito peso, num misto de Rock Progressivo, Hard Rock e Jazz. Stanley canta e toca piano na lentinha "Yesterday Pincess". Em "Lopsy Lu" ele mostra muita técnica e swing, com seus slaps funkeados. "Power" começa com incrível solo de bareria, e depois cada músico tem a sua vez. Em "Spanish Phases for Strings & Bass" ele usa o baixo acústico ao lado de uma orquestra, até que em "Life Suite" sua banda aparece, com direito a várias mudanças de ritmos e atmosferas, com o saudoso Tony Willians literalmente quebrabdo tudo.


JOURNEY TO LOVE (1975)
Terceiro disco de sua carreira. Abrindo com "Silly Putty", puxada pela levada de Clarke, acompanhado pelos monstros "Steve Gadd" (bateria), George Duke (teclados) e David Sancious (guitarra). Na faixa-título, aparece prela primeira vez o guitarrista Jeff Beck, que volta em "Hello Jeff", faixa mais pesada do disco, tocada como um power-trio que conta ainda com Lenny White na bateria.
"Song To John (Part I & II)", composição em parceria com o tecladista Chick Corea dedicada à John Coltrane, traz Clarke no baixo-acústico, Corea no piano e John McLauglin no violão. Um dos pontos altos do disco.
Trazendo os mesmos músicos da faixa de abertura junto com uma orquestra, "Concero For Jazz-Rock Orchestra" possui passagens instrumentais de tirar o fôlego.


SCHOOL DAYS (1976)
Quarto disco da carreira, talvez a sua obra-prima. Abre com "School Days" que é sem dúvida a sua música mais famosa, com seu Riff que cola na cabeça. Nessa faixa participam Gary Brown (bateria), David Sancious (teclado), e Raymond Gomez (guitarra).
Com Steve Gadd (bateria) e Sancious, "Quiet Afternon" é mais cool, sem tirar o brilhantismo dos músicos. Um groove demolidor de baixo em "The Dancer" mostra a influência da música brasileira na percussão com direito a apito de escola de samba de Milton Holland e na bateria de Gerry Brown.
Em "Desert Song" Clarke demosntra todo domínio no baixo-acústico, e traz a participação de John McLaughlin no violão.
A empolgante "Hot Fun" com sua levada super dançante, com os mesmos músicos da faixa de abertura.
Encerra com "Life Is a Just a Game" com direito a vocais de Stanley Clarke, lindos solos de Greg Duke nos teclados e um inspiradíssimo Billy Cobhan na bateria duelando com Clarke.


MODERN MAN (1978)
Seu quinto disco, é o mais variado e com a linguagem mais pop, com a maioria das músicas com vocais. Na minha opinião é o mais fraco da caixa, o que não significa se tratar de um disco ruim, muito pelo contrário.
Conta com uma enorme quantidade de músicos participantes; os bateristas Gerry Brown, Steve Gadd, Airto Moreira e Jeff Porcaro; os guitarristas Jeff Beck e Lee Ritenour, a cantora Dee Dee Bridgewater, os tecladista Ronnie Foster , Raymond Gomez e George Duke, e a lenda do trompete Freddie Hubbard.


THE CLARKE / DUKE PROJECT (1981)
O nono disco da carreira, e o primeiro do projeto com o tecladista George Duke (os outros dois foram em 1983 e 1990). Contando ainda com o baterista John Robinson, o disco é cheio de canções pops muito bem compostas, arranjadas e interpretadas, muitas delas com belos duetos vocais de Clarke e Duke ; talvez a mais famosa seja o sucesso radiofônico mundial de "Sweet Baby"
Na abertura, Clarke quebra tudo com seu baixo na instrumental "Wild Dog". Outra bela instrumental é "Never Judge a Cover By Its Book", com belos arranjos de teclados.

