Total de visualizações de página

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

15 de Novembro de 2012 - JOSS STONE no Citibank Hall (RJ)

Ver Joss Stone ao vivo já não era mais novidade pra mim, afinal já estive presente em dois shows dela, sendo o último no Rock In Rio do ano passado. Ainda havia a concorrência no Circo Voador, onde os irmãos Cavalera se apresentariam juntos no mesmo dia. Como ainda estou em recuperação, acreditei que meu tornozelo ainda não estava preparado para um show de Metal; assim fui pro Citibank Hall pra conferir mais uma vez o talento e a beleza dessa inglesinha de voz poderosa.
Com meia hora de atraso, Joss abre com "For God Sake (Give More Power to the People)", um soul apimentado presente no seu novo álbum "The Soul Sessions Vol.2". Ao invés dos tradicionais vestidinhos, a cantora veio com um micro shortinho jeans, e exibindo muitos quilos a menos. Achei a magreza exagerada, Joss está com o corpo de uma top model de passarela. Gostava bem mais quando estava mais cheinha.
O sorriso cativante, a simpatia, os pés descalços, e o jeito fofo de lidar com a platéia continuam o mesmo. Sem contar sua voz, que me deixou arrepiado, e ainda me impressiona com sua potência vocal e afinação. Como bem definiu a Mell: "É difícil acreditar que aquela voz toda sai daquela menina".
E Joss é mesmo uma menina, com seus 25 anos, a Diva ainda tem muito a crescer. Por isso, na minha opinião, ela é a melhor cantora da sua geração, e não tem pra Adele, Beyonce ou Amy Whinehouse. Ela alia todos os predicados que uma excelente cantora precisa ter, e calca seu repertório na Soul Music, resgatando pérolas do passado, ou nos brindando com boas novidades.
Ao vivo, Joss é cheia de charme. Dança com desenvoltura, de forma livre. Não há preocupação com coreografias. Quando um dos seus músicos sola, a cantora se aproxima e dançando demosntra o quanto está curtindo.
A banda era bem afiada, e estava sempre modulando a intensidade e o volume pra sempre deixar como destaque a voz da estrela. Até porque era o que todos queriam apreciar. Os três cantores do backing vocals se comportavam como realmente deve ser, ou seja, como vocal de apoio, e não como salva-vidas nas partes mais complicadas, como acontece com algumas das "grandes estrelas" do showbusiness atual.

A todo momento, Joss se dirigia de forma doce aos seus fãs: "Vocês são apaixonantes! E estou sempre rodeada de paixão. Isso é soul music: é alma. Se não fosse assim, então seria apenas barulho. Entre um sorriso e uma goladinha em sua xícara de chá, ela mandava alguns de seus hits:  "You had me", "Super duper love", "Put Your Hands One Me" e  "Baby, baby, baby". Dos seus grandes sucessos faltou "Tell Me What We're Gonna Do Now".
Na última canção da noite, "Right to be wrong", Joss foi obrigada pela platéia a realizar uma modificação na parte da letra que diz "so just leave me alone" ('então me deixe sozinha'), passando para "don't you ever leave me alone" ('nunca me deixe sozinha'); já que ninguém é louco de abandoná-la, ou de deixá-la sozinha. Com certeza, estarei em seu próximo show em terras cariocas.
SETLIST:
1- For God Sake (Give More Power to the People)
2- While You're Out Looking For Sugar
3- Stoned Out Of My Mind
4- Teardrops
5-  Jet Lag
6- Sideway Shuffle
7- You Had Me
8- Super Duper Love
9- I Don't Want To Be With Nobody But You
10-  Karma
11- Big Ol Game
12- Don't Cha Wanna Ride/Bad Habit/ You Got The Love
13- Put Your Hands One Me/I Got a Feeling/Baby Baby Baby
14- Feel In Love With a Boy

Bis:
15- The High Road
16- Right to be Wrong

2 comentários: