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domingo, 30 de outubro de 2011

ME AJUDEM A TOCAR COM O MESTRE DJAVAN

ATENÇÃO AMIGOS;
Estou participando da promoção da MPBFM, preciso que vcs assistam e divulguem esse video meu, cantando "Um Amor Puro" do Djavan. O video que tiver mais exibições ganha um violão, CD e DVD autografados, e ainda vai tocar com o Mestre Djavan.
Por favor assistam ao video e divulguem ao máximo:

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

SCARLET JOHANSSON APRONTA DE NOVO?

Em QUE ISSO, SCARLET JOHANSSON?, postei as fotos caseiras que vazaram onde a atriz Scarlet Johansson aparece nua.
Agora aparecem mais essas daqui, da loirinha de calcinha num ângulo generoso:
Mas dessa vez, trata-se de uma "impostora". Não é Scarlet! Pra tirar a dúvida é só reparar que a moça não tem tatuagem no braço.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

22 de Outubro de 2011 - SADE NA HSBC ARENA (RJ)

O público de 10 mil pessoas era formado basicamente por uma galera entre os 30 e 50 e poucos anos de idade, que parecia esperar há muito por esse dia, já que era a primeira vez que Sade se apresentava no Rio. Isso era demonstrado pelas manifestações da platéia, com gritos e aplausos de pé para cada canção apresentada.
Nas duas horas e dez minutos de show, a cantora desfilou todos os seus hits, acompanhada pelos músicos que estão com ela há mais de 20 anos: guitarrista/saxofonista Stuart Matthewman, o percussionista Karl Bosschen, o pianista Andrew Hale, o guitarrista Ryan Waters e o baixista Paul Deman, além dos backing vocals Leroy Osbourne e Anthony Momrelle.
A abertura é com a nova "Soldier Of Love", onde Sade brota do chão do palco para mostrar que sua voz continua irretocável.
Visualmente o show é impressionante. No telão central cenas ao vivo são mixadas com imagens gravadas, compondo video clipes em tempo real. Há elevadores para Sade e para cada músico, que podem subir e descer, criando diferentes configurações de palco. Cortinas são abertas e recolhidas, formando diferentes cenários. E o efeito mais interessante acontecia nas ocasiões em que uma tela de tecido era erguida por todo o palco, e luzes e imagens eram projetadas sob o palco e banda, com figuras sobrepostos, num resultado belíssimo e original.
Em alguns momentos o show era interrompido, para Sade mudar de roupa; foram feitas umas 4 trocas de figurino, que eram precedidas por solos de integrantes da banda, ou efeitos visuais no telão.
A cantora, ao fim do show, fez questão de apresentar cada integrante da banda, pegando pela mão cada um dos oito músicos, e praticamente homenageava proferindo um texto cheio de carinho e admiração a cada um deles.
E os caras merecem, pois mandam muito bem, em arranjos muito bem amarrados e executados com precisão, sempre com espaço para brilharem em solos. Quem mais se destaca é Stuart Matthewman, que com seu visual "latin lover", arrancava aplausos entusiasmados solando tanto no sax quanto na guitarra.
Foi um sucesso atrás do outro: ''Your love is king', ''Smooth operator'', ''Jezebel", "Is it a crime'', ''Stronger than pride'', ''King of sorrow'', ''Sweetest taboo'', ''No ordinary love'', e ''By your side'', até que uma chuva de pétalas encerra a apresentação, antes do bis com "Cherish the day".
Sade é o que podemos chamar de "Protótipo de Diva", afinal ela preenche todos os requisitos: belíssima voz, charme e carisma. É difícil acreditar que já chegou aos 52 anos de idade, pois ela parece a mesma artista que apareceu em meados dos anos 80, tanto fisicamente quanto pelo canto.
SETLIST:
1 - ''Soldier of love''
2 - ''Your love is king''
3 - ''Skin''
4 - ''Kiss of life''
5 - ''Love is found''
6 - ''In another time''
7 - ''Smooth operator''
8 - ''Jezebel''
9 - ''Bring me home''
10 - ''Is it a crime''
11 - ''Stronger than pride''
12 - ''All about our love''
13 - ''Paradise''
14 - ''Morning bird''
15 - ''King of sorrow''
16 - ''Sweetest taboo''
17 - ''Moon and sky''
18 - ''Pearls''
19 - ''No ordinary love''
20 - ''By your side''
21 - ''Cherish the day''

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

LIVING IN THE MATERIAL WORLD, FILME SOBRE A VIDA DE GEORGE HARRISON NO FESTIVAL DE CINEMA DO RIO

No ano passado, vi apenas um filme no Festival de Cinema do Rio, veja o post: "O GAROTO DE LIVERPOOL" ("NOWHERE BOY") TEM SUA PREMIERE BRASILEIRA NO "FESTIVAL DO RIO 2010"

E agora em 2011, vi mais um longa tendo um dos integrantes do Beatles como tema. Assisti ao documentário "George Harrison: Living In The Material World", dirigido por Martin Scorsese.
Comprei os tickets antecipadamente pela internet (na verdade foi a Mell que comprou...), e na correria conseguimos chegar ao Cine Odeon um pouco antes do horário do início da sessão, às 19h. Mas descobrimos que a exibição foi adiada para 21h. O atraso nos causou uma série de estresses, quase desistimos, mas decidimos por ficarmos e não perdermos o filme. E valeu muito a pena.
Nos anos 90, quando Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison reviraram seus arquivos para montar o documentário "Beatles Anthology", Harrison manifestou a sua esposa Olivia, a vontade de fazer a sua própria antologia. Infelizmente, por causa de sua doença, George veio a falecer em 2001 sem concretizar seu desejo, mas sua mulher levou o projeto até o fim.
Olivia passou anos reunindo imenso material, já que Harrison sempre teve o hábito de documentar sua vida cotidiana em fotos e vídeos caseiros.
Após conferir "No Direction Home", o documentário de Martin Scorsese sobre Bob Dylan, Olivia escolheu o diretor para dar vida ao projeto "George Harrison: Living in a Material World", longa de três horas e meia de duração que narra a trajetória do músico, do nascimento em Liverpool à morte em Los Angeles em novembro de 2001.
O tema central é o paradoxo vivido por George, em sua busca por paz espiritual, procurando sentido na vida material, onde ele tinha sucesso, muito dinheiro, mas não atingia satisfação e plenitude, o que o fez em muitos momentos optar por um caminho para a simplicidade, meditação e autoconhecimento.
A morte é também um tema importante do documentário. Bem no início, o filho Dhani, Eric Clapton, Ray Cooper (célebre percussionista e presidente da produtora Handmade Film, criada por Harrison) relembram com bom humor os últimos momentos de George, que sempre se preocupou com o “treinando para o momento final de transformação radical de consciência.”.
Em entrevistas e depoimentos de Paul McCartney, Ringo Starr, Eric Clapton, Pattie Boyd Harrison, Yoko Ono, George Martin, Phil Spector, Klaus Voorman, Tom Pety, entre outros, é possível perceber como George Harrison era querido e amado, e como todos os respeitavam e admiravam como músico e artista.
Paul faz justiça, ao defender de forma apaixonada a importância que cada integrante tinha nos Beatles, e que é um erro terrível pensar que só ele e Lennon tiveram relevância na criação da obra e do acervo maravilhoso da banda. Como exemplo as contribuições dadas por George à canção "And I Lover Her", uma das composições de McCartney, que segundo ele ganhou brilho com as idéias de Harrison.
Ringo não consegue segurar a emoção em vários momentos, e chora quando se lembra de ter visitado Harrison quando o guitarrista lutava contra o câncer terminal de pulmão.
Eric Clapton relata a admiração mútua e sua grande amizade, que resistiu até a traição, depois que Clapton lhe "roubou" Pattie Boyd. Ao ser perguntado sobre incidente George diz: "Estou feliz pelos dois. Ela está com Eric, um cara que admiro, seria pior se ela estivesse agora com um bundão".
Eric relata o fascínio que os Beatles exerciam, e de como foi sua participação nas gravações de "While My Guitar Gently Weeps", e o privilégio de ter presenciado o momento em Harrison compôs “Here Comes the Sun”.
O filme é dividido em duas partes; na primeira vemos a transformação do adolescente desajeitado em uma das maiores Estrelas do Rock, que crescia sob a sombra de dois verdadeiros gênios precoces: Lennon & McCartney. George explica sua evolução através de uma frase hilária: “Comecei a compor como um exercício. Eu pensei: se John e Paul conseguem, qualquer um pode conseguir”.
A história dos Beatles já foi contada inúmeras vezes, mas Scorsese faz questão de mostrar tudo sob a ótica e pela perspectiva de George, o que é enriquecido pela presença de fotos e cenas raras ou inéditas.
A primeira parte termina com George assinando os documentos que oficializam o final dos Beatles, e com a liberdade para criar e lançar o acervo de canções que acumulou durante anos, desembocando em seu primeiro álbum solo, "All Things Must Pass".
A segunda parte mostra o estudo e a dedicação ao lado espiritual, interrompido pelo uso de cocaína. São mostradas as aventuras não-musicais de Harrison: seu trabalho como produtor de cinema, levado por sua admiração pelo grupo de comédia Monty Pythonseu, o fanatismo por automobilismo, seu esforço para recuperar sua casa de campo, sua paixão por jardinagem e paisagismo, e a reaproximação de John, Paul e Ringo, que culminou nas gravações de "Free As a Bird" e "Real Love".
O filme não esconde os defeitos de Harrison, como a sua dualidade, onde podia ser extemamente doce e gentil, como agressivo e impaciente. As turbulências na carreira, com as críticas negativas durante sua turnê solo de 1974, os desafios e dificuldades no seu casamento, o fato de George exercer grande fascínio sobre as mulheres, mostram que Scorsese não tentou traçar um perfil de um santo ou semi-deus, mas sim de um ser humano que também cometia erros e sofria com suas consequências.
A luta contra o câncer, e o terror relato por Olívia sobre quando um doente mental invadiu sua casa em 1999, esfaqueando Harrison, debilitaram e muito a saúde de Harrison, que passou a se dedicar ainda mais na preparação para desapegar das coisas mundanas.
Apesar de ignorar episódios marcantes na vida de George, como a acusação e processo por plágio em "My Sweet Lord", e a volta aos palcos e ao estúdio por intermédio de Clapton no final dos anos 80, "Living in the Material World" consegue retratar com detalhes a vida desse grande homem, artista, compositor, guitarrista, cantor, cineasta, jardineiro, pai, marido e grande colecionador de amizades fortes e duradoras.
Scorsese conta toda história, colocando as narrativas abertas ao mesmo tempo, muitas vezes voltando ao passado ou projetando o futuro para revelar um George Harrison não muito conhecido pelo grande público.
A música não podia deixar de seu o destaque do filme, usando canções de toda sua carreira, e fazendo jus a um dos maiores artistas do nosso tempo, que consegue através de sua obra permanecer vivo para sempre.
Hare George!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