Ozzy Osbourne e Metallica tocarão juntos em Nova Iorque


OZZY COM O METALLICA, QUE AINDA TINHA NA FORMAÇÂO O SAUDOSO BAIXISTA CLIFF BURTON


Ozzy Osbourne vai subir ao palco com o Metallica para o 25º aniversário do Rock and Roll Hall Of Fame, no dia 30 outubro. O show vai acontecer no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e faz parte de um tributo de dois dias à história do rock.
No evento estarão também nomes como Eric Clapton, Aretha Franklin ,U2, Simon & Garfunkel, Stevie Wonder, Bruce Springsteen, entre outros. Cada artista tocará músicas próprias e aquelas canções que os inspiraram na carreira.
"Vinte e cinco anos atrás um grupo liderado pelo lendário fundador da Atlantic Records criou esta fundação para reconhecer e celebrar a música e a carreira de artistas cuja música ajudou a dar forma e definir nossa geração", disse Jann Wenner, fundador e presidente da Rolling Stone e presidente do Rock and Roll Hall Of Fame.

A programação dos shows especiais do Rock and Roll Hall Of Fame é a seguinte:

- Quinta-feira, 29 de Outubro:
Bruce Springsteen & The Street Band
John Fogerty
Simon & Garfunkel
Crosby, Stills, Nash & Friends
Paul Simon
Sting
B.B. King
Stevie Wonder

- Sexta Feira-30 de Outubro
Eric Clapton
Jeff Beck
Annie Lenoxx
Aretha Franklin
Metallica (com Ozzy Osbourne)
U2


Um vídeo com o Metallica ensaiando "War Pigs", clássico do Black Sabbath, pode ser visto mais abaixo. O ensaio foi para um show do Metallica em Cleveland, nos EUA.

domingo, 25 de outubro de 2009

E POR FALAR EM LENNON...


A exposição “White Feather: The Spirit Of Lennon” inaugurada em Liverpool, cidade natal dos Beatles, está exibindo letras de músicas inéditas de John Lennon. As composições raras integram um acervo do filho do ex-Beatle, Julian.
As letras datam de 1966, época em que escreveu clássicos como “Strawberry Fields Forever”. Segundo a revista Rolling Stone, da Argentina, a curadora da mostra, Ann Darby, disse que as composições foram escritas numa carta que Lennon enviou a George Harrison sobre fãs japoneses, no ano em que tocaram no Japão. As cartas foram leiloadas há dez anos.
A exposição “White Feather: The Spirit Of Lennon” foi organizada por Julian e Cynthia, primeira mulher de Lennon, e possui fotografias nunca vistas e entrevistas filmadas.
A exposição “White Feather: The Spirit of Lennon” (em tradução livre, “Pena branca: o espírito de Lennon”) foi montada pela primeira mulher do cantor, Cynthia Powell, e o filho deles, Julian, em parceria com o museu Liverpool’s Beatles Story. A mostra estará sediada no Mersey Ferries e ficará aberta até 31 de dezembro.
White Feather também é o nome da fundação para caridade, criada por Julian, centrada em questões ambientais e humanitárias.

Veja trechos de letras inéditas de John Lennon:
“Little girl I’ve come to stay
And this time I just have to say
I love you”.

“If she turns you down and you’re rejected
Try again the best you can
Call to see her when you’re least expected
Tell her now she’ll understand”.

Fonte: http://musica.uol.com.br

"NOWHERE BOY", LONGA MOSTRA A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA DE JOHN LENNON





Originalmente intitulado "Lennon", o filme foi rebatizado "Nowhere Boy" e teve pôster liberado dias antes de sua estreia mundial, que será no dia 29 de Outubro, no encerramento do Festival de Londres.

