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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

EU NO CARNAVAL 2012 - PARTE 1

Normalmente costumo pular o Carnaval da seguinte maneira, pulo direto do sábado para quarta feira de cinzas. Mas esse ano acabou sendo bem diferente do habitual, pois posso dizer que caí na folia.
As coisas começaram estranhas. Na quarta feira caí matando no rodízio japonês. Putz! Comi pra caramba! A consequência foi acordar com aquele famoso "piriri". Passei a quinta e a sexta-feira sentado no trono.
No sábado de Carnaval já estava bem, e com o problema intestinal resolvido. Depois de assistirmos ao DVD do documentário "God Bless Ozzy Osbourne" (do qual escreverei em breve a resenha), fomos eu e Mell (de joaninha) encontrarmos um casal de amigos na Lapa.
Foi custoso e bastante complicado achar vaga para o carro, mas conseguimos. Éramos esperados pelo casal Amanda (de coelinho) e Robert (um canadense muito louco, usando uma camisola, e fazendo jus ao seu nome, entrando no meio de qualquer um que estivesse posando para uma foto).Tem gringo no Samba...
Amanda, Mell e a prima do Robert

A Lapa como de costume estava bombando, com direito a show da banda Casuarina tocando de graça num palco montado próximo aos Arcos. O lugar era um caldeirão de ritmos, em cada lugar que íamos ouvíamos estilos diferentes: Samba-de-Raiz, Pagode, Maracatu, Funk, e até Rock and Roll. Por incrível que pareça não ouvi nenhuma vez o asqueroso sucesso de Michel Teló. Graças a Deus.
No Domingo eu e minha família fomos ao aniversário do Bernardo (o Bambam aí da foto), filho do Marcio, um cara que conheço há mais de 20 anos, mas que já não via a bastante tempo. Foi muito maneiro, porque além de rever amigos, a diversão foi garantida por se tratar de uma festa a fantasia, onde eu e Mell (modéstia a parte) fomos o casal com o melhor traje: Mickey & Minnie.
Outra grande atração foi o Nuno, meu cunhado esquisitão. O cara simplesmente tirou foto sarrando todos os convidados da festa. Ele se arriscava não se preocupando com o tamanho da encrenca que ele estava se metendo (literalmente).
No fim ele teve o que merecia:

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