KISS FM EM BREVE NO RIO

Excelente notícia!
Parece que agora é sério: A Kiss FM, rádio paulista dedicada exclusivamente ao Rock and Roll, está chegando ao Rio de Janeiro. A marca, que também possui emissora em Brasília e é do mesmo grupo controlador das paulistas Tupi Fm e Mundial, apenas confirmou que está em testes no Rio.
Segundo a ANATEL, a filial carioca deve ocupar os 91,9 MHz no dial. A concessão pública, outorgada pelo Senado Federal, permite operações por 10 anos através do “Sistema Radiodifusão de Sertãozinho Ltda” de São Gonçalo, cidade da região metropolitana do Rio.
Parece que o sinal já está sendo transmitido em caráter experimental. Segundo comentários nas redes sociais e em Blogs, a implantação da emissora enfrenta fortes obstáculos: rádios piratas, inclusive, uma evangélica. Porém, as instalações físicas da rádio já estão sendo feitas no Centro do Rio e o grupo já registrou o domínio “kissrio.com.br”.
Só me resta esperar e rezar pra que tudo se concretize, pois o Rio de Janeiro é carente de uma rádio Rock. A situação atual é tão crítica que chego a sentir saudade da Radio Cidade, que em seus últimos anos de existência se auto intitulou de "A Rádio Rock do Rio".