Baseado em "Imagine: Crescendo Com Meu Irmão John Lennon", memórias de Julia Baird, meia-irmã do músico, o filme terá Aaron Johnson, de 19 anos, no papel do ex-Beatle.O diretor é a artista plástica britânica Sam Taylor-Wood, estreante em longa-metragem. Ele tem no currículo "Love You More", curta inspirado pela banda punk Buzzcocks e com indicação ao BAFTA (Oscar britânico). Já o roteiro de ficou a cargo de Matt Greenhalgh, que assinou "Control", filme sobre os últimos anos de Ian Curtis, líder do Joy Division.
O roteiro mostrará a infância do Beatle e sua jornada ao estrelato, detalhando a adolescência solitária, a amizade com Paul McCartney e o refúgio dos problemas na música. O longa mostra um adolescênte que, criado entre mulheres,se vê em meio há conflitos entre elas, sem uma figura paterna. Foca sua relação com a mãe Julia (que o abandonou quando criança, mas que se tornou sua amiga anos mais tarde, e morreu em um acidente de carro, em 1958, meses antes de John atingir a maioridade.), e sua tia Mimi, que o criou. O papel de Julia será da atriz Anne-Marie Duff, enquanto Mimi será vivida por Kristin Scott Thomas, indicada ao Oscar por seu trabalho em O Paciente Inglês.
Paul Mccartney será interpretado pelo ator Thomas Sangster, que atuou em "Simplesmente Amor" (Love Actually) e "A Última Legião (The Last Legion)".
Não se sabe ainda como será a trlha-sonora. De acordo com o blog The Playlist, os produtores negociaram com Yoko Ono a inclusão de músicas de John Lennon na trilha do filme.
Em setembro, Alison Goldgrapp, do duo de eletro-rock Goldfrapp, revelou os planos de entrar no estúdio Abbey Road para trabalhar em músicas para a produção.

sábado, 24 de outubro de 2009

Fashion Rocks, de Rock não tem nada


Para os fashionistas, foi quase a escolha do Rio para sede das Olimpíadas de 2016. Pela primeira vez realizado na América Latina, o Fashion Rocks (que aqui virou Oi Fashion Rocks) aporta neste sábado (24.10) no Jockey Club, reunindo estrelas de dois mundos: a música pop e a moda. Escolhido para sediar esta edição do evento, o Rio venceu uma concorrência com as cidades de Xangai, Dubai e Bombaim.
Desde 2003, quando o Fashion Rocks começou, na Inglaterra, a premissa é a mesma: grifes consagradas desfilam um mix com o melhor de suas coleções, ao som de um artista pop. No Rio, as dobradinhas são Mariah Carey e Calvin Klein, Grace Jones e Marc Jacobs, Puff Daddy e Versace, Ciara e Givenchy, Estelle e Lenny, Stop Play Moon e Alexandre Herchcovitch, Wanessa com JaRule e André Lima, e Daniela Mercury e Lino Vilaventura. Cada um canta até cinco músicas, enquanto modelos desfilam looks do estilista no palco.


Mariah Carey: bonita, gostosa, canta muitíssimo bem, mas com repertório bem fraquinho


O ingresso mais barato custa R$ 800 (parte da renda do evento segue para o projeto social Rio Solidário).
Como nenhuma das atraçoes musicais, e o preço é absurdamente caro, com certeza serei ausência confirmada no evento.
E pra não dizer que não entendenfo nada de moda, abaixo uma foto da minha modelo de passarela predileta: Adriana Lima



Oi Fashion Rocks - Jockey Club Brasileiro. Praça Santos Dumont 31, Gávea - (11) 6534-5945 (informações). Sáb, a partir das 21h. R$ 800 (setores C e G), R$ 900 (setores D, E e F), R$ 1 mil (setores A e I) e R$ 1.100 (setores B e H). Não recomendado para menores de 18 anos.

