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domingo, 9 de janeiro de 2011

POR FALAR EM SUPERBANDAS: BLACK COUNTRY COMMUNION

Tenho que admitir que tenho um fraco pelas superbandas. daquelas que são formadas por renomados músicos que se juntam em projetos como o Transatlantic, Audioslave, Coverdale Page, The Firm, Them Crooked Vultures, e o próprio Chickenfoot.
A mais nova e badalada é a Black Country Communion. Formada pelo excelente guitarrista Joe Bonamassa (um dos mais talentosos de sua geração), pelo tecladista Derek Sherinian (que já tocou no Dream Theater, entre outras bandas), pelo baixista e "The Voice of Rock and Roll" Glenn Hughes (Trapeze e Deep Purple), e pelo "filho do Homem" Jason Bonham na bateria.
O disco de estréia, batizado com o nome da banda, foi lançado na Europa e Estados Unidos em 20 de setembro de 2010. As músicas foram gravadas no estúdio Shangri-la com produção assinada por Kevin Shirley, que já trabalhou com Aerosmith e Black Crowes.
Das 12 músicas do disco, dez são cantadas por Glenn Hughes. As excessões são “Song of Yesterday” e “The Revolution in Me”, onde Bonamassa solta a voz. A dupla divide os vocais em “Sista Jane” e “Too Late For the Sun”. No CD foi também gravada uma nova versão para "Medusa", clássico do Trapeze.
O quarteto consegue mostrar talento e técnica individual, e ao mesmo tempo em que juntos atingem a tão falada "química perfeita". O som que tiram juntos é impressionante, mas a minha empolgação é porque as músicas do CD são muito boas, e principalmente porque alcançam a sonoridade entre o Blues e o Heavy Rock de bandas setentistas, que confesso é o som que sempre fez a minha cabeça.
O detalhe é que essa sonoridade não os torna datados ou ultrapassados, muito pelo contrário, os quatro feras mostram que ainda pode-se fazer Rock and Roll de qualidade, mesmo hoje em dia onde o mal gosto impera nas rádios, Tvs e na internet.
Confira a faixa "Black Country" e entenda o que estou querendo dizer:

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