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

TODO ROCKSTAR JÁ FOI CRIANÇA

"Go Back" era um dos meus discos favoritos quando eu tinha 12 anos. Trata-se do primeiro LP ao vivo dos Titãs, e foi gravado durante a apresentação da banda no lendário Festival de Mountreux.
A capa e na contracapa do álbum são ilustradas com fotos dos integrantes quando criança, uma sacada genial, com o nome da faixa-título.
Aproveitando a data festiva de hoje, e lembrando que todo o RockStar também já foi criança um dia, trago aqui nesse post, algumas fotos que mostram como eram alguns de meus músicos prediletos. Começando pelos Titãs, na capa de "Go Back", da esquerda para direita, em sentido horário: Nando Reis, Sergio Brito, Toni Beloto e Paulo Miklos.
Na contracapa: Marcelo Fromer, Branco Mello, Charles Gavin e Arnaldo Antunes.

Eric Clapton também usou uma foto de sua infância para a capa de "Reptile" de 2001.

O jovem Phil Collins em seu mais novo disco "Going Back", aonde regrava sucessos da Motown.

O menino John Lennon (acima) e Paul McCartney com 13 anos
O bebê Ringo Starr

Os jovens guitarristas George Harrison e Jimmy Page
O mestre Neil Peart com sua primeira bateria

A Primeira Comunhão de Raul Seixas e Rita Lee


O talento nato e precoce de Michael quando era integrante dos Jackson 5


O dentuço Freddie Mercury

Elvis Presley, reparem que ele era loiro. Sim, o Rei do Rock tingia os cabelos de preto.


O bebê David Bowie

A cantora Pitty sempre foi uma gracinha

Finalizando com Mick Jagger que sempre teve um bocão...kkkkk

terça-feira, 11 de outubro de 2011

10 de Outubro de 2011 - ERIC CLAPTON no HSBC Arena (RJ)

Ele poderia ter gritando "I Love Rio!"; se enrolar na bandeira do Brasil; fazer a platéia repetir corinhos de "Ôôoôooo..."; montar um setlist só de hits, usar pritotecnia, raio laser e telões gigantes de alta definição.
Nada disso, o que Mr Eric Clapton fez na HSBC Arena foi tocar guitarra e cantar, se limitando a dar uns 2 "Good Night", e uma meia dúzia de "Thank You". E precisava de mais alguma coisa?
Clapton ofereceu aos espectadores um banquete com iguarias finas preparadas com requintes e simplicidade, com o que o Blues e Rock têm de melhor. É um dos raríssimos artistas que conseguem esse paradoxo de unir sofisticação à simplicidade, com um resultado de puro bom gosto e elegância.
E isso era refletido em tudo no show. Cenário com camadas iluminadas de oito cortinas, discretamente iluminadas, compondo um ambiente bastante intimista. Sua banda, como de costume, era formada por músicos excepcionais. O lendário e virtuoso baterista Steve Gadd optava em colocar sua técnica exuberante em favor de manter a batida em levadas precisas e na criação de climas, ao invés de se exibir em firulas. Willie Weeks no baixo completava a cozinha, e trabalhava com Gadd em favor da banda. As excelentes vocalistas Michelle John e Sharon White utilizavam suas vozes priveligeadas de divas Soul para dar o apoio a Clapton. Os destaques eram os tecladistas Chris Stainton (no teclado com som de piano) e Tim Carmon (com órgão Hammond e sintetizador), que deram show, e juntamente com Eric, solaram em todas as músicas.
Até nas roupas, o guitarrista alia a tríade elegância/simplicidade/bom gosto, com o visual formado por camisa social rosa, calça jeans e mocassim, que combinavam perfeitamente com suas guitarras Fender Stratocaster e com seu violão Martin.
Ficaram de fora do repertório inúmeros clássicos e sucessos de sua carreira, como "Sunshine Of Your Love" e "White Room" (ambos da fase do Cream), "I Shot The Sheriff" (que rolou na primeira noite do Rio), "Bell Botton Blues" e o megahit "Tears In Heaven". Mas quem pensa que isso enfraqueceu a apresentação está redondamente enganado. Foram executadas 16 pérolas, ao longo de duas horas. Do disco novo, "Clapton", de 2010, apenas uma canção, "When Somebody Thinks You're Wonderful". Não faltaram as famosas releituras de canções dos mestres do Blues, como "Key To The Highway" (que abriu o show) do pianista Charlie Segar; a fodástica "Hoochie Coochie Man", de Willie Dixon (e grande sucesso na gravação de Muddy Waters); "Before You Accuse Me", de Bo Diddley (1957); e "Little Queen Of Spades" de Robert Johnson, herói pessoal de Clapton e também autor de "Crossroads", uma das canções mais importantes e emblemáticas da carreira de Eric, e que serviu como Bis, que contou com a participação de Gary Clark Jr, excelente guitarrista e cantor que fez o show de abertura.
É obvio que todos os clássicos não foram ignorados. A parceria com George Harrison em "Badge" fez a galera vibrar; "Cocaine" causou delírio coletivo; e a balada "Wonderful Tonight" emocionou. Um dos pontos altos foi o resgate da belíssima "Old Love", composta ao lado de Robert Cray, e presente no álbum "Journeyman", disco da mesma época da primeira passagem de Eric Clpaton pelo Brasil em 1990.Na parte acústica, dispensou a palheta para executar solos no violão que foram verdadeiros carinhos em meus ouvidos, em "Nobody Knows When You're Down And Out" (clássico de Bessie Smith de1929), "Driftin' Blues" (originalmente lançado por Johnny Moore's Three Blazers em 1945) Depois, ainda sentado, mas usando guitarra, tocou o animado country "Lay down Sally" e uma versão com sabor jazz de "Layla", com o mesmo arranjo presente no recém-lançado DVD gravado com Wynton Marsalis, que consegue ser mais lento e arrastado do que o feito para o multiplatinado "Unplugged MTV". Por mim, Clapton tocaria sempre a versão original, com seu riff de guitarra magistral (um dos maiores da história do Rock), e seu belo e singelo final com marcante solo de piano.
Apesar da postura distante e fria de Eric Clapton, público foi bastante participativo: vibrando com cada solo de guitarra e teclado, dando gritos nas canções mais conhecidas, e prestando referência essa Lenda viva. A platéia chegou a pagar mico acompanhando com as palmas totalmente fora do tempo o bumbo de Steve Gadd; a galera demorou mas acabou acertando o compasso.
O show foi lindo! Quem aprecia a boa música saiu de lá com a alma lavada, e com a sensação de agradecimento a Deus pela oportunidade de presenciar tanto talento. É pena que Clapton só nos visita em intervalos de dez em dez anos. Tomara que ele volte em bem menos tempo.
É hilário ver notícias que Luana Piovani colocou em seu twiter que se sentiu uma cucaracha por Clapton ter saído do palco sem se despedir.
Quem já viu Clapton ao vivo, ou pelo menos assistiu a um dos seus inúmeros DVDs sabe que o músico é tímido, contido, faz o estilo caladão. Isso não é descaso, tão pouco falta de educação. O cara é assim, e soaria bastante falso se ele tentasse passar outra imagem. Seu papel é cantar e tocar sua guitarra, e isso ele sempre faz de forma magistral.
O problema que a atriz, como a maioria das pessoas atualmente, não tem a música como a coisa mais importante de uma apresentação ao vivo. Deve estar mais acostumadas com artistas com repertório de músicas fraquíssimas, que necessitam se apoiar em outros atributos como efeitos visuais, beleza física, sensualidade e "puxa-saquismo" discarado com a platéia. A moça deve ter achado um saco o show do Eric Clapton, e deve ter quase morrido de sono ou monotonia.
Minha prezada Luana, você é bem gostosinha, mas da próxima vez fica em casa...

SETLIST:

Key To The Highway
Tell The Truth
Hoochie Coochie Man
Old Love
Tearing Us Apart
Driftin’ Blues
Nobody Knows You When You’re Down And Out
Lay Down Sally
When Somebody Thinks You’re Wonderful
Layla
Badge
Wonderful Tonight
Before You Accuse Me
Little Queen Of Spades
Cocaine

Bis:
Crossroads

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

08 de Outubro - TEARS FOR FEARS no Citibank Hall (RJ)

