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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

EU NA EUROPA 2012 - Quarto Dia: Amsterdam

 Eu e Mell acordamos bem cedo, para pegarmos o trem para Amsterdam. A distância entre a capital holandesa e Paris não passa de 500 Km.
Os preços entre passagens aéreas e ferroviárias são equivalentes. Mais enquanto as estações de trem ficam nas partes centrais de ambas as cidades, os aeroportos ficam em locias afastados, o que faz com que aumente o custo de deslocamento. De centro/centro: 4 horas de trem. De aeroporto/aeroporto, mais trajeto terrestre (mais ou menos  1 hora), mais check in; dessa forma, acaba sendo mais demorado ir de avião.
O trem de alta velocidade que liga Paris a Amsterdam se chama Thalys e é o mesmo que liga primeiro Paris/Bruxelas, depois Anvers, Rotterdam, La Haye e Amsterdam.
Chegamos na bela estação de trem de Amsteram e fomos andando para o Hotel. Deixamos nossas malas e fomos as compras. Enquanto a Mell caçava brechós, eu achei uma loja de CDs usados, aonde adquiri raridades a preços justos, como um disco solo do Brian May (guitarrista do Queen), e um ao vivo do Gary Moore no Japão com o baterista Ian Paice (do Deep Purple).
Depois almoçamos pizza (de novo!), voltamos pro hotel, demos um cochilo, tomamos banho e fomos andando até o Red Light District, o famoso Bairro da luz Vermelha.
O lugar é famoso pelas ruas cheias de vitrines com belas prostittas se exibindo. Na verdade nem todas eram bonitas; tem pra todos os gostos: gordinhas, mais coroas, e algumas bizarrices. Lá a prostituição é considerada uma profissão e portanto é legalizada não só em Amsterdam, mas em toda a Holanda. As prostitutas tem garantido pelo governo holandês assistência médica, direitos trabalhistas e também a fiscalização para boas condições de trabalho.
Além das vitrines, há outras atrações, como o Museu da Maconha (foto acima, que estava fechado quando passamos por ele, provavelmente por causa do horário). Existem também casas de shows, peep shows, cabines para assistir filmes, sex shops, cinema e teatro eróticos, e o Museu do Erotismo, bem parecido com o de Paris, onde pagamos 7 Euros, cada um.
Dentro do Museu do Erotismo havia uma exposição de desenhos (alguns eróticos) feitos por John Lennon, em 1969, durante o famoso Bed-In, o manifesto pela paz de Lennon e Yoko realizados em Amsterdam e Toronto.
Imagens do Kama-sutra, esculturas eróticas de vários povos, fotos, videos, quadros tudo tendo como o tema a sacanagem e a putaria.
Um aviso importante, não tire fotos ou faça filmes das meninas das vitrines. Tanto elas quanto seus seguranças não gostam disso. Há casos em que tiram as máquinas dos turistas, jogaram nos canais ou, se tiver sorte, apenas apagam as fotos. Fiz as fotos de forma escondida e discreta, e mesmo assim, uma delas percebeu e ficou chiando.

Aí está:  uma cabine para assistir video erótico, tem até papel pro cliente se limpar depois


Mell na frente de um castelo, que na verdade é um restaurante, o Cafe In The Waag.
Por falar em café, em Amsterdam está cheio de Coffeeshop, que na verdade são locais onde é a maconha é vendida de forma legal, mas deve obrigatoriamente ser consumida no local, pois nas ruas é proibido.
Na volta, entramos em uma delas que ficava bem próxima do nosso hotel.
Entrei achando que era um bar normal, porque o nome me chamou a atenção: The Doors, inclusive utilizando o mesmo logo da banda.
Quando entramos, pedimos uma Coca-Cola pra mim e uma cerveja pra Mell. O rapaz do balcão nos avisou que não eram vendidas bebidas alcoólicas no estabelecimento. Eu sei, parece piada: eles vendem maconha mas cerveja não.
Coisas de Amsterdam...


2 comentários:

  1. Que legal, Zezé!!! Puxa, mas fale um pouco mais de Amsterdam, por favor. Irei em outubro. Devo ir também a Paris. Gostei da dica do trem. Beijão!!!
    Ana Paula(uerj-odonto).

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  2. Caramba, Ana Paula.
    que legal ver vc por aqui.
    Espero q a viagem tenha sido no minimo tão boa qto a minha.
    Beijão

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