GAROTAS DE TALENTO

Inspiradas na banda norte-americana Pussycat Dolls, Julia Paes, Carol Miranda e Sabrina Boing-Boing formaram o grupo musical Sexy Dolls.
Se você não conhece as meninas abaixo o currículo de cada uma:
- Julia Paes era a namorada de araque de Tammy Gretchen, e uma das atrizes pornô de maior sucesso no Brasil, com contrato com as produtoras Brasileirinhas e Sexxxy World.
- Carol Miranda é sobrinha da Gretchen, posou pra Revista Sexy, e ficou famosa por supostamente ter estralado um filme pornô e continuado virgem...kkkkkkkkkkk
- Sabrina Boing-Boing ficou conhecida pelas aparições que fazia no programa Super Pop da Luciana Gimenez e também pelo seu 1,5 L de silicone em cada seio. Também já fez ensaios pra Revista Sexy, ainda não flimou nenhum pornô, mas isso é questão de tempo.
O grupo já lançou um single intitulado "Tire Minha Roupa", que ainda conta com "Teu Beijo". Você pode encontrar no youtube seus video clipes.
Outro "sucesso" é "Boneca Sexy", versão de "When I Grow Up" das Pussycat Dolls.
Além do ingresso no mercado fonográfico, o grupo figura ainda em campanhas publicitárias , como a das cuecas femininas "Durma Com Seu Jogador Preferido". As cuequinhas, desenvolvidas para 'as mulheres que gostam de dormir confortáveis', trazem estampadas caricaturas de craques como Ronaldo Fenômeno, Kaká e Adriano Imperador.
Outra musa dos vídeos eróticos, Suzana Pitelli, mas conhecida como Suzana Gaúcha, lançou o grupo musical chamado Ronaldinha Gaúcha e as Marias Chuteiras. auto-intitulada "Ronaldinha Gaúcha", conheceu suas dançarinas (Kátia Flávia e Melissa Matsumi) em Barcelona, em festa particular promovida pelos amigos de Ronaldinho Gaúcho antes de sua ida para o Milan, em junho de 2008.
A primeira música de trabalho do grupo é "O Funk da Maria Chuteira".
O primeiro ensaio de Suzana foi para a revista masculina Sexy Premium, ao lado da irmã, Débora. Depois assinou contrato com a produtora Brasileirinhas.
Não aconselho a procurar algum video no youtube ou a tentar baixar alguma das músicas dos dois grupos citados. Se você quiser apreciar e constatar o verdadeiro talento das meninas, alugue ou baixe alguns dos seus títulos que já são best-sellers:













sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ROCK BOLA

"Rock Bola" é o meu programa de rádio predileto. Na verdade é o único que faço questão de ouvir. Ele passa de segunda à sexta ao meio-dia (ao vivo) e é reprisado às 20 hs, na Oi FM (102,9), aqui no Rio de Janeiro.
Foi ao ar pela primeira vez em janeiro de 2002 pela extinta Rádio Cidade, que na época era uma rádio rock. Apresentado por Alex Escobar, a mesa era composta por um comentarista de cada um dos quatro grandes clubes do Rio: Lopes Maravilha (Botagogo), Sérgio Meirelles(Flamengo), o cantor Toni Platão (Fluminense) e Feijó (Vasco).
Quando comecei a ouvir no mesmo ano, Waguinho era o comentarista do Vasco. O programa logo me chamou a atenção por ser muito engraçado; cada um comentava sobre seu time, e sacaneava os outros, como um encontro de amigos em uma mesa de bar. A zoeira era intercalada por música (justificando o nome do programa), o horátio na época era às 20hs,reprisando na madrugada. Sérgio Meirelles, foi substituído pelo locutor "voz de veludo" Alexandre Tavares. Alex Escobar foi contratado pelo Sportv (hoje ele apresenta o Globo Esporte) e cedeu o cargo de apresentador para o diretor Alexandre Araújo.
Em 2004, surgiram outras novidades. A primeira foi a entrada do "Reporter Bizarro" Smigol, que fazia as reportagems, gravava entevistas em eventos e comentava notícias bizarras e esdrúxulas.
Em 2006, a Radio Cidade saiu do ar, foi comprada pela Oi, e além do Rio perder a sua rádio-rock, acabei ficando seu meu programa favorito. Descobri através de amigos, que eles estavam na FM O DIA. Não era mole, pra ouvir os programas tinha que aturar Sorriso Maroto, Swing Simpatia, Babado Novo e outras nojeiras.
Para alívio dos meus ouvidos e cérebro, no mesmo ano, o programa retornou para o seu dial original, 102,9 MHz, na Oi Fm, dessa vez passando ao meio dia. Depois começou a rolar a reprise às oito da noite.
Ainda em 2006, começaram um quadro no programa Tá na Área, do canal a cabo Sportv, chamado Preliminares. Ia ao ar duas vezes por semana, onde os integrantes apresentavam-se em uma mesa de bar comentando sobre fatos que envolviam o esporte, contando com mais um integrante, o Seu Almeida que sempre entrava dando seus pulinhos ao som de "Sonho de ícaro" do Biafra. Mais tarde foram contratados pela TV JB, e criaram o programa "Loucos por Bola", ia ao ar semanalmente, às segundas-feiras às 21:30h; dois meses depois, o projeto acabou, com os integrantes do Rock Bola levando um tremendo calote. Em dezembro de 2008, estrearam novo programa no Sportv, desda vez, chamado Pisando na Bola, que ainda está no ar. É bem bacana, mas no rádio é induscutivelmente melhor.
Em 2009, entra mais um integrante: Consciência, que com suas frases de auto-ajuda que sempre demonstram rara inteligência, como esta: "Com mulher eu faço igual a geladeira: coloca os músculo lá dentro, e os ovos eu boto na porta".


Desde agosto, o programa é transmitido todas as sextas, ao vivo, direto do Shopping Nova América. Num estúdio montado em um dos corredores do shopping, em uma cabine com as paredes transparentes, aonde todos podem acompanhar a transmissão.
Eu mesmo já fui lá umas sete vezes, e não consegui ganhar nenhum brinde. O Smigol, que fica do lado de fora do estúdio interagindo e entrevistando os populares, nunca me deu bola, ou uma chance de ganhar uma camisa do Rock Bola.
Geralmente tem uma convidada gostosa, presencie a visita de Fernanda Abraão (a Loira da Laje), Renata Frisson (a Mulher Melão), a Mulher Salada e Taty (da dupla de Funk a Princesa e o Plebeu). Infelizmente no dia que levei a câmera não houve a vistita de nenhuma gostosa.



MULHER MELÃO










Amanhã tentarei ir ao Nova América; quem sabe ganho a camisa dessa vez?
A convidada-gostosa do dia será a ex-Big Brother e atriz revelação Juliana Alves.

O REPORTER SMIGOL

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

DAVID COVERDALE CONTA A PRIMEIRA VEZ QUE VIU UM SHOW DO AC/DC


Leiam abaixo a história contada por David Coverdale sobre a primeira vez que viu um show do AC/DC:
“O Deep Purple foi para a Austrália em 1974 para um show… sim, UM show! Foi no Festival de Sunbury do lado de fora de Melbourne, no ápice do verão australiano, e chegamos lá na mais violenta tempestade de verão – curiosamente havíamos acabado de lançar o ‘Stormbringer’!. Os promotores do evento decidiram bravamente seguir adiante com o festival, mas era uma dificuldade imensa: o vento uivava, era congelante e promovia um verdadeiro banho de lama. Toda a platéia estava em um lamaçal. Eles se cobriam com capas plásticas e pareciam uma imensa convenção de camisinhas!”

“Após uma menos que satisfatória apresentação, deixamos o palco e fomos para nossos carros. De repente, ouvimos uma música vinda do palco. Aparentemente, uma jovem banda australiana subira ao palco, plugaram (seus instrumentos) em nossos equipamentos e começaram a tocar! Bem, foi o inferno… nossos roadies brigaram com a banda para tirar deles nosso equipamento e fazê-los descer do palco. Caos e traquinagens sucederam-se!”.

“Aqueles bravos rapazes eram ninguém menos que o AC/DC! Eu fiquei bobo quando os ouvi, achei-os muito bons! E é assim que me lembro deste episódio. Trabalhei com eles e conheci aqueles rapazes anos mais tarde e nós lembramos deste fato entre um drinque e outro. Uma lembrança muito engraçada! Mas eles nunca foram expulsos de uma turnê com o DEEP PURPLE, só aconteceu em um único show!”

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NÂO ACREDITO QUE VOU PERDER O SHOW DO AC/DC


Já seria um absurdo de qualquer maneira, uma única data no Brasil pro show do AC/DC.
E pra piorar a vida dos cariocas amantes do Rock'n'Roll, a apresentação única será em São Paulo.
Beleza, estava dispoto a ir pra Sampa. Os ingressos começariam a ser vendidos dia primeiro de outubro. Então comecei a pesquisar preços de passagens de avião e ônibus, e a pensar se poderia ser melhor ir de carro.
Tudo inútil... Chegado o grande dia da compra dos ingressos, o site da ticketmaster simplesmente não abria. E passou o dia inteiro fora do ar.
No dia seguinte tentei um contato em SP pra adquirir direto nas bilheterias do Credicard Hall, e descubro que os ingressos se esgotaram.
É um absurdo que a organização do show tenha um esquema de vendas de ingresso pela internet tão ruim. Com certeza grande parte deve estar nas mãos de cambistas.
Na Argentina, que originalmente eram duas datas, foi marcado mais um show. Ou seja, eles tem 1/5 da população brasileira e terão 3 shows do AC/DC, enquanto nós teremos apenas um. Não dá pra entender porque não marcaram um show extra aqui também.
Ainda não aceitei o fato de perder esse show. Sempre adorei a banda. Quando tinha 4 anos, Beatles e AC/DC eram as minhas bandas preferidas. Meu pai tinha gravado uma fita K7 com "Long Tall Sally", "Revolution" dos Beatles, e "Shot Down In Flames" e "Highway Star" do AC/DC; sempre que ele colocava pra tocar ficávamos eu meu irmão pulando no sofá e dançando igual a dois maluquinhos.
Meu pai me levou pro primeiro Rock in Rio, quando eu tinha 8 anos, e acabamos só vendo as 5 primeiras músicas da apresentação deles, por causa do horário muito tarde.
A segunda vinda foi durante a turnê do álbum Ballbreaker em 1996. Inicialmente os shows estavam marcados para o Rio de Janeiro (Maracanã) e em São paulo (Pacaembú), mas devido a problemas em torno da liberação do maracanã pela prefeitura da cidade do Rio, o show foi transferido para Curitiba. Como na época era inviável a minha ida pra Sampa e mais ainda pra Curitiba, perdi mais essa chance.
Agora, estou literalmente à espera de um milagre.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

17 de Outubro - BIG JOE MANFRA NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ


Infelizmente, me atrasei e perdi boa parte do show da competente Bandanna Blues, que abriu a noite. O sexteto levou grandes clássicos do blues-rock, e aqueceu o palco e a pequena platéia presente.
A grande atração da noite, grande em todos os sentidos, Big Joe Manfra, com enorme talento, e com seu corpanzil fazendo com que a guitarra pareça de brinquedo. E o cara toca tão fácil, que fica a impressão de estar mesmo apenas brincando e se divertindo.
Sendo um dos melhores guitarristas de Blues do país, é de impressionar seu jeito simples, sempre apresentando os músicos que o acompanham em sua banda: Fábio Lessa (baixo), Pedro Augusto (teclado) e Zaza Daziberio (bateria). Além disso, sempre procurava interagir com o público.