Confesso que nos anos 80 eu não dava muita bola para o Tears For Fears. Só comecei a prestar atenção na banda quando tive a oportunidade de ouvir na íntegra o excelente álbum "Seeds Of Love", e isso foi depois da primeira passagem da dupla pelo Brasil no Hollywood Rock de 1990. O disco era de certa forma uma homenagem aos Beatles, com várias citações ao Fab Four em suas faixas, e possuia arranjos riquíssimos cheios de detalhes.
Mas quis o destino que eu fosse conferir só agora o Tears For Fears ao vivo. O show aconteceu no Citibank Hall, na Barra, com ingressos esgotados.
A abertura veio com um dos seus maiores hits: "Everybody Wants To Rule The World". Só que nas 3 primeiras músicas do set, incluindo o super sucesso “Sowing The Seeds Of Love”, parte do sistema de som do Citibank Hall falhou, e Roland Orzabal cantou em volume baixíssimo, sem perceber o problema. O público tentava avisar, através de gestos, e gritando: “Som! Som! Som!”. A apresentação parou, o problema técnico foi sanado, e pra satisfação de todos, o som permaneceu perfeito até o fim.
Aliado a qualidade sonora, estava uma bela produção no palco, com três telões que mostravam belas imagens, montados por trás de estruturas metálicas repletas de luzes, que se misturavam criando vários efeitos, que mudavam em cada canção.Com Roland Orzabal na guitarra e Curt Smith no baixo, a dupla mostrava muita qualidade nos vocais, que sempre foi uma de suas marcas registradas. Provaram que o tempo não alterou sua vozes.
Os músicos da banda estavam afiados, e o destaque foi sem dúvida o vocalista canadense de apoio Michael Wainwright que matou a pau, principalmente reproduzindo com perfeição a voz originalmente feita por Oleta Adams na belíssima "Woman In Chains".
O público sofreu com um calor infernal que tomou conta da casa; acredito que o ar condicionado tenha pifado, pois foi a primeira vez que passeu por isso no Citibank Hall. Mas mesmo assim a galera não se incomodou, sempre dançando e batendo palmas mesmos nas menos conhecidas. Todas as canções eram muito bem executadas, em algumas vezes em arranjos até melhores que os originais. Houve espaço para uma cover em homenagem a Michael Jackson, numa arrastada versão para o clássico "Billie Jean".Mas a platéia foi mesmo ao delírio nos superhits que foram tocados em sequência: "Pale Shelter", "Break It Down Again" (que pensei que não fosse rolar, por ser do disco em que Curt Smith abandonou o grupo), e "Head Over Heels". Ao sairem fo palco os fãs começaram a cantar "Shout", numa bela cena. O bis foi consagrador com as já citadas "Woman In Chains" e a mega-pedida "Shout".
O Tears For Fears representa um tempo em que a música Pop não significava porcaria. São a prova que é possível fazer música para as massas com qualidade, belas melodias iluminadas por arranjos bem feitos, e letras inteligentes. Se tivessem surgido agora, Coldplay e Maroon 5 estariam perdidos.
SETLIST:
1 - "Everybody Wants To Rule The World"
2 - "Secret World"
3 - "Sowing The Seeds Of Love"
4 - "Change"
5 - "Call Me Mellow"
6 - "Everybody Loves A Happy Ending"
7 - "Mad World"
8 - "Memories Fade"
9 - "Closest Thing To Heaven"

10 - "Billie Jean"
11 - "Advice For The Young At Heart"
12 - "Floating Down The River"
13 - "Badman's Song"
14 - "Pale Shelter"
15 - "Break It Down Again"
16 - "Head Over Heels"
Bis:
17 - "Woman In Chains"
18 - "Shout"

02 de Outubro de 2011 - EU NO ROCK IN RIO (Detalhes)


SETLIST:
- Tom Zé:
1- Balcão de Negócios
2- O Rock Ronca in Rio
3- O Godô, Ano 2000
4- Defeito B - Politicar
5- Xique-xique

- Mutantes:
1- Qualquer Bobagem
2- 2001
3- Querida, Querida
4- Minha Menina
5- Balada do Louco
6- Ando Meio Desligado
7- Panis Et Circencis

SETLIST:
1- Mercador Das Almas
2- Combate
3- O Amanhã
4- Você Me Faz Tão Bem
5- O Dia Que Não Terminou
6- Send U Back
7- Olhos Certos
8- Um Cara de Sorte
9- Quando O Sol Se For
10- Só Por Hoje
11- Metamorfose Ambulante
12- Outro Lugar



SETLIST:
1- Anacrônico
2- Admirável Chip Novo
3- Semana que Vem
4- Memórias
5- Fracasso
6- Se Você Pensa
7- Comum de Dois
8- Equalize
9- Na Sua Estante
10- Pulsos
11- Me Adora
12- Máscara / Smells Like Teen Spirit

