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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TERCEIRO DIA DO ROCK IN RIO

Dessa vez era o dia do Metal!!! E era óbvio que eu estaria lá.
Cheguei cedo e a tempo de ver no Palco Sunset o show do Korzus com a participação da The Punk Metal All Stars. Achei merecidíssima a participação da banda no Festival, afinal os caras estão há muito tempo defendendo a bandeira do Metal nacional. Além disso, receberam o reforço das participações especiais de gente como East Bay Ray do Dead Kennedys, Mike Clark do Suicidal Tendencies, e João Gordo. O som estava uma merda, mas a valeu a festa.
Depois foi a vez do encontro do Angra com a deusa nórdica Tarja Turunen. Outro convidado foi o violinista Amon Lima, da Família Lima. Lamentavelmente o som estava também muito ruim, melhorando só nas últimas músicas.
Por causa dos famosos problemas técnicos, o encontro do Sepultura com os franceses do Tambours Du Bronx atrasou bastante. O resultado foi que acabou competindo com o Glória, o primeiro show do Palco Mundo. A galera no Sunset estava impaciente, vaiando e fazendo o corinho: "Au, Au, Au, Cavalera é pontual". Andreas Kisser apareceu pra acalmar os ânimos, explicando que estavam resolvendo um problema no P.A. que em breve iria começar. E valeu a pena esperar! Foi um showzaço.
Fui pro Palco Mundo conhecer o Coheed and Cambria. O grupo não empolgou e deu sequência ao clima de dispersão que dominou a pista do Palco Mundo desde o show do Glória, mas com uma importante diferença: banda gringa não recebe vaias de público brasileiro. Da mesma forma quando em 2001, Carlinhos Brown foi vaiado, execrado e bombardeado com chuva de garrafas, e o desconhecido Papa Roach recebeu palmas, apesar de ser totalmente desconhecido.
Não sou fã do Motorhead, mas tem que respeitar os caras, afinal não existiria Metallica, Megadeth, Sepultura e Slayer se não fosse o Motorhead, que é influência declarada de todas essas bandas. Lemmy e cia fizeram um show no estilo "It's only Rock and Roll, but I liked...", com destaque pro batera Mikkey Dee.
No show do Slipknot teve de tudo: chamas, mosh, elevadores hidráulicos, e a incacreditável cena do baterista Joey Jordison e toda sua bateria de cabeça para baixo. A banda pega os insinamentos do Kiss e leva ao extremo, num mix de circo, filme de terror e Heavy Metal.
E o melhor ficou para o final. Metallica em noite inspirada, num repertório beirando a perfeição. E eu testemunhei tudo quase na grade.
A Nota Negativa foram os ambulantes vendendo água cobrando quase o dobro do preço oficial. No começo andavam com um colete com os preços, que anunciava o copo d'água por R$3,00. Só que os putos vendiam por 5,00. Reclamei com um deles que ficou irado por eu o ter chamado de ladrão, e quis brigar. Fui reclamar com os seguranças, com funcionários que usavam credenciais e finalmente no Bob's, o que não adiantou nada. Absurdo total.

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