Levou boa parte do repertório do seu DVD "Big Band Ao Vivo", que estava sendo vendido na Lona, pela sua esposa, que era a mais animada e empolgada da platéia.
Ele não deixou de tocar os gtandes clássicos, e prestou homenagem a dois de seus ídolos: Stevie Ray Vaughan e Jimi Hendrix, com "Mary Had a Little Lamb" e "Red House" respectivamente.
Mudou a ordem do roteiro do show, pra tocar "La Grange" do ZZTop, uma de suas bandas gavoritas e disse estar feliz por saber que eles tocarão no Brasil em dezembro.

Em uma versão bem interessante de "I Got You (I Feel Good)", ele coloca seu baixista pra cantar, e vai apresentando a banda novamente, com direito a solo de cada integrante. E é bacana ver o valor que ele dá a seus músico; durante o solo de baixo de Fábio Lessa, Manfra fez quastão de puxá-lo pra frente do palco. Na hora do solo de Zazá, ele sinalizou para o baterista que não estava satisfeito com aquele solo curto, que queria que fizesse um maior, e o pedido foi atendido prontamente.
No Bis, ele chamou a vocalista Anna Carla e um dos guitarristas, Maurício da Bandanna Blues pra levar uma jam em Pride & Joy (outra do mestre Ray Vaughan).
Foi uma noite de celebração ao bom e verdadeiro blues, num show de um guitarrista que acima de tudo toca com muita pegada e sentimento, que são pré-requisitos indispensáveis pra ser um Bluesman; e Big Joe Manfra, sem dúvida nenhuma o é.
A Banda de abertura: Bandanna Blues

Setlist:
1- I'll Hurt You
2- If You Love Me
3- I Just Want To Make
4- Mary Had a Little Lamb
5- T-Bone Shuffle
6- Reg House
7- La Grange
8- Big Shuffle
9- Feeling Allright
10- Ice Cream Man
11- Ain't Ginna Trust
12- I Got You (I Feel Good)
13- Pride & Joy

FOTOS DE MELLISSA MARTINS

16 de Outubro de 2009 - LIVING COLOUR NO CIRCO VOADOR


Já tinha assistido a duas apresentações, a última em Maio de 2004 no Canecão; portanto já conhecia muito bem a qualidade e o teor explosivo que resulta quando tocam juntos ao vivo Vernon Reid (guitarra) , Corey Glover (vocal), Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria).
Somando-se ao fato de que o Living Colour é a minha banda favorita dos anos 90, estava bastante ansioso para vê-los novamente no palco do Circo Voador. Principalmente porque fazia muito tempo desde a minha última visita ao Circo: 1992, num show do Viper, banda paulista de Heavy Metal. (Alguém lembra deles?).
O atraso de mais de uma hora só servia pra aumentar a expectativa, e pra me deixar chapadão com a maconha que era obrigado a consumir de forma passiva, já que a marijuana era usada em escala industrial por muita gente que aguardava o começo do show embalado por muito Reggae e Dub.
Finalmente, às 00:10 hs, o Living Colour começa a apresentação com "Middle Man" (do excelente disco de estréia, Vivid). Junto com a sequêmcia com mais dois petardos: "Time's Up", do álbum homônimo, e "Go Away", do álbum Stain (primeiro com Doug Wimbish), fizeram a galera vibrar e surgiram as primeiras "rodinhas de porrada"... a quanto tempo não vi uma...rsss
Com um som bastante alto, perfeito, bem ajustado e equalizado (nota 10 para a produção técnica da banda e da casa), seguiram com "Sacred Ground" (do quarto álbum Collideoscope).
Com essa sequência cronolígica, de uma música de cada disco, eles tocaram cinco do seu mais recente álbum "The Chair in the Doorway: "Burned Bridges", "The Chair", "Decadance", "Young Man" e "Method". Assim como eu, a maoir parte do público ainda não ouvio o disco. Mas mesmo sendo um material totalmente desconhecido, a platéia interagiu e curtiu as músicas; já que todas elas eram empolgantes, tinham bons arranjos,e os músicos mostravam toda técnica e qualidade em cada número.
Corey Glover, afinadíssimo e carismático, arrebenta como de costume, no tradicional improviso vocal em "Open Letter (To A Landord)", mostrando se tratar de um verdadeiro crooner da linguagem da boa música negra americana, fincando raízes no soul, gospel, blues e jazz.
Em seguida veio "Bi" o hino à liberdade sexual, um dos grandes hits da banda, que contou com um solo de baixo, cheios dos já característicos efeitos.