SETLIST:
1- Diversão
2- Dados Viciados
3- Plicia
4- A Minha Maneira
5- Não Sou Único
6- Bichos Escrotos
7- Porrada
8- Vossa Excelência
9- Para Ti Maria
10- Alta Rotação
11- Cabeça Dinossauro
12- Aluga-se
13- Casinha
14- Lugar Nenhum
15- Flores

Bis:
16- AA UU


SETLIST:
1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made Of Stone
6- My Immortal
7- My Heart is Broken
8- Your Star
9- Sick
10- The Change
11- Call Me When You're Sober
12- Imaginary
13- Bring Me To Life


SETLIST:
1- Prison Song
2- Soldier Side - Intro
3- B.Y.O.B.
4- Revenga
5- Needles
6- Deer Dance
7- Radio/Video
8- Hypnotize
9- Question!
10- Suggestions
11- Psycho
12- Chop Suey!
13- Lonely Day
14- Bounce
15- Lost in Hollywood
16- Kill Rock 'n Roll
17- Forest
18- Science
19- Mind
20- Innervision
21- Holy Mountains
22- Aerials
23- Vicinity of Obscenity
24- Tentative
25- Cigaro
26- Suite-Pee
27- War?
28- Toxicity
29- Sugar



SETLIST:
1- Chinese Democracy
2- Welcome To The Jungle
3- It's So Easy
4- Mr. Brownstone
5- Sorry
6- Richard Fortus Guitar Solo (James Bond Theme)
7- Live and Let Die
8- Rocket Queen
9- Instrumental Jam
10- This I Love
11- DJ Ashba Guitar Solo (Mi Amor)
12- Sweet Child O' Mine
13- Estranged
14- Better
15- Dizzy Reed Piano Solo (Baba O'Riley)
16- Street Of Dreams
17- You Could Be Mine
18- Instrumental Jam (Sunday Bloody Sunday by U2)
19- November Rain
20- Bumblefoot Guitar Solo (Pink Panther Theme)
21- Knockin' On Heaven's Door
22- Nightrain

Bis:
23- Patience
24- Paradise City

01 de Outubro de 2011 - EU NO ROCK IN RIO (Detalhes)

SETLIST:
1- Exagerado
2- Você Não Entende Nada
3- Porque a Gente é Assim?
4- Não vou ficar
5- Caleidoscópio
6- Réu Confesso
7- - Você
8- Procuro Um Amor
9- Malandragem
10- Amor Pra Recomeçar
11- Por Você
12- Ainda é cedo
13- Bete Balanço
14- Puro Êxtase


SETLIST:
1- Mil Acasos
2- É Uma Partida de Futebol
3- Esmola
4- Uma Canção É Pra Isso
5- É Proibido Fumar
6- Ainda Gosto Dela
7- Jackie Tequila
8- Acima do Sol
9- Três Lados
10- Vou Deixar
11- Garota Nacional
12- Sutilmente
13- Vamos Fugir


SETLIST:
1- Lluvia Al Corazon
2- Oye mi Amor
3- Eres mi Religion
4- Labios Compartidos
5- Latinoamerica
6- Corazon Espinado
7- Rayando el Sol
8- Vivir Sin Aire
9- El Muelle de San Blas
10- Clavado en un Bar

SETLIST:
1- Moves Like Jagger
2- Harder to Breathe
3- Sunday Morning
4- If I Never See Your Face Again
5- Misery
6- Makes Me Wonder
7- The Sun
8- Won't Go Home Without You
9- Wake Up Call
10- Stutter
11- This Love

Bis:
12- Hands All Over
13- She Will Be Loved


SETLIST:
1- Mylo Xyloto
2- Hurts Like Heaven
3- Yellow
4- In My Place
5- Major Minus
6- Paradise
7- Lost! (Incidental: "Mas que Nada")
8- Violet Hill
9- God Put A Smile Upon Your Face
10- The Scientist
11- Us Against the World
12- Politik
13- Viva La Vida
14- Charlie Brown
15- Life Is For Living

Bis:
16- Clocks
17- Rehab / Fix You
18- Every Teardrop is a Waterfall