Durante todo show, os endiabrados Vernon Reid e Doug Wimbish esbanjavam virtuosismo, sem parecerem chatos ou posers. Mas quem estava literamente possuído era Will Calhoun; o cara estava inspirado, realmente destruidor. Com o detalhe de que quase todas as músicas novas eram tocadas com o acompanhamento de batidas eletrônicas, com isso qualquer baterista ficaria travado, se preocupando em não sair do tempo. Já Will não estava nem aí, com viradas animais, quebrando o tempo e fazendo batidas superoriginais, sempre com uma pegada invejável. E ele ainda teve direito a um solo sensacional de bateria aonde as pontas de suas baquetas acendiam luzes coloridas que faziam desenhos incríveis com seus movimentos enquanto tocava.


Depois do solo, levaram uma versão de "Papa Was a Rolling Stone" (sucesso do grupo The Temptations) que emendou com "Glamour Boys", a música mais bem recebida até aquele momento, literalmente todo mundo pulando e dançando.
Numa atitude pouco comum hoje em dia, levaram mais quatro músicas novas: "Behind The Sun", "Bless Those Bless Those (Little Annie’s Prayer)", "Hard Times" e "Out of My Mind". O que serviu pra aumentar a minha vontade de ter logo o CD.
Fecharam com "Elvis Is Dead" e "Type", que transformou Circo Voador numa "rodinha de porrada" gigante. E culminou com um mosh do baixista que foi carregado pela galera.
Todo mundo pediu Bis, e logo voltaram, porque é claro que eles não iam deixar de tocar a minha favorita "Love Rears Its Ugly Head" (que me apoixonei de primeira, ao assistir ao clip na MTV).
E ainda rolou um medley de duas covers "Crosstown Traffic" (Jimi Hendrix)/"Sunshine of Your Love" (The Cream), num tributo aos dois maiores nomes da Guitarra-Rock: Hendrix & Clapton.
Depois teve mosh de Corey Glover, e um segundo de Doug Wimbish. Quando todos já estavam de volta ao palco, se uniram e agradeceram muito ao público, já em estado de graça.
Corey ainda voltou ao microfone e perguntou várias vezes:
- What's Your Favorite Colour, Baby?
E todos respondiam:
- Living Colour!

Sem dúvida, a banda merece muito mais reconhecimento. Pelos músicos talentosíssimos, pelos grandes discos gravados, pelas apresentações memoráveis e inesquecíveis.
E é um saco ouvir a pergunta: "Living O quê?", quando dizia o que ia fazer na sexta a noite.
Azar dos Ignorantes.
FOTOS DE MELLISSA MARTINS

Set List

1. Middle Man
2. Time’s Up
3. Go Away
4. Sacred Ground
5. Burned Bridges
6. The Chair
7. Decadance
8. Young Man
9. Method
10. Open Letter (To A Landord)
11. Bi
12. Solo de Bateria
13. Papa Was a Rolling Stone
14. Glamour Boys
15. Behind The Sun
16. Bless Those (Little Annie’s Prayer)
17. Hard Times
18. Out of My Mind
19. Elvis is Dead/Hound Dog
20. Type
21. Cult of Personality
BIS
22. Love Rears Its Ugly Head
23. Crosstown Traffic/Sunshine of